{"id":180976,"date":"2020-07-28T16:58:03","date_gmt":"2020-07-28T19:58:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=180976"},"modified":"2020-07-28T16:58:03","modified_gmt":"2020-07-28T19:58:03","slug":"orca-que-carregou-filhote-morto-por-mais-de-duas-semanas-vai-dar-a-luz-novamente-dizem-biologos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2020\/07\/28\/orca-que-carregou-filhote-morto-por-mais-de-duas-semanas-vai-dar-a-luz-novamente-dizem-biologos\/","title":{"rendered":"Orca que carregou filhote morto por mais de duas semanas vai dar \u00e0 luz novamente, dizem bi\u00f3logos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A orca Tahlequah, tamb\u00e9m conhecida como J35, est\u00e1 prenha mais uma vez. \u00c9 o que disseram no domingo (28) os pesquisadores do Southall Environmental Associates (SEA) nos\u00a0Estados Unidos. Em 2018, ela emocionou o mundo por ter carregado,\u00a0durante mais de duas semanas, seu filhote morto pelo oceano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Duas fotos tiradas por pesquisadores da institui\u00e7\u00e3o registraram uma mudan\u00e7a no corpo de Tahlequah entre setembro de 2019 e julho de 2020. Segundo os bi\u00f3logos da institui\u00e7\u00e3o, o aumento na regi\u00e3o abdominal indica que ela pode estar pr\u00f3xima de dar \u00e0 luz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As imagens fazem parte de um projeto da institui\u00e7\u00e3o que acompanha a migra\u00e7\u00e3o dos animais marinhos com o uso de drones. Os pesquisadores identificaram tamb\u00e9m que h\u00e1 outras orcas no grupo de Tahlequah que est\u00e3o prenha, em uma gesta\u00e7\u00e3o que pode durar entre 17 e 18 meses.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/P_TC8rpxQZkB8JyCD1LvAwFKt20=\/0x0:2000x1065\/1008x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2018\/s\/h\/OJkuL5QeCZylGhqRNz9w\/ap18207037941304-b.jpg\" alt=\"Orca carrega seu filhote morto em imagem feita no dia 24 de julho. No dia 8 de agosto ela foi vista novamente, ainda carregando o filhote morto. \u2014 Foto: Michael Weiss\/Center for Whale Research via AP\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Orca carrega seu filhote morto em imagem feita no dia 24 de julho. No dia 8 de agosto ela foi vista novamente, ainda carregando o filhote morto. \u2014 Foto: Michael Weiss\/Center for Whale Research via AP<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Grupo corre perigo de extin\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As orcas que vivem na costa norte-americana correm risco de extin\u00e7\u00e3o. Para alimenta\u00e7\u00e3o, elas dependem do salm\u00e3o-rei, esp\u00e9cie que est\u00e1 em decl\u00ednio. A comunidade da futura mam\u00e3e tem cerca de 73 indiv\u00edduos e \u00e9 frequentemente encontrada perto da ilha de Vancouver, no Canad\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pesquisas indicam que s\u00f3 cerca de um ter\u00e7o das orcas nascidas nos \u00faltimos 20 anos sobrevivem. Segundo o centro, nenhuma gravidez nos \u00faltimos tr\u00eas anos produziu um filhote que tenha sobrevivido. A maior parte das mortes se d\u00e1 por conta da falta de alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ken Balcomb, diretor do Center for Whale Research disse que espera que a situa\u00e7\u00e3o estimule uma mudan\u00e7a fundamental. Ele defende a derrubada de represas no rio Lower Snake, nos EUA, para aumentar as migra\u00e7\u00e3o do salm\u00e3o, alimento natural das orcas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">com g1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A orca Tahlequah, tamb\u00e9m conhecida como J35, est\u00e1 prenha mais uma vez. \u00c9 o que disseram no domingo (28) os pesquisadores do Southall Environmental Associates (SEA) nos\u00a0Estados Unidos. Em 2018, ela emocionou o mundo por ter carregado,\u00a0durante mais de duas semanas, seu filhote morto pelo oceano. Duas fotos tiradas por pesquisadores da institui\u00e7\u00e3o registraram uma mudan\u00e7a no corpo de Tahlequah entre setembro de 2019 e julho de 2020. Segundo os bi\u00f3logos da institui\u00e7\u00e3o, o aumento na regi\u00e3o abdominal indica que ela pode estar pr\u00f3xima de dar \u00e0 luz. As imagens fazem parte de um projeto da institui\u00e7\u00e3o que acompanha a migra\u00e7\u00e3o dos animais marinhos com o uso de drones. Os pesquisadores identificaram tamb\u00e9m que h\u00e1 outras orcas no grupo de Tahlequah que est\u00e3o prenha, em uma gesta\u00e7\u00e3o que pode durar entre 17 e 18 meses. Orca carrega seu filhote morto em imagem feita no dia 24 de julho. No dia 8 de agosto ela foi vista novamente, ainda carregando o filhote morto. \u2014 Foto: Michael Weiss\/Center for Whale Research via AP Grupo corre perigo de extin\u00e7\u00e3o As orcas que vivem na costa norte-americana correm risco de extin\u00e7\u00e3o. Para alimenta\u00e7\u00e3o, elas dependem do salm\u00e3o-rei, esp\u00e9cie que est\u00e1 em decl\u00ednio. A comunidade da futura mam\u00e3e tem cerca de 73 indiv\u00edduos e \u00e9 frequentemente encontrada perto da ilha de Vancouver, no Canad\u00e1. Pesquisas indicam que s\u00f3 cerca de um ter\u00e7o das orcas nascidas nos \u00faltimos 20 anos sobrevivem. Segundo o centro, nenhuma gravidez nos \u00faltimos tr\u00eas anos produziu um filhote que tenha sobrevivido. A maior parte das mortes se d\u00e1 por conta da falta de alimenta\u00e7\u00e3o. Ken Balcomb, diretor do Center for Whale Research disse que espera que a situa\u00e7\u00e3o estimule uma mudan\u00e7a fundamental. 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