{"id":139828,"date":"2019-12-07T09:41:08","date_gmt":"2019-12-07T12:41:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=139828"},"modified":"2019-12-07T09:41:08","modified_gmt":"2019-12-07T12:41:08","slug":"jovens-tem-alto-indice-de-sedentarismo-e-causa-pode-ser-uso-de-eletronicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2019\/12\/07\/jovens-tem-alto-indice-de-sedentarismo-e-causa-pode-ser-uso-de-eletronicos\/","title":{"rendered":"Jovens t\u00eam alto \u00edndice de sedentarismo e causa pode ser uso de eletr\u00f4nicos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sempre conectados e de olhos vidrados nas telas, sejam de celulares, tabletes, computadores ou televis\u00e3o. Esta \u00e9 uma realidade na vida de milhares de adolescentes. Consequentemente, a falta de exerc\u00edcios resulta numa realidade em que os jovens n\u00e3o se movimentam tanto quanto deveriam, \u00e9 o que aponta uma pesquisa divulgada na revista The Lancet.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No Brasil, segundo os dados, 83,6% dos jovens s\u00e3o sedent\u00e1rios e limitar tempo de uso de eletr\u00f4nicos pode ser caminho para reverter essa realidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo mostra que 80% dos jovens, entre 11 e 17 anos, em todo mundo n\u00e3o praticam a atividade f\u00edsica m\u00ednima di\u00e1ria para estarem saud\u00e1veis, ocasionando, consequentemente, uma vida sedent\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A m\u00e9dica do Hospital do Hapvida em Jo\u00e3o Pessoa, Ivna Soares Toscano, afirma que \u00e9 poss\u00edvel combater o sedentarismo na adolesc\u00eancia e, at\u00e9 mesmo, antes dessa fase. \u201cA melhor forma de combater o sedentarismo \u00e9 estimulando a pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica desde a inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia, incluindo esse h\u00e1bito na rotina da crian\u00e7a\u201d, assegura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil, a pesquisa apontou que 83,6% dos jovens s\u00e3o sedent\u00e1rios. A m\u00e9dica explica que apesar dos \u00edndices serem altos, impor limite \u00e9 um caminho para solucionar esta realidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cLimitar o tempo de uso de tela di\u00e1ria, incentivar a pr\u00e1tica de outras atividades como esportes, jogos que n\u00e3o sejam digitais, estimular o conv\u00edvio com outros jovens dentro dessas atividades e criar uma rede de apoio a esse jovem para que ele desperte interesse por outras atividades que n\u00e3o somente o uso de telas s\u00e3o algumas alternativas para mudar os altos \u00edndices de sedentarismo em nosso pa\u00eds\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar da tecnologia proporcionar uma variedade de entretenimento como jogos, aplicativos, v\u00eddeos, que chamam a aten\u00e7\u00e3o do jovem para a tela e n\u00e3o para a atividade f\u00edsica, Ivna Soares Toscano lembra que o uso excessivo provoca outros males que v\u00e3o al\u00e9m do sedentarismo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cPrejudicam o aprendizado, podem gerar transtornos emocionais como ansiedade, isolamento, s\u00edndrome do pensamento acelerado, dist\u00farbios do sono, obesidade, transtornos compulsivos e alimentares, d\u00e9ficit de crescimento e dificuldades nos relacionamentos\u201d, elenca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais dados \u2013 A pesquisa foi desenvolvida por quatro cientistas que analisaram a evolu\u00e7\u00e3o em 15 anos (2001 a 2016) de 1,6 milh\u00e3o de jovens estudantes em 146 pa\u00edses, apresentando as seguintes conclus\u00f5es: no per\u00edodo total da pesquisa houve pouco avan\u00e7o, as meninas se exercitam menos e o sedentarismo est\u00e1 presente tanto em pa\u00edses ricos como pobres. O pa\u00eds onde os jovens s\u00e3o mais sedent\u00e1rios \u00e9 a Cor\u00e9ia do Sul (94,2%) e o que possui menos jovens sedent\u00e1rios \u00e9 B angladesh (66,1%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sempre conectados e de olhos vidrados nas telas, sejam de celulares, tabletes, computadores ou televis\u00e3o. Esta \u00e9 uma realidade na vida de milhares de adolescentes. Consequentemente, a falta de exerc\u00edcios resulta numa realidade em que os jovens n\u00e3o se movimentam tanto quanto deveriam, \u00e9 o que aponta uma pesquisa divulgada na revista The Lancet. No Brasil, segundo os dados, 83,6% dos jovens s\u00e3o sedent\u00e1rios e limitar tempo de uso de eletr\u00f4nicos pode ser caminho para reverter essa realidade. O estudo mostra que 80% dos jovens, entre 11 e 17 anos, em todo mundo n\u00e3o praticam a atividade f\u00edsica m\u00ednima di\u00e1ria para estarem saud\u00e1veis, ocasionando, consequentemente, uma vida sedent\u00e1ria. A m\u00e9dica do Hospital do Hapvida em Jo\u00e3o Pessoa, Ivna Soares Toscano, afirma que \u00e9 poss\u00edvel combater o sedentarismo na adolesc\u00eancia e, at\u00e9 mesmo, antes dessa fase. \u201cA melhor forma de combater o sedentarismo \u00e9 estimulando a pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica desde a inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia, incluindo esse h\u00e1bito na rotina da crian\u00e7a\u201d, assegura. Em rela\u00e7\u00e3o ao Brasil, a pesquisa apontou que 83,6% dos jovens s\u00e3o sedent\u00e1rios. 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