{"id":106790,"date":"2019-07-26T07:46:47","date_gmt":"2019-07-26T10:46:47","guid":{"rendered":"http:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=106790"},"modified":"2019-07-26T07:46:47","modified_gmt":"2019-07-26T10:46:47","slug":"brasil-ja-reconheceu-mais-de-11-mil-refugiados-ate-2018-diz-conare","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2019\/07\/26\/brasil-ja-reconheceu-mais-de-11-mil-refugiados-ate-2018-diz-conare\/","title":{"rendered":"Brasil j\u00e1 reconheceu mais de 11 mil refugiados at\u00e9 2018, diz Conare"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Brasil contabilizava, em dezembro de 2018, 11.231 refugiados j\u00e1 reconhecidos. Desse total, 72% s\u00e3o homens e 28% mulheres. Naquele mesmo m\u00eas, havia 161.057 solicita\u00e7\u00f5es de reconhecimento da condi\u00e7\u00e3o de refugiado. Dos refugiados j\u00e1 reconhecidos, 36% s\u00e3o s\u00edrios; 15% congoleses; 9% angolanos; 7% colombianos e 3% venezuelanos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados constam da 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o da publica\u00e7\u00e3o Ref\u00fagio em N\u00fameros, divulgada hoje (25) pelo Comit\u00ea Nacional para os Refugiados (Conare) e pelo Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados (Acnur). De acordo com o levantamento h\u00e1, no mundo, 25,9 milh\u00f5es de refugiados. Ao final de 2018, cerca de 70,8 milh\u00f5es de pessoas foram for\u00e7adas a deixar seus locais de origem, motivadas por diferentes tipos de conflitos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imagens.ebc.com.br\/lQ5EPmc-t-5lXUuhQiHLda5ZUdU=\/754x0\/smart\/http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/1116116-fcpzzb_abr_1104181316_1.jpg?itok=OE8bUMk-\" alt=\"Bras\u00edlia - O coordenador-geral do Comit\u00ea Nacional para os Refugiados (Conare), Bernardo Lafert\u00e9, divulga o terceiro relat\u00f3rio sobre ref\u00fagio no Brasil, no Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a (Fabio Rodrigues Pozzebom\/Ag\u00eancia Brasil)\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\">Coordenador-geral do Comit\u00ea Nacional para os Refugiados, Bernardo Lafert\u00e9, diz que haitianos, s\u00edrios e venezuelanos formam as tr\u00eas ondas migrat\u00f3rias mais recentes no pa\u00eds &#8211; Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil<\/h6>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Refugiados<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O documento traz os dados atualizados sobre solicita\u00e7\u00f5es de ref\u00fagio e reconhecimento da condi\u00e7\u00e3o de refugiado no pa\u00eds, bem como n\u00fameros recentes sobre a conjuntura de refugiados no Brasil e no mundo. Segundo a Acnur, 67% dos refugiados no mundo vieram de tr\u00eas pa\u00edses: S\u00edria (6,7 milh\u00f5es), Afeganist\u00e3o (2,7 milh\u00f5es) e Sud\u00e3o do Sul (2,3 milh\u00f5es).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 os pa\u00edses que mais receberam refugiados foram Turquia (3,7 milh\u00f5es), Paquist\u00e3o (1,4 milh\u00e3o) e Uganda (1,2 milh\u00e3o). S\u00e3o consideradas refugiadas, pessoas que est\u00e3o fora de seu pa\u00eds de origem devido a \u201cfundados temores de persegui\u00e7\u00e3o relacionados a quest\u00f5es de ra\u00e7a, religi\u00e3o, nacionalidade, pertencimento a um grupo social espec\u00edfico ou opini\u00e3o pol\u00edtica e n\u00e3o podem ou n\u00e3o querem valer-se da prote\u00e7\u00e3o de seu pa\u00eds\u201d, bem como devido \u00e0 \u201cgrave e generalizada viola\u00e7\u00e3o de direitos humanos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Brasil<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2011, o Brasil j\u00e1 havia reconhecido 4.035 refugiados, n\u00famero que chegou a 7.262 em 2014, e a 11.231 em 2018. Segundo o coordenador-geral do Conare, Bernardo Lafert\u00e9, tr\u00eas ondas migrat\u00f3rias recentes chamam mais aten\u00e7\u00e3o no Brasil: a do Haiti, iniciada em 2010; a de S\u00edrios e, mais recentemente, a dos venezuelanos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cNo caso dos haitianos, essa onda migrat\u00f3ria se estendeu fortemente at\u00e9 2016 e, agora, mais recentemente, voltou a ter um n\u00famero consider\u00e1vel. No caso dos S\u00edrios, a onda ocorreu por eles estarem vivendo um dos maiores conflitos do mundo atual, pelos la\u00e7os hist\u00f3ricos que sua popula\u00e7\u00e3o tem com o Brasil, e pelas facilidades para obten\u00e7\u00e3o de visto, autoriza\u00e7\u00e3o de resid\u00eancia e ref\u00fagio&#8221;, disse o coordenador.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imagens.ebc.com.br\/uBMcugEp_vtqSlyzRrRfwfXiJHI=\/754x0\/smart\/http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/atoms\/image\/haitianos_1.jpg?itok=gLCl0IU_\" alt=\"Haitianos\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em 2016 milhares de haitianos se refugiaram no Brasil &#8211; Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Venezuela, a onda de migra\u00e7\u00e3o ocorreu, segundo o coordenador do Conare, &#8220;por tudo o que eles t\u00eam passado e pela voca\u00e7\u00e3o brasileira em acolh\u00ea-los, o que j\u00e1 resultou em mais de 10 mil de venezuelanos interiorizados com base no programa do governo federal\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar de os venezuelanos representarem apenas 3% dos reconhecimentos de refugiados, s\u00e3o eles os que apresentaram maior n\u00famero de solicita\u00e7\u00f5es para a obten\u00e7\u00e3o de ref\u00fagio no Brasil. \u201cEm 2018, dos 80 mil pedidos de entrada [no pa\u00eds], 61 mil foram feitos por venezuelanos. No ano anterior, foram feitos 35 mil pedidos, dos quais 17 mil eram de venezuelanos\u201d, informou Lafert\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Crit\u00e9rios<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele explica que adapta\u00e7\u00f5es feitas nos crit\u00e9rios para a obten\u00e7\u00e3o de ref\u00fagio tornar\u00e3o mais f\u00e1cil a obten\u00e7\u00e3o de ref\u00fagio pelos venezuelanos no Brasil. \u201cIsso ficar\u00e1 bastante evidente quando os n\u00fameros referentes a 2019 forem consolidados, j\u00e1 considerando as altera\u00e7\u00f5es dos crit\u00e9rios\u201d, acrescentou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dos 777 refugiados reconhecidos em 2018, apenas cinco eram venezuelanos. Em 2019, o Conare j\u00e1 reconheceu cerca de 230 deles como refugiados. \u201cH\u00e1 entendimento de que a Venezuela passa por uma situa\u00e7\u00e3o de grave e generalizada viola\u00e7\u00e3o de direitos humanos, o que funciona como crit\u00e9rio objetivo da determina\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00e3o de refugiado desses nacionais. Dessa forma, o processo ficar\u00e1 mais simplificado, e ser\u00e1 mais facilitada a determina\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o de refugiado\u201d, completou o coordenador-geral do Conare.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os crit\u00e9rios complementares adotados pelo Conare possibilitar\u00e3o o reconhecimento de refugiados venezuelanos que n\u00e3o tinham, contra si, &#8220;fundado temor de persegui\u00e7\u00e3o individualizado&#8221;, algo que dificultava encontrar fundamento para reconhecer aqueles que fogem de seu pa\u00eds, motivados por desemprego, fome ou quest\u00f5es estruturais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Das solicita\u00e7\u00f5es de ref\u00fagio em tr\u00e2mite no Brasil, 52% s\u00e3o de venezuelanos; 10% de haitianos, 5% de senegaleses, 4% de cubanos, e 3% de s\u00edrios. Segundo Lafert\u00e9, o Conare ainda n\u00e3o analisou casos concretos de m\u00e9dicos cubanos oriundos do programa Mais M\u00e9dicos, que tenham pedido ref\u00fagio no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cN\u00f3s at\u00e9 identificamos movimento de m\u00e9dicos cubanos ap\u00f3s o final do contrato com Cuba, mas ainda n\u00e3o analisamos nenhum caso concreto de m\u00e9dicos cubanos oriundos do programa Mais M\u00e9dicos\u201d, informou o coordenador.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brasil contabilizava, em dezembro de 2018, 11.231 refugiados j\u00e1 reconhecidos. Desse total, 72% s\u00e3o homens e 28% mulheres. Naquele mesmo m\u00eas, havia 161.057 solicita\u00e7\u00f5es de reconhecimento da condi\u00e7\u00e3o de refugiado. Dos refugiados j\u00e1 reconhecidos, 36% s\u00e3o s\u00edrios; 15% congoleses; 9% angolanos; 7% colombianos e 3% venezuelanos. Os dados constam da 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o da publica\u00e7\u00e3o Ref\u00fagio em N\u00fameros, divulgada hoje (25) pelo Comit\u00ea Nacional para os Refugiados (Conare) e pelo Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados (Acnur). De acordo com o levantamento h\u00e1, no mundo, 25,9 milh\u00f5es de refugiados. Ao final de 2018, cerca de 70,8 milh\u00f5es de pessoas foram for\u00e7adas a deixar seus locais de origem, motivadas por diferentes tipos de conflitos. Coordenador-geral do Comit\u00ea Nacional para os Refugiados, Bernardo Lafert\u00e9, diz que haitianos, s\u00edrios e venezuelanos formam as tr\u00eas ondas migrat\u00f3rias mais recentes no pa\u00eds &#8211; Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil Refugiados O documento traz os dados atualizados sobre solicita\u00e7\u00f5es de ref\u00fagio e reconhecimento da condi\u00e7\u00e3o de refugiado no pa\u00eds, bem como n\u00fameros recentes sobre a conjuntura de refugiados no Brasil e no mundo. Segundo a Acnur, 67% dos refugiados no mundo vieram de tr\u00eas pa\u00edses: S\u00edria (6,7 milh\u00f5es), Afeganist\u00e3o (2,7 milh\u00f5es) e Sud\u00e3o do Sul (2,3 milh\u00f5es). J\u00e1 os pa\u00edses que mais receberam refugiados foram Turquia (3,7 milh\u00f5es), Paquist\u00e3o (1,4 milh\u00e3o) e Uganda (1,2 milh\u00e3o). S\u00e3o consideradas refugiadas, pessoas que est\u00e3o fora de seu pa\u00eds de origem devido a \u201cfundados temores de persegui\u00e7\u00e3o relacionados a quest\u00f5es de ra\u00e7a, religi\u00e3o, nacionalidade, pertencimento a um grupo social espec\u00edfico ou opini\u00e3o pol\u00edtica e n\u00e3o podem ou n\u00e3o querem valer-se da prote\u00e7\u00e3o de seu pa\u00eds\u201d, bem como devido \u00e0 \u201cgrave e generalizada viola\u00e7\u00e3o de direitos humanos\u201d. Brasil Em 2011, o Brasil j\u00e1 havia reconhecido 4.035 refugiados, n\u00famero que chegou a 7.262 em 2014, e a 11.231 em 2018. Segundo o coordenador-geral do Conare, Bernardo Lafert\u00e9, tr\u00eas ondas migrat\u00f3rias recentes chamam mais aten\u00e7\u00e3o no Brasil: a do Haiti, iniciada em 2010; a de S\u00edrios e, mais recentemente, a dos venezuelanos. \u201cNo caso dos haitianos, essa onda migrat\u00f3ria se estendeu fortemente at\u00e9 2016 e, agora, mais recentemente, voltou a ter um n\u00famero consider\u00e1vel. No caso dos S\u00edrios, a onda ocorreu por eles estarem vivendo um dos maiores conflitos do mundo atual, pelos la\u00e7os hist\u00f3ricos que sua popula\u00e7\u00e3o tem com o Brasil, e pelas facilidades para obten\u00e7\u00e3o de visto, autoriza\u00e7\u00e3o de resid\u00eancia e ref\u00fagio&#8221;, disse o coordenador. Em 2016 milhares de haitianos se refugiaram no Brasil &#8211; Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil J\u00e1 com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Venezuela, a onda de migra\u00e7\u00e3o ocorreu, segundo o coordenador do Conare, &#8220;por tudo o que eles t\u00eam passado e pela voca\u00e7\u00e3o brasileira em acolh\u00ea-los, o que j\u00e1 resultou em mais de 10 mil de venezuelanos interiorizados com base no programa do governo federal\u201d. Apesar de os venezuelanos representarem apenas 3% dos reconhecimentos de refugiados, s\u00e3o eles os que apresentaram maior n\u00famero de solicita\u00e7\u00f5es para a obten\u00e7\u00e3o de ref\u00fagio no Brasil. \u201cEm 2018, dos 80 mil pedidos de entrada [no pa\u00eds], 61 mil foram feitos por venezuelanos. No ano anterior, foram feitos 35 mil pedidos, dos quais 17 mil eram de venezuelanos\u201d, informou Lafert\u00e9. Crit\u00e9rios Ele explica que adapta\u00e7\u00f5es feitas nos crit\u00e9rios para a obten\u00e7\u00e3o de ref\u00fagio tornar\u00e3o mais f\u00e1cil a obten\u00e7\u00e3o de ref\u00fagio pelos venezuelanos no Brasil. \u201cIsso ficar\u00e1 bastante evidente quando os n\u00fameros referentes a 2019 forem consolidados, j\u00e1 considerando as altera\u00e7\u00f5es dos crit\u00e9rios\u201d, acrescentou. Dos 777 refugiados reconhecidos em 2018, apenas cinco eram venezuelanos. Em 2019, o Conare j\u00e1 reconheceu cerca de 230 deles como refugiados. \u201cH\u00e1 entendimento de que a Venezuela passa por uma situa\u00e7\u00e3o de grave e generalizada viola\u00e7\u00e3o de direitos humanos, o que funciona como crit\u00e9rio objetivo da determina\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00e3o de refugiado desses nacionais. Dessa forma, o processo ficar\u00e1 mais simplificado, e ser\u00e1 mais facilitada a determina\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o de refugiado\u201d, completou o coordenador-geral do Conare. Os crit\u00e9rios complementares adotados pelo Conare possibilitar\u00e3o o reconhecimento de refugiados venezuelanos que n\u00e3o tinham, contra si, &#8220;fundado temor de persegui\u00e7\u00e3o individualizado&#8221;, algo que dificultava encontrar fundamento para reconhecer aqueles que fogem de seu pa\u00eds, motivados por desemprego, fome ou quest\u00f5es estruturais. Das solicita\u00e7\u00f5es de ref\u00fagio em tr\u00e2mite no Brasil, 52% s\u00e3o de venezuelanos; 10% de haitianos, 5% de senegaleses, 4% de cubanos, e 3% de s\u00edrios. Segundo Lafert\u00e9, o Conare ainda n\u00e3o analisou casos concretos de m\u00e9dicos cubanos oriundos do programa Mais M\u00e9dicos, que tenham pedido ref\u00fagio no Brasil. \u201cN\u00f3s at\u00e9 identificamos movimento de m\u00e9dicos cubanos ap\u00f3s o final do contrato com Cuba, mas ainda n\u00e3o analisamos nenhum caso concreto de m\u00e9dicos cubanos oriundos do programa Mais M\u00e9dicos\u201d, informou o coordenador.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":78695,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-106790","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/106790","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=106790"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/106790\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":106792,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/106790\/revisions\/106792"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/78695"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=106790"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=106790"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=106790"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}