A substituição ocorreu porque o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gerson Claro (PP), que seria o próximo na linha sucessória, também comunicou que ficará ausente durante a semana para cumprir compromissos de agenda.
Segundo a Secretaria Executiva de Comunicação do estado, Riedel e Barbosinha solicitaram afastamento para descansar após o encerramento das eleições de 2026. Em ofício encaminhado à Assembleia Legislativa, o governador informou que pretendia deixar Mato Grosso do Sul e, possivelmente, o Brasil.
Ao assumir o Executivo, Pavan afirmou que pretende manter as diretrizes da atual administração e garantir a continuidade dos serviços e da gestão estadual, sem promover mudanças nas políticas públicas ou no planejamento em andamento.
De acordo com o Tribunal de Justiça, esta é a quarta vez, desde 2002, que o presidente da Corte assume temporariamente o governo de Mato Grosso do Sul, em razão da ausência simultânea dos nomes que ocupam as primeiras posições na linha sucessória.
