O município de Congo, no Cariri paraibano, segue se destacando como um dos maiores polos de resistência cultural da região. Reconhecida como a “cidade das águas e de muita ancestralidade”, a cidade abriga um rico patrimônio imaterial, com expressões artísticas que atravessam gerações e fortalecem a identidade de seu povo.

Entre os símbolos mais emblemáticos da cultura congoense estão os grupos centenários de Coco de Roda do Quilombo Riacho do Algodão, além das tradicionais Bacamarteiras e Bacamarteiros — manifestações que preservam não apenas a musicalidade, mas também os rituais, os trajes e a oralidade típicos da cultura popular nordestina.
Esses coletivos vêm sendo incentivados e impulsionados pela atual gestão municipal, que enxerga na cultura uma poderosa ferramenta de pertencimento e desenvolvimento social.

“A cultura é formada por crenças e costumes. Precisamos valorizar as nossas tradições, pois elas formam a base da nossa identidade. Em Congo, temos orgulho de apoiar e manter viva essa história que passa de geração para geração”, destacou a secretária de Cultura, Turismo, Desportos e Lazer, Fátima Araújo.

CARIRI EM AÇÃO


