{"id":154399,"date":"2020-02-21T06:04:48","date_gmt":"2020-02-21T09:04:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=154399"},"modified":"2020-02-21T06:04:50","modified_gmt":"2020-02-21T09:04:50","slug":"governadores-vivem-embate-com-suas-policias-em-varios-estados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2020\/02\/21\/governadores-vivem-embate-com-suas-policias-em-varios-estados\/","title":{"rendered":"Governadores vivem embate com suas pol\u00edcias em v\u00e1rios estados"},"content":{"rendered":"\n<p>PORTO ALEGRE, RS, RECIFE, PE, CURITIBA, PR, E BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) \u2013 Assim como no Cear\u00e1, estado administrado por Camilo Santana (PT), de norte a sul do pa\u00eds governadores enfrentam embates com categorias policiais, com tens\u00e3o elevada em tornos de pautas como reajuste salarial e condi\u00e7\u00f5es de trabalho, mas que tamb\u00e9m adentram a pauta pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Para\u00edba, por exemplo, o clima de tens\u00e3o entre o governo estadual e as for\u00e7as policiais \u00e9 bastante elevado. Nesta quarta-feira (19), parte do efetivo de Pol\u00edcia Militar, Pol\u00edcia Civil e Corpo de Bombeiros realizou uma paralisa\u00e7\u00e3o de advert\u00eancia de 12 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma nova manifesta\u00e7\u00e3o por reajuste salarial e melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho pode ocorrer durante o Carnaval. Desta vez, a paralisa\u00e7\u00e3o, que inclui retirada de policiais em servi\u00e7o extra e fechamento de delegacias, ser\u00e1 de 24 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>O movimento desta quarta-feira deixou um saldo de seis viaturas da PM danificadas antes do desfile do bloco Muri\u00e7ocas do Miramar, que reuniu uma multid\u00e3o em Jo\u00e3o Pessoa.<\/p>\n\n\n\n<p>Devido \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o, o efetivo da Pol\u00edcia Militar que estava previsto para a seguran\u00e7a do evento foi reduzido de 800 para 500 homens. O coronel Francisco de Assis, presidente do Clube dos Oficiais da Pol\u00edcia e Bombeiro Militar, informou que o Governo da Para\u00edba n\u00e3o se posiciona sobre os pedidos das categorias.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com ele, os policiais querem reajuste salarial de 24%, dividido em tr\u00eas anos, e ainda a incorpora\u00e7\u00e3o ao sal\u00e1rio da chamada bolsa-desempenho, gratifica\u00e7\u00e3o que chega a 45% do valor dos vencimentos para aqueles que est\u00e3o na rua. O valor \u00e9 pago desde 2012.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAqui na Para\u00edba, um dos estados que mais reduziu o n\u00famero de homic\u00eddios, o policial que leva um tiro e fica sem poder ir para a rua recebe como pr\u00eamio uma redu\u00e7\u00e3o de quase metade do sal\u00e1rio porque a bolsa-desempenho \u00e9 cortada\u201d, diz Assis.<\/p>\n\n\n\n<p>O Governo da Para\u00edba informou que continua mobilizado para chegar a um acordo por meio do di\u00e1logo com os policiais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em decis\u00e3o liminar, o desembargador Leandro Santos, do TJ-PB (Tribunal de Justi\u00e7a da Para\u00edba), decretou a ilegalidade do movimento e determinou a suspens\u00e3o de qualquer tipo de paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os policiais.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Bahia, ap\u00f3s um movimento iniciado em outubro do ano passado por policiais, houve um acordo com o governo, que enviou para o Legislativo um projeto de lei para reorganiza\u00e7\u00e3o da carreira no estado. A proposta foi aprovada no in\u00edcio do ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o deputado estadual Soldado Prisco (PSC), com o acordo, n\u00e3o h\u00e1 sinaliza\u00e7\u00e3o de greve pela categoria. J\u00e1 houve epis\u00f3dios de confrontos com o governo em 2012.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o parlamentar, os policiais ainda aguardam, por\u00e9m, o envio de outro projeto de lei pelo governo, que promete instituir um plano de carreira para a categoria, proposta esperada desde 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMesmo sem greve, h\u00e1 uma \u2018greve branca\u2019 porque, com a demora para se cumprir algumas promessas, o policial perde o est\u00edmulo para trabalhar\u201d, afirma o deputado.<\/p>\n\n\n\n<p>Em S\u00e3o Paulo, muito longe de atender as expectativas dos policiais, que aguardavam uma valoriza\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, o governador Jo\u00e3o Doria (PSDB) anunciou em outubro um aumento salarial de 5% para as for\u00e7as de seguran\u00e7a paulista.<\/p>\n\n\n\n<p>O aumento, que deve valer a partir de 1\u00ba de janeiro, foi considerado pelas associa\u00e7\u00f5es de classe quase uma afronta em raz\u00e3o da discrep\u00e2ncia entre a promessa de campanha, quando Doria prometeu o melhor sal\u00e1rio do pa\u00eds \u00e0s suas pol\u00edcias, e o anunciado, que n\u00e3o repara a defasagem salarial acumulada h\u00e1 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>As cr\u00edticas dos policiais acontecem porque, desde o ano passado, Doria prometia reajustes recordes \u00e0s for\u00e7as de seguran\u00e7a paulista para mudar o quadro do estado, que tem um dos piores sal\u00e1rios do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Com sal\u00e1rios parcelados, como no Rio Grande do Sul, e defasagem h\u00e1 pelo menos cinco anos como em Alagoas, servidores da seguran\u00e7a do Norte ao Sul do pa\u00eds t\u00eam organizado manifesta\u00e7\u00f5es. Os protestos partem tanto dos militares como dos civis.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSe n\u00e3o tiver di\u00e1logo, pode acontecer o que aconteceu no Cear\u00e1. A gente tem receio que o governo fa\u00e7a o mesmo que l\u00e1 [avan\u00e7ar com retroescavadeira]. Se fizer isso, vamos tratar na mesma moeda do pessoal l\u00e1 [tiro]\u201d, diz Ricardo Naz\u00e1rio da Silva, presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol-AL).<\/p>\n\n\n\n<p>Os policiais civis de Alagoas est\u00e3o paralisados parcialmente nesta semana. Eles entregam folhetos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e organizaram doa\u00e7\u00f5es de sangue. \u201cEm respeito \u00e0 sociedade e ao povo, vamos trabalhar no Carnaval. Mas voltaremos a paralisar na quarta-feira de cinzas\u201d, explica o presidente.<\/p>\n\n\n\n<p>A principal reivindica\u00e7\u00e3o \u00e9 por melhores sal\u00e1rios. O ensino superior \u00e9 obrigat\u00f3rio para ingressar na Pol\u00edcia Civil de Alagoas desde 2007, ainda assim o sal\u00e1rio inicial \u00e9 menor do que os militares com ensino m\u00e9dio, reclamam.<\/p>\n\n\n\n<p>No Rio Grande do Sul, a queixa principal \u00e9 que os sal\u00e1rios sejam pagos no final do m\u00eas. \u201cEstamos h\u00e1 praticamente h\u00e1 cinco anos com parcelamento de sal\u00e1rios. O governo estadual aprovou medidas que buscam sa\u00edda para a crise fiscal punindo os servidores p\u00fablicos\u201d, diz Jos\u00e9 Clemente da Silva Corr\u00eaa, presidente da Abamf (Associa\u00e7\u00e3o Beneficente Antonio Mendes Filho), entidade que representa os cabos e soldados da Brigada Militar, a PM ga\u00facha.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cRecebemos diariamente manifesta\u00e7\u00f5es de descontentamento e desmotiva\u00e7\u00e3o por causa de todo esse cen\u00e1rio de desprest\u00edgio aos militares. H\u00e1 uma insatisfa\u00e7\u00e3o grande, uma sensa\u00e7\u00e3o e revolta. Esse sentimento dos colegas foge da nossa al\u00e7ada\u201d, diz Corr\u00eaa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em dezembro, milhares de bombeiros, militares e policiais civis ga\u00fachos, alguns acompanhados de suas fam\u00edlias, protestaram no centro de Porto Alegre. Os servidores viajaram de diversas cidades do interior para o ato na capital.<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre o parcelamento de sal\u00e1rios, a Secretaria de Seguran\u00e7a P\u00fablica do RS afirma que n\u00e3o s\u00e3o apenas os militares os atingidos, \u201cmas todos os servidores do Executivo, em raz\u00e3o das dificuldades fiscais enfrentadas pelo Estado\u201d. A pasta tamb\u00e9m afirmou que as categorias da seguran\u00e7a \u201cforam uma das \u00fanicas que receberam reajuste nos \u00faltimos anos\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>No estado vizinho, em Santa Catarina, os policiais civis se dizem prejudicados pela san\u00e7\u00e3o de Jair Bolsonaro (sem partido) \u00e0 previd\u00eancia dos militares. Isso porque, at\u00e9 ent\u00e3o, os sal\u00e1rios das categorias eram indexados. Eles pedem que o governo estadual aprove sua pr\u00f3pria lei sobre o tema, igualando as categorias.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Paulo Abreu, diretor jur\u00eddico do Sinpol-SC (Sindicato dos Policiais Civis de Santa Catarina), uma cartilha orientando \u201copera\u00e7\u00e3o padr\u00e3o\u201d foi aprovada pela categoria no final do ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA opera\u00e7\u00e3o padr\u00e3o \u00e9 dentro da lei, n\u00e3o \u00e9 uma greve ou paralisa\u00e7\u00e3o. Seguimos as normas. Por exemplo, a lei diz que o atendimento ao cidad\u00e3o tem que ser feito com a presen\u00e7a de dois policiais, mas as delegacias s\u00f3 t\u00eam um. Diz que os coletes e muni\u00e7\u00e3o t\u00eam que estar em dia. Se formos seguir isso, ningu\u00e9m sai para a rua\u201d, explica Abreu.<\/p>\n\n\n\n<p>No Esp\u00edrito Santo, o clima de tens\u00e3o entre policiais e governo continua desde que foi enviada proposta de reajuste salarial da categoria ao Legislativo, no \u00faltimo dia 7. A principal reivindica\u00e7\u00e3o \u00e9 pela restitui\u00e7\u00e3o de perdas remunerat\u00f3rias acumuladas nos \u00faltimos quatro anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Com amea\u00e7as de paralisa\u00e7\u00f5es, na ter\u00e7a-feira (18), o Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual emitiu uma recomenda\u00e7\u00e3o aos sindicatos e associa\u00e7\u00f5es para que a categoria n\u00e3o realize atos que possam comprometer a ordem p\u00fablica, como diminui\u00e7\u00e3o de policiais nas ruas ou mesmo greve.<\/p>\n\n\n\n<p>O of\u00edcio da institui\u00e7\u00e3o foi entregue a 10 institui\u00e7\u00f5es representativas de classe. O MP pede que provid\u00eancias sejam tomadas em at\u00e9 72 horas a partir do recebimento da recomenda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O estado j\u00e1 viveu uma greve policial de 21 dias em 2017. No per\u00edodo, foram registrados 225 homic\u00eddios.<\/p>\n\n\n\n<p>O atual governo, de Renato Casagrande (PSB), afirma que diversos pleitos da categoria foram atendidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Cita, por exemplo, a anistia administrativa aos policiais que respondiam processos abertos em 2017 e a reestrutura\u00e7\u00e3o da lei de promo\u00e7\u00e3o de pra\u00e7as e oficiais.<\/p>\n\n\n\n<p>Aponta tamb\u00e9m que foram retomados os investimentos nas pol\u00edcias, como aquisi\u00e7\u00e3o de viaturas, armamentos, aumento no valor de di\u00e1rias e acr\u00e9scimo de vagas em concurso p\u00fablico em andamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Mato Grosso do Sul, os militares pedem reposi\u00e7\u00e3o salarial porque alegam que os vencimentos est\u00e3o defasados h\u00e1 cinco anos. Em 2019, eles fizeram uma caminhada e paralisaram o trabalho por 24h.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPor ora, estamos em fase de negocia\u00e7\u00e3o. Nossa data base \u00e9 1\u00ba de maio. Estamos iniciando o di\u00e1logo, mas n\u00e3o se descarta manifesta\u00e7\u00e3o ou paralisa\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, ainda n\u00e3o \u00e9 o momento\u201d, diz Thiago M\u00f4naco Marques, presidente da AME-MS (Associa\u00e7\u00e3o dos Militares Estaduais do Mato Grosso do Sul).<\/p>\n\n\n\n<p>Casos de repress\u00e3o aos policiais manifestantes e viol\u00eancia por parte da pr\u00f3pria categoria, como se viu no Cear\u00e1, levantam quest\u00f5es sobre cidadania dos militares.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA cidadania do policial militar tem sido negada, efetivamente. Como regra, eles n\u00e3o s\u00e3o ouvidos por seus superiores, apenas mandados. Quando se manifestam, s\u00e3o punidos. Ao mesmo tempo, s\u00e3o estimulados e homenageados quando agem com viol\u00eancia. H\u00e1 uma cultura que associa o PM ao \u2018guerreiro\u2019 e que ir\u00e1 tamb\u00e9m expor os policiais a riscos desnecess\u00e1rios\u201d, diz Marcos Rolim, doutor em Sociologia pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e membro fundador do F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00c9 evidente que profissionais com forma\u00e7\u00e3o deficiente e uma hist\u00f3ria de viol\u00eancia manifestem essas caracter\u00edsticas tamb\u00e9m quando reivindicam melhores sal\u00e1rios\u201d, afirma Rolim.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDe um lado, um regime hier\u00e1rquico frequentemente abusivo, que estressa e humilha a tropa; de outro, a aus\u00eancia de um controle efetivo, interno e externo, sobre a a\u00e7\u00e3o policial. Nesse espa\u00e7o, crescem a viol\u00eancia policial, as mil\u00edcias e as possibilidades de associa\u00e7\u00e3o ao crime\u201d, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo de Romeu Zema (Novo) enfrentou um ano de negocia\u00e7\u00f5es e protestos de servidores da seguran\u00e7a p\u00fablica at\u00e9 chegar ao projeto de lei que estabeleceu recomposi\u00e7\u00e3o salarial de 41,7% para o setor, mesmo com o estado em crise.<\/p>\n\n\n\n<p>Aprovada pela Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (19), os dois votos contr\u00e1rios a proposta vieram de deputados do Novo, partido de Zema. Um deles, Guilherme da Cunha, vice-l\u00edder do governo, diz que o governador foi pressionado na negocia\u00e7\u00e3o, com amea\u00e7as de greves.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cGeraria um caos social semelhante ao que tivemos no Esp\u00edrito Santo, com saques \u00e0s lojas do com\u00e9rcio, uma onda de assassinatos e viol\u00eancia. Acredito que o governador pressionado, por essa situa\u00e7\u00e3o, acabou optando pelo que, diante das op\u00e7\u00f5es dele, pareceu menos pior\u201d, disse a jornalistas na ter\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Representantes de policiais militares, ouvidos pela reportagem, discordam. Segundo eles, houve constru\u00e7\u00e3o na negocia\u00e7\u00e3o que se arrastou por um ano, onde mostraram cen\u00e1rio de seis anos sem recomposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PORTO ALEGRE, RS, RECIFE, PE, CURITIBA, PR, E BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) \u2013 Assim como no Cear\u00e1, estado administrado por Camilo Santana (PT), de norte&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":154400,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-154399","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/154399","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=154399"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/154399\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":154401,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/154399\/revisions\/154401"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/154400"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=154399"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=154399"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=154399"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}