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Jorlan Lopes da Silva, acusado de matar 80 pessoas, preso após furto de armas usadas contra Lampião

O homem identificado como Jorlan Lopes da Silva, preso usando um vestido e utilizando uma peruca e trajes femininos, afirmou ter matado 80 pessoas e participou de um roubo de armas que foram empregadas por “volantes” para combater o grupo de cangaceiros liderado por Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como “Lampião”.

De acordo com a Polícia Civil, as armas foram sequestradas de uma fazenda no município de Capim, no Litoral Norte do estado, em 7 de setembro, quando estavam guardadas pelo proprietário em um baú enterrado na propriedade. Após o roubo, ocorreu o registro do boletim de ocorrência na Central de Polícia Civil de Mamanguape, também no Litoral Norte paraibano.

As investigações revelaram a identidade de um trabalhador rural que prestava serviços ao proprietário da fazenda e que é apontado como participante do crime. Conforme as investigações, esse homem havia indicado aos autores do furto a existência e a localização das armas.

Conforme as investigações, esse homem que prestou apoio ao roubo possuía um mandado de prisão em aberto pelo crime de homicídio. Ele também foi preso.

A Polícia Civil identificou ainda, além do preso em cumprimento de mandato e Jorlan Lopes, dois dos autores do furto. Além disso, foram localizadas as armas. Foram apreendidos três rifles calibre .44 winchester, uma espingarda calibre 12 e uma arma de pressão por ação de mola.

Um dos homens presos, de 45 anos, foi autuado pelos crimes de receptação e pelas infrações tipificadas no Estatuto do Desarmamento. Adolescente apontado como “braço direito” foi preso.

Um adolescente de 17 anos suspeito de nove assassinatos na região do Vale do Mamanguape, na Paraíba, foi apreendido nesta sexta-feira (18), na cidade de Cabedelo, no Litoral do estado. A Polícia Civil apontou que ele é considerado “braço direito” de Jorlan Lopes da Silva, homem preso com vestido e peruca, e que disse ter matado 80 pessoas.

De acordo com a Polícia Civil, o adolescente é suspeito de ter matado outro jovem, na cidade de Mamanguape, no último dia 12, durante a concentração de um evento político. O crime ocorreu na Praça da Juventude. Naquela data, havia uma aglomeração de pessoas para um evento no qual o deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), participaria junto do prefeito da cidade, Joaquim Fernandes (PSB).

A Polícia Civil informou que o crime tem relação com disputa de facções criminosas na região e não foi relacionado com questões políticas. A prisão desta sexta-feira (18) foi feita durante uma operação em conjunto também com a Polícia Militar.

A fuga de Jorlan terminou em Mulungu, no domingo (13). O suspeito havia passado anteriormente por policiais usando vestido, peruca, sandália feminina, óculos escuros e unhas pintadas. Conforme o relato apresentado pelo delegado, Jorlan teria retornado à residência onde estava, pegado um revólver e deixado a criança. Na saída, porém, o vestido teria ficado deslocado e uma tatuagem permitiu que os policiais identificassem o suspeito. Durante o depoimento após a prisão em Mulungu, Jorlan afirmou ter cometido cerca de 80 homicídios ao longo da vida. A Polícia Civil está confrontando as informações fornecidas por ele com investigações, provas técnicas e registros de homicídios.

“É um número muito expressivo. Nós acreditamos que se não for esse número, é algo muito próximo disso”, afirmou o delegado Douglas Garcia.

Jorlan foi encaminhado para o Presídio Sílvio Porto, em João Pessoa, após passar por audiência de custódia, conforme informou o delegado Douglas Garcia.

===TITULO===
Jorlan Lopes da Silva, acusado de matar 80 pessoas, preso após furto de armas usadas contra Lampião

===CONTEUDO===
O homem identificado como Jorlan Lopes da Silva, preso usando um vestido e utilizando uma peruca e trajes femininos, afirmou ter matado 80 pessoas e participou de um roubo de armas que foram empregadas por “volantes” para combater o grupo de cangaceiros liderado por Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como “Lampião”.

De acordo com a Polícia Civil, as armas foram sequestradas de uma fazenda no município de Capim, no Litoral Norte do estado, em 7 de setembro, quando estavam guardadas pelo proprietário em um baú enterrado na propriedade. Após o roubo, ocorreu o registro do boletim de ocorrência na Central de Polícia Civil de Mamanguape, também no Litoral Norte paraibano.

As investigações revelaram a identidade de um trabalhador rural que prestava serviços ao proprietário da fazenda e que é apontado como participante do crime. Conforme as investigações, esse homem havia indicado aos autores do furto a existência e a localização das armas.

Conforme as investigações, esse homem que prestou apoio ao roubo possuía um mandado de prisão em aberto pelo crime de homicídio. Ele também foi preso.

A Polícia Civil identificou ainda, além do preso em cumprimento de mandato e Jorlan Lopes, dois dos autores do furto. Além disso, foram localizadas as armas. Foram apreendidos três rifles calibre .44 winchester, uma espingarda calibre 12 e uma arma de pressão por ação de mola.

Um dos homens presos, de 45 anos, foi autuado pelos crimes de receptação e pelas infrações tipificadas no Estatuto do Desarmamento. Adolescente apontado como “braço direito” foi preso.

Um adolescente de 17 anos suspeito de nove assassinatos na região do Vale do Mamanguape, na Paraíba, foi apreendido nesta sexta-feira (18), na cidade de Cabedelo, no Litoral do estado. A Polícia Civil apontou que ele é considerado “braço direito” de Jorlan Lopes da Silva, homem preso com vestido e peruca, e que disse ter matado 80 pessoas.

De acordo com a Polícia Civil, o adolescente é suspeito de ter matado outro jovem, na cidade de Mamanguape, no último dia 12, durante a concentração de um evento político. O crime ocorreu na Praça da Juventude. Naquela data, havia uma aglomeração de pessoas para um evento no qual o deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), participaria junto do prefeito da cidade, Joaquim Fernandes (PSB).

A Polícia Civil informou que o crime tem relação com disputa de facções criminosas na região e não foi relacionado com questões políticas. A prisão desta sexta-feira (18) foi feita durante uma operação em conjunto também com a Polícia Militar.

A fuga de Jorlan terminou em Mulungu, no domingo (13). O suspeito havia passado anteriormente por policiais usando vestido, peruca, sandália feminina, óculos escuros e unhas pintadas. Conforme o relato apresentado pelo delegado, Jorlan teria retornado à residência onde estava, pegado um revólver e deixado a criança. Na saída, porém, o vestido teria ficado deslocado e uma tatuagem permitiu que os policiais identificassem o suspeito. Durante o depoimento após a prisão em Mulungu, Jorlan afirmou ter cometido cerca de 80 homicídios ao longo da vida. A Polícia Civil está confrontando as informações fornecidas por ele com investigações, provas técnicas e registros de homicídios.

“É um número muito expressivo. Nós acreditamos que se não for esse número, é algo muito próximo disso”, afirmou o delegado Douglas Garcia.

Jorlan foi encaminhado para o Presídio Sílvio Porto, em João Pessoa, após passar por audiência de custódia, conforme informou o delegado Douglas Garcia.

Fonte: G1 Paraíba

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