{"id":129813,"date":"2019-10-25T08:44:28","date_gmt":"2019-10-25T11:44:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=129813"},"modified":"2019-10-25T08:44:28","modified_gmt":"2019-10-25T11:44:28","slug":"dia-do-macarrao-brasil-e-o-terceiro-maior-produtor-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2019\/10\/25\/dia-do-macarrao-brasil-e-o-terceiro-maior-produtor-do-mundo\/","title":{"rendered":"Dia do Macarr\u00e3o: Brasil \u00e9 o terceiro maior produtor do mundo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> O macarr\u00e3o, cujo dia \u00e9 celebrado mundialmente hoje (25), est\u00e1 presente em 99,3% dos lares brasileiros, mostra pesquisa da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias de Biscoitos, Massas Aliment\u00edcias e P\u00e3es &amp; Bolos Industrializados (Abimapi). O brasileiro \u00e9 o terceiro maior produtor mundial de macarr\u00e3o, segundo estudo da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Pasta (IPO).\u201cA pesquisa revelou que o Brasil come muito macarr\u00e3o. Somos o terceiro produtor mundial em volume [de macarr\u00e3o]. Perdemos para a It\u00e1lia e para os Estados Unidos\u201d,<strong>\u00a0<\/strong>disse Claudio Zan\u00e3o, presidente executivo da Abimapi, em entrevista \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>. Quanto ao consumo, no entanto, o brasileiro consome cerca de 6 kg de macarr\u00e3o por pessoa, bem abaixo da It\u00e1lia, onde o consumo \u00e9 o maior do mundo e chegava a 25,3 kg por pessoa em 2013,\u00a0de acordo com a\u00a0IPO<strong>.<\/strong>Segundo uma teoria, o macarr\u00e3o teria surgido na China h\u00e1 4 mil anos e se espalhado pela a It\u00e1lia por meio do explorador italiano Marco Polo, embora haja outras vers\u00f5es dizendo que ele j\u00e1 existia no Ocidente antes diss<strong>o.<\/strong>Na It\u00e1lia, ele \u00e9 t\u00e3o popular, disse Zan\u00e3o, que h\u00e1 mais de 500 tipos de massas. No Brasil, chegou, segundo ele, por meio da Fam\u00edlia Real e se difundiu por todo o pa\u00eds por meio dos imigrantes italianos<strong>.<\/strong>As massas secas (tradicional, caseira, s\u00eamola, integral, grano duro e com ovos) s\u00e3o as preferidas dos brasileiros, respondendo por 81,3% do consumo, o que correspondia a cerca de 744,9 mil toneladas no ano passado, segundo a Abimapi<strong>.<\/strong>Em seguida, aparecem as instant\u00e2neas [l\u00e1men], com 14,7% (134,6 mil toneladas), e as frescas [que necessitam refrigera\u00e7\u00e3o], com 4% (ou 36,6 mil toneladas)<strong>.<\/strong>As massas secas s\u00e3o mais consumidas por pessoas das classes D e E, enquanto as frescas pelas classes A e B. As instant\u00e2neas, por sua vez, s\u00e3o consumidas por pessoas das classes D e E, principalmente jovens<strong>.<\/strong>A prefer\u00eancia do brasileiro \u00e9 pelo espaguete, principalmente com o molho \u00e0 bolonhesa [preparado com tomate e carne mo\u00edda]. Outra massa que se destaca \u00e9 a lasanha seca<strong>.<\/strong>\u201cInfelizmente, 50% dos brasileiros gostam mais do espaguete. E digo infelizmente porque temos mais de 60 tipos diferentes [de massas]\u201d, disse Zan\u00e3o.Outra prefer\u00eancia brasileira \u00e9 com\u00ea-lo em casa. \u201cOnde se gasta mais com macarr\u00e3o \u00e9 dentro de casa, talvez pela aceita\u00e7\u00e3o, pela praticidade em prepar\u00e1-lo ou por ser um produto nutritivo tamb\u00e9m\u201d, disse o presidente executivo da associa\u00e7\u00e3o<strong>.<\/strong>O grano duro, muito consumido na Europa, por outro lado, n\u00e3o faz parte dessa prefer\u00eancia nacional seja por um problema cultural [aqui se prefere macarr\u00e3o mais mole], seja pelo pre\u00e7o, geralmente mais alto. \u201cDe 1 milh\u00e3o de toneladas que consumimos de massa seca, apenas 0,3% \u00e9 grano duro\u201d, disse<strong>.<\/strong>O estudo foi feito no ano passado em mais de 11,3 mil lares brasileiros<strong>.\u00a0<\/strong>No<em>\u00a0ranking<\/em>\u00a0nacional de consumo, as regi\u00f5es Norte e Nordeste juntas apresentaram o maior \u00edndice de compra, respons\u00e1veis por 39% do volume de vendas. Em 2018, segundo dados da Abimapi<strong>,\u00a0<\/strong>o volume total de vendas de massas aliment\u00edcias no pa\u00eds foi de R$ 916,3 mil toneladas.O Dia Mundial do Macarr\u00e3o existe em diversos pa\u00edses e foi criado em 1995 durante o 1\u00ba Congresso Mundial de Pasta, em Roma, na It\u00e1lia<strong>.<\/strong>\u00a0No Brasil, ele foi institu\u00eddo em 2014.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O macarr\u00e3o, cujo dia \u00e9 celebrado mundialmente hoje (25), est\u00e1 presente em 99,3% dos lares brasileiros, mostra pesquisa da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias de Biscoitos, Massas Aliment\u00edcias e P\u00e3es &amp; Bolos Industrializados (Abimapi). O brasileiro \u00e9 o terceiro maior produtor mundial de macarr\u00e3o, segundo estudo da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Pasta (IPO).\u201cA pesquisa revelou que o Brasil come muito macarr\u00e3o. Somos o terceiro produtor mundial em volume [de macarr\u00e3o]. Perdemos para a It\u00e1lia e para os Estados Unidos\u201d,\u00a0disse Claudio Zan\u00e3o, presidente executivo da Abimapi, em entrevista \u00e0\u00a0Ag\u00eancia Brasil. Quanto ao consumo, no entanto, o brasileiro consome cerca de 6 kg de macarr\u00e3o por pessoa, bem abaixo da It\u00e1lia, onde o consumo \u00e9 o maior do mundo e chegava a 25,3 kg por pessoa em 2013,\u00a0de acordo com a\u00a0IPO.Segundo uma teoria, o macarr\u00e3o teria surgido na China h\u00e1 4 mil anos e se espalhado pela a It\u00e1lia por meio do explorador italiano Marco Polo, embora haja outras vers\u00f5es dizendo que ele j\u00e1 existia no Ocidente antes disso.Na It\u00e1lia, ele \u00e9 t\u00e3o popular, disse Zan\u00e3o, que h\u00e1 mais de 500 tipos de massas. No Brasil, chegou, segundo ele, por meio da Fam\u00edlia Real e se difundiu por todo o pa\u00eds por meio dos imigrantes italianos.As massas secas (tradicional, caseira, s\u00eamola, integral, grano duro e com ovos) s\u00e3o as preferidas dos brasileiros, respondendo por 81,3% do consumo, o que correspondia a cerca de 744,9 mil toneladas no ano passado, segundo a Abimapi.Em seguida, aparecem as instant\u00e2neas [l\u00e1men], com 14,7% (134,6 mil toneladas), e as frescas [que necessitam refrigera\u00e7\u00e3o], com 4% (ou 36,6 mil toneladas).As massas secas s\u00e3o mais consumidas por pessoas das classes D e E, enquanto as frescas pelas classes A e B. As instant\u00e2neas, por sua vez, s\u00e3o consumidas por pessoas das classes D e E, principalmente jovens.A prefer\u00eancia do brasileiro \u00e9 pelo espaguete, principalmente com o molho \u00e0 bolonhesa [preparado com tomate e carne mo\u00edda]. Outra massa que se destaca \u00e9 a lasanha seca.\u201cInfelizmente, 50% dos brasileiros gostam mais do espaguete. E digo infelizmente porque temos mais de 60 tipos diferentes [de massas]\u201d, disse Zan\u00e3o.Outra prefer\u00eancia brasileira \u00e9 com\u00ea-lo em casa. \u201cOnde se gasta mais com macarr\u00e3o \u00e9 dentro de casa, talvez pela aceita\u00e7\u00e3o, pela praticidade em prepar\u00e1-lo ou por ser um produto nutritivo tamb\u00e9m\u201d, disse o presidente executivo da associa\u00e7\u00e3o.O grano duro, muito consumido na Europa, por outro lado, n\u00e3o faz parte dessa prefer\u00eancia nacional seja por um problema cultural [aqui se prefere macarr\u00e3o mais mole], seja pelo pre\u00e7o, geralmente mais alto. \u201cDe 1 milh\u00e3o de toneladas que consumimos de massa seca, apenas 0,3% \u00e9 grano duro\u201d, disse.O estudo foi feito no ano passado em mais de 11,3 mil lares brasileiros.\u00a0No\u00a0ranking\u00a0nacional de consumo, as regi\u00f5es Norte e Nordeste juntas apresentaram o maior \u00edndice de compra, respons\u00e1veis por 39% do volume de vendas. Em 2018, segundo dados da Abimapi,\u00a0o volume total de vendas de massas aliment\u00edcias no pa\u00eds foi de R$ 916,3 mil toneladas.O Dia Mundial do Macarr\u00e3o existe em diversos pa\u00edses e foi criado em 1995 durante o 1\u00ba Congresso Mundial de Pasta, em Roma, na It\u00e1lia.\u00a0No Brasil, ele foi institu\u00eddo em 2014.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":129814,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-129813","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/129813","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=129813"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/129813\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":129815,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/129813\/revisions\/129815"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/129814"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=129813"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=129813"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=129813"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}