Reportagem exibida pela Record denunciou uma suposta rede de perfis contra adversário da governadora
“É fato que vocês conhecem muito bem as velhas práticas que infelizmente hoje o PSB lidera se apresentando como nova política. Não faço política desse jeito. Para mim, a eleição não é um vale-tudo. Não abro mão dos valores que me trouxeram até aqui de defesa incansável da democracia”, declarou Raquel Lyra.
Pesquisas
Segundo a governadora, a denúncia, além de ser falsa, é motivada pelo momento positivo dela nas pesquisas de intenção de voto e de popularidade. “Eles aumentam a temperatura de divulgação de fake news”, disse.
Ontem, uma pesquisa da Genial Quaest, encomendada pela TV Globo, mostrou Raquel Lyra com 44% das intenções de voto na disputa pelo governo, enquanto João Campos tinha 36%. Mostrou, ainda, que a taxa de aprovação à administração da governadora é de 68%.
Raquel também acusou a campanha adversária de manter um gabinete de ódio contra ela e garantiu que está atenta para tomar todas as medidas judiciais e administrativas cabíveis para permitir à população “exercer livremente o direito ao voto com discernimento”.
“A população de Pernambuco, graças a Deus, me conhece. Quem disso cuida, disso usa. Claro que eu não faria isso (manter um gabinete do ódio), jamais faria isso”, enfatizou.
A governadora também afirmou que se diferenciaria dos adversários e enfatizou que conduzirá a campanha de forma “limpa, transparente, com os pés no chão e olho no olho”. “Não tenho medo de encarar as pessoas e poder falar sobre aquilo que fizemos e sobre tudo aquilo que vamos fazer”, afirmou, frisando que não pretende cair no que chamou de provocações.
Servidor
Na reportagem exibida pela TV Record, o servidor da Caixa Econômica Federal Amisadai Andrade, que foi cedido ao governo de Pernambuco, relata, em um vídeo, ter sido chamado pela própria governadora para promover uma campanha para desidratar o ex-prefeito do Recife João Campos.
De acordo com a matéria, a contrapartida viria por meio de contratos de publicidade firmados entre o governo de Pernambuco e as páginas contrárias a Campos. O servidor, que atuava na Secretaria de Turismo e Lazer, foi exonerado por meio de uma portaria publicada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial do Estado.
Com Folha de Pernambuco
