ORGULHO: Jovem campinense é uma das dez mulheres brasileiras aprovadas no ITA

Após seis anos de tentativas, a paraibana Sabrina Brito Lira, foi uma das dez brasileiras aprovadas no Instituto Tecnológico de Aeronáutica

Após seis anos de tentativas, a paraibana Sabrina Brito Lira, de Campina Grande, foi uma das dez brasileiras aprovadas no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), localizado na cidade de São José dos Campos, em São Paulo.

A estudante de 23 anos, idade limite para admissão no ITA, conta que o sonho de entrar para o instituto nasceu depois de uma conversa que teve com o pai, o professor aposentado Romero Lima, que contou para a filha sobre a instituição.

“Eu sempre gostei muito das matérias de exatas e eu queria fazer engenharia, pensava em fazer na [universidade] federal, mas quando ele me contou um pouco do ITA e eu fui pesquisando mais, foi começando a crescer essa paixão pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica”, diz Sabrina.

Jovem foi aprovada após seis anos de tentativas

A felicidade vinda com a aprovação chegou depois de seis anos intensos de estudo. Sabrina, que tem 23 anos, idade limite para admissão no ITA, conta que chegou a ser aprovada para o curso de medicina no Ceará e passou em primeiro lugar para o curso de Ciência de Dados e Inteligência Artificial da faculdade Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, mas em nenhum momento pensou em desistir.

“Mesmo nesse último ano, que foi tão difícil e teve tanta pressão, e eu cheguei a ter quase certeza de que não ia dar certo, mesmo nesse ano o ITA continuou sendo a primeira opção. Mesmo depois que saíram esses resultados, eu continuei aguardando o resultado do ITA, porque se eu fosse aprovada, iria sem nem pensar”, declarou.

Ao todo, foram mais de dez mil inscritos, com uma concorrência média de mais de 54 pessoas para cada uma das 180 vagas disponíveis para 2026. Sabrina foi a 49ª colocada, uma das dez mulheres que foram aprovadas.

A família inteira está de malas prontas para se mudar para São Paulo e continuar acompanhando o sonho de Sabrina de perto. Para a jovem, o apoio dos pais foi imprescindível para sua aprovação, o que faz com que ela sinta que sua vitória foi coletiva.

FONTE: G1