A federação formada por União Brasil e Progressistas (União Progressista) não deve declarar apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República nas eleições de 2026.
Sem uma aliança nacional, a tendência é que os diretórios estaduais das duas legendas tenham autonomia para definir apoio aos candidatos que julgarem mais convenientes em cada estado.
A decisão foi influenciada pelo desgaste na relação entre Flávio Bolsonaro e dirigentes da federação nos últimos meses, além da pressão de lideranças estaduais para que a União Progressista adote uma posição de neutralidade na disputa pelo Palácio do Planalto.
A federação partidária reúne duas ou mais siglas, que passam a atuar de forma conjunta em âmbito nacional por, no mínimo, quatro anos.
MaisPB


