como a Reforma da Previdência e o pacote anticrime elaborado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro.
Na tentativa de dar um ar mais espontâneo ao movimento, o presidente desistiu de comparecer aos atos. “Por tratar-se de uma manifestação livre e espontânea, [o presidente] não quer associá-la ao governo”, disse à imprensa o porta-voz a Presidência, general Otávio Rêgo Barros, como justificativa. Em relação ao movimento deste fim de semana, o atual desafio do governo Bolsonaro é reunir apoio popular expressivo que possa fortalecê-lo nas negociações com o Congresso Nacional, onde não construiu uma base de apoio. A estratégia embute risco alto — se a mobilização for pequena, Bolsonaro ficará ainda mais fraco na segunda-feira.


