{"id":175481,"date":"2020-06-23T06:45:11","date_gmt":"2020-06-23T09:45:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=175481"},"modified":"2020-06-23T06:45:11","modified_gmt":"2020-06-23T09:45:11","slug":"pesquisa-revela-aumento-do-consumo-de-noticias-durante-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2020\/06\/23\/pesquisa-revela-aumento-do-consumo-de-noticias-durante-pandemia\/","title":{"rendered":"Pesquisa revela aumento do consumo de not\u00edcias durante pandemia"},"content":{"rendered":"\n<h1 class=\"wp-block-heading\"><\/h1>\n\n\n\n<p>Apandemia de covid-19 levou sete a cada dez pessoas a consumir not\u00edcias diariamente e a se manter atualizadas sobre os acontecimentos por meio da televis\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Para 65% dos 831 participantes do levantamento da pesquisa Coronav\u00edrus, Comunica\u00e7\u00e3o e Informa\u00e7\u00e3o, elaborada por docentes da Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo (UFES), outras fontes centrais de informa\u00e7\u00e3o foram a vers\u00e3o online de jornais e os blogs.<\/p>\n\n\n\n<p>Os volunt\u00e1rios, oriundos de 24 estados e tamb\u00e9m de outros pa\u00edses, responderam question\u00e1rio on-line, entre os dias 12 e 19 abril.<\/p>\n\n\n\n<p>Por meio dos resultados, observa-se que o que mais se privilegiou foram a atua\u00e7\u00e3o do governo federal (81,46%), a divulga\u00e7\u00e3o de descobertas cient\u00edficas (73,89%) e o que se recomendava como medidas de preven\u00e7\u00e3o contra a doen\u00e7a (72,32%). Outros t\u00f3picos que despertaram interesse foram a rea\u00e7\u00e3o de outros pa\u00edses frente ao problema (65,7%), n\u00fameros relativos ao tota<\/p>\n\n\n\n<p>l de \u00f3bitos e casos confirmados da doen\u00e7a (59%), causas e sintomas de covid-19 (52,5%) e redes de solidariedade que se formaram com o objetivo de prestar ajuda a pessoas que estivessem passando necessidades (51,3%).<img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/paraibaonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/noticia-567x339.jpg\" alt=\"Foto: Marcello Casal jr\/Ag\u00eancia Brasil\" data-srcset=\"https:\/\/paraibaonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/noticia-567x339.jpg 567w, https:\/\/paraibaonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/noticia-900x538.jpg 900w, https:\/\/paraibaonline.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/noticia.jpg 1170w\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" style=\"--smush-placeholder-width: 567px; --smush-placeholder-aspect-ratio: 567\/339;\"><\/p>\n\n\n\n<p>Foto: Marcello Casal jr\/Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Compartilhamento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A maioria dos entrevistados declarou compartilhar conte\u00fados referentes \u00e0 pandemia. A periodicidade variou. Enquanto mais da metade (57,2%) afirmou divulgar \u00e0s vezes; 22% fizeram diariamente e 1,4% com outra frequ\u00eancia. No total, cerca de um quinto (19,4%) disse que n\u00e3o publicou nada.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Teor de conte\u00fados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao teor dos conte\u00fados compartilhados, o que mais se viu foram alertas de autoridades (54,8%), reportagens e artigos jornal\u00edsticos (49,9%), \u00e1udios e v\u00eddeos de especialistas (44,5%) e informa\u00e7\u00f5es sobre causas e sintomas (28,2%).<\/p>\n\n\n\n<p>Na outra m\u00e3o, nota-se que 58,4% receberam reportagens e artigos jornal\u00edsticos, 53,4% memes e 52,3% \u00e1udios e v\u00eddeos de especialistas. Aqui, ficaram praticamente parelhos as fake news e os alertas de autoridades, com 47,7% e 47,4%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mudan\u00e7a de rotina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a professora Daniela Zanetti, uma das autoras da pesquisa, assinada com Ruth Reis, a prefer\u00eancia pelos formatos televisivo e online de notici\u00e1rios tem a ver com a mudan\u00e7a de rotina que foi promovida durante a pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando a gente fez essa pesquisa, foi exatamente quando houve maior isolamento social. A m\u00e9dia no Brasil era maior. Todos os ve\u00edculos v\u00eam noticiando que vem caindo essa taxa, meio que voltando a uma normalidade que n\u00e3o existe. Ent\u00e3o, realmente, aumentou o consumo de meios de comunica\u00e7\u00e3o jornal\u00edstico. Se a gente estava em uma via de menos consumo de televis\u00e3o, tudo migrando para as redes [sociais] ou fonte de informa\u00e7\u00e3o variada, percebemos que nesse per\u00edodo a televis\u00e3o e esses canais mais institucionalizados voltaram a ter mais for\u00e7a, e tamb\u00e9m come\u00e7ou mais o consumo multitelas\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSe se pensa em uma rotina de estar sempre na rua, em v\u00e1rios ambientes, mas n\u00e3o estar em casa para ligar a TV, voc\u00ea vai acessar o dispositivo que est\u00e1 mais \u00e0 m\u00e3o, que \u00e9 o celular. Ent\u00e3o, ficando em casa, a televis\u00e3o fica com mais uma tela, que pode estar facilmente sendo usada enquanto voc\u00ea faz outras coisas. Isso foi uma coisa que nos ocorreu\u201d, acrescenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Perguntada sobre a possibilidade de se considerar os resultados obtidos pelo levantamento como um sinal de que parte da popula\u00e7\u00e3o tornou a confiar mais na imprensa, ap\u00f3s desacredit\u00e1-la, Daniela diz que n\u00e3o h\u00e1 como se fazer tal afirmativa.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAcho que \u00e9 preciso agregar mais pesquisas em rela\u00e7\u00e3o a isso. Agora, com certeza, os meios de comunica\u00e7\u00e3o t\u00eam tido esse papel importante de esclarecer com dados mais fidedignos.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apandemia de covid-19 levou sete a cada dez pessoas a consumir not\u00edcias diariamente e a se manter atualizadas sobre os acontecimentos por meio da televis\u00e3o.&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":88201,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-175481","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/175481","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=175481"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/175481\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":175483,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/175481\/revisions\/175483"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/88201"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=175481"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=175481"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=175481"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}