{"id":128506,"date":"2019-10-21T07:23:44","date_gmt":"2019-10-21T10:23:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=128506"},"modified":"2019-10-21T07:23:44","modified_gmt":"2019-10-21T10:23:44","slug":"mais-de-525-toneladas-de-residuos-foram-retiradas-de-praias-com-oleo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2019\/10\/21\/mais-de-525-toneladas-de-residuos-foram-retiradas-de-praias-com-oleo\/","title":{"rendered":"Mais de 525 toneladas de res\u00edduos foram retiradas de praias com \u00f3leo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais de 525 toneladas de res\u00edduos foram retiradas das praias do litoral dos estados da Regi\u00e3o Nordeste atingidas por manchas de \u00f3leo, desde o in\u00edcio dos trabalhos de limpeza, afirmou hoje (20) a Marinha por meio de nota. Volunt\u00e1rios, funcion\u00e1rios de governos estaduais, municipais, de \u00f3rg\u00e3os como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio) e militares trabalham na remo\u00e7\u00e3o desse \u00f3leo que come\u00e7ou a aparecer no litoral nordestino no final de agosto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO esfor\u00e7o coordenado desses \u00f3rg\u00e3os, a despeito das dificuldades, e a a\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios j\u00e1 recuperaram a maioria das praias, coletando mais 525 toneladas de res\u00edduos, os quais precisar\u00e3o ser adequadamente destinados, conforme a orienta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica da Autoridade Ambiental\u201d, diz a nota.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ontem (19) uma a\u00e7\u00e3o conjunta conseguiu retirar mais de 30 toneladas de \u00f3leo de sete praias de Pernambuco. Na tarde deste domingo, durante entrevista coletiva, o almirante Leonardo Puntel, comandante de Opera\u00e7\u00f5es Navais e que coordena as opera\u00e7\u00f5es relacionadas ao desastre ambiental, disse que as manchas est\u00e3o restritas agora ao litoral de Pernambuco, na regi\u00e3o de Cabo de Santo Agostinho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cPelo desconhecimento da origem do incidente, n\u00e3o se pode determinar por quanto tempo ainda persistir\u00e3o as ocorr\u00eancias de manchas no litoral do Nordeste, apesar de todo o esfor\u00e7o desenvolvido nesse sentido. Por isso, \u00e9 fundamental que as equipes mobilizadas permane\u00e7am alertas, para a pronta atua\u00e7\u00e3o\u201d, disse a Marinha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O comandante voltou a reiterar que o \u00f3leo encontrado nas praias n\u00e3o \u00e9 de origem brasileira e que as investiga\u00e7\u00f5es para apurar as responsabilidades pelo desastre ambiental, que atingiu cerca de 2.250 km de extens\u00e3o do litoral, seguem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO \u00f3leo cru, que sabemos n\u00e3o ser produzido ou processado no Brasil, causa grande impacto em nossa biodiversidade e traz preju\u00edzos socioecon\u00f4micos \u00e0s localidades atingidas\u201d, disse a Marinha.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O \u00faltimo balan\u00e7o, divulgado ontem (19) pelo Ibama, diz que o \u00f3leo j\u00e1 atingiu 201 localidades de 74 munic\u00edpios no litoral do Nordeste. At\u00e9 o momento, 35 animais foram conhecidamente afetados: 17 tartarugas marinhas morreram, 11 vivas; duas aves com \u00f3bito e duas vivas; e um peixe morto.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais de 525 toneladas de res\u00edduos foram retiradas das praias do litoral dos estados da Regi\u00e3o Nordeste atingidas por manchas de \u00f3leo, desde o in\u00edcio dos trabalhos de limpeza, afirmou hoje (20) a Marinha por meio de nota. 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Na tarde deste domingo, durante entrevista coletiva, o almirante Leonardo Puntel, comandante de Opera\u00e7\u00f5es Navais e que coordena as opera\u00e7\u00f5es relacionadas ao desastre ambiental, disse que as manchas est\u00e3o restritas agora ao litoral de Pernambuco, na regi\u00e3o de Cabo de Santo Agostinho. \u201cPelo desconhecimento da origem do incidente, n\u00e3o se pode determinar por quanto tempo ainda persistir\u00e3o as ocorr\u00eancias de manchas no litoral do Nordeste, apesar de todo o esfor\u00e7o desenvolvido nesse sentido. Por isso, \u00e9 fundamental que as equipes mobilizadas permane\u00e7am alertas, para a pronta atua\u00e7\u00e3o\u201d, disse a Marinha. 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