{"id":209397,"date":"2021-03-08T11:13:47","date_gmt":"2021-03-08T14:13:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=209397"},"modified":"2021-03-08T11:13:51","modified_gmt":"2021-03-08T14:13:51","slug":"feminismo-e-para-todos-nao-e-so-respeitar-o-diferente-e-querer-que-ele-exista-enquanto-diferente-diz-especialista-sobre-a-luta-das-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2021\/03\/08\/feminismo-e-para-todos-nao-e-so-respeitar-o-diferente-e-querer-que-ele-exista-enquanto-diferente-diz-especialista-sobre-a-luta-das-mulheres\/","title":{"rendered":"Feminismo \u00e9 para todos: &#8216;N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 respeitar o diferente, \u00e9 querer que ele exista enquanto diferente&#8217;, diz especialista sobre a luta das mulheres"},"content":{"rendered":"\n<p>Em 1975, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas oficializou o 8 de mar\u00e7o como o\u00a0Dia Internacional da Mulher, em homenagem aos protestos que, desde 1911, tomaram o mundo por mulheres que reivindicavam melhores condi\u00e7\u00f5es de trabalho e igualdade de direitos. No entanto, por que 110 anos depois, ainda h\u00e1 grupos que lutam por pautas que soam t\u00e3o parecidas?<\/p>\n\n\n\n<p>O\u00a0<strong>G1<\/strong>\u00a0conversou com estudiosas sobre o tema para entender quais s\u00e3o os principais debates que levam grupos a defenderem igualdade de direitos entre homens e mulheres na sociedade e qual o ponto de conex\u00e3o entre todas as lutas.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO foco \u00e9 tentar diminuir desigualdades substanciais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres, pensando em romper barreiras, discrimina\u00e7\u00f5es e em pensar que ela esteja junto e n\u00e3o contra\u201d, explica L\u00edvia Paiva, professora de direitos humanos do Instituto Federal do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/V-IGeRf07CGbB6UqxA9LcoB_Ts4=\/0x0:1920x1080\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2021\/N\/f\/UV83POSyALPH15QWATkA\/livia.jpg\" alt=\"L\u00edvia Paiva, professora de direitos humanos da IFRJ, comenta que &quot;as mulheres morrem porque s\u00e3o mulheres&quot; \u2014 Foto: Marih Oliveira\/ TV Globo\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>L\u00edvia Paiva, professora de direitos humanos da IFRJ, comenta que &#8220;as mulheres morrem porque s\u00e3o mulheres&#8221; \u2014 Foto: Marih Oliveira\/ TV Globo<\/p>\n\n\n\n<p>A professora cita obst\u00e1culos que, muitas vezes, s\u00e3o invis\u00edveis e precisam ser vencidos no que diz respeito \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero, como o ass\u00e9dio no ambiente de trabalho, a&nbsp;<a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/economia\/concursos-e-emprego\/noticia\/2021\/03\/08\/mulheres-ganham-menos-que-homens-em-todos-os-estados-e-no-df-veja-a-diferenca-por-local.ghtml\">remunera\u00e7\u00e3o de mulheres abaixo da de homens<\/a>&nbsp;e a baixa ocupa\u00e7\u00e3o de cargos de poder de profissionais do sexo feminino.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>&#8220;Se a gente olhar todos os dados de seguran\u00e7a p\u00fablica ou do Dossi\u00ea Mulher, vemos que&nbsp;as mulheres morrem porque s\u00e3o mulheres, que s\u00e3o assediadas ou t\u00eam uma qualidade de vida mais prec\u00e1ria porque s\u00e3o mulheres\u201d, explica L\u00edvia Paiva.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Para ampliar o debate, Juliana Borges, escritora e consultora do N\u00facleo de Enfrentamento e Mem\u00f3ria de Combate \u00e0 Viol\u00eancia da OAB-SP, acrescenta que seria simples se a pr\u00e1tica funcionasse como a teoria:&nbsp;<strong>sal\u00e1rio igual para trabalho igual.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEssa \u00e9 uma grande pauta do movimento de mulheres,&nbsp;se eu trabalho a mesma quantidade de horas que um homem, cumprindo uma mesma fun\u00e7\u00e3o, eu devo receber o mesmo que esse homem. A gente sabe que mulheres brancas recebem cerca de 70% do que homens brancos, enquanto mulheres negras recebem at\u00e9 25% apenas do que esses homens brancos. Ent\u00e3o por que essa diferen\u00e7a se essas pessoas est\u00e3o cumprindo as mesmas fun\u00e7\u00f5es?\u201d, argumenta Juliana Borges.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/l0vWNtl79NBalOpy-ASPjMNRYM0=\/0x0:2200x1467\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2021\/E\/A\/pvL1u7SZm9rTXOsmkxAw\/juliana-01.jpg\" alt=\"Juliana Borges, escritora, defende que trabalho igual deve ser remunerado igualmente para todas pessoas \u2014 Foto: Marcelo Brandt\/G1\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Juliana Borges, escritora, defende que trabalho igual deve ser remunerado igualmente para todas pessoas \u2014 Foto: Marcelo Brandt\/G1<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a escritora explica que n\u00e3o d\u00e1 para discutir o feminismo hoje sem levar em conta classe, g\u00eanero e ra\u00e7a. Ela defende que a sociedade como um todo ganha quando se \u00e9 pensado em pol\u00edtica p\u00fablicas voltadas para essas intersec\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSe n\u00f3s estamos na base da pir\u00e2mide, n\u00e3o significa que os nossos temas sejam espec\u00edficos, significa que,&nbsp;garantir a mobilidade de mulheres negras significa garantir a mobilidade de toda a sociedade, todo mundo ganha quando mulheres negras, mulheres quilombolas, mulheres ind\u00edgenas andam, porque essas mulheres comp\u00f5em a base da sociedade\u201d, conclui.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Mulheres como chefes de fam\u00edlias \u2014 o &#8220;trabalho invis\u00edvel&#8221;<\/h4>\n\n\n\n<p>Um levantamento da consultoria IDados, baseado em n\u00fameros do IBGE de 2019, aponta que\u00a034 milh\u00f5es dos lares brasileiros s\u00e3o chefiados por mulheres. A pesquisa fez o recorte de mulheres com c\u00f4njuge.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo L\u00edvia, esses n\u00fameros revelam que parte importante do trabalho da grande maioria das mulheres n\u00e3o \u00e9 reconhecido, como o cuidar da casa e dos filhos.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cO capitalismo junto com o patriarcado s\u00e3o duas estruturas muito fortes, ent\u00e3o a gente pensa que boa parte do trabalho de uma mulher brasileira n\u00e3o \u00e9 remunerado. Por tr\u00e1s de cada trabalhador de uma f\u00e1brica que est\u00e1 empregado existe um trabalho muito invisibilizado de uma mulher\u201d.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Ass\u00e9dio e opress\u00e3o<\/h4>\n\n\n\n<p>A professora lembra que as mulheres s\u00e3o a metade da popula\u00e7\u00e3o do mundo e questiona: \u201co que nos une?\u201d Ela diz que frequentemente s\u00e3o as falas de ass\u00e9dio ou de quando foram oprimidas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando uma mulher tenta se separar e ela \u00e9 agredida, ouve:<em>&nbsp;\u2018se voc\u00ea n\u00e3o for minha, voc\u00ea n\u00e3o vai ser de mais ningu\u00e9m\u2019<\/em>. Onde \u00e9 que eles [homens] aprenderam isso? \u00c9 evidente que existe uma estrutura por tr\u00e1s. De norte a sul do pa\u00eds, a gente ouve relatos muito parecidos de pessoas muito diferentes\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">A Lei Maria da Penha e a luta feminista<\/h4>\n\n\n\n<p>\u201cO Brasil \u00e9 o quinto pa\u00eds mais agressor do mundo&nbsp;e isso mostra uma discrep\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2004-2006\/2006\/Lei\/L11340.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei Maria da Penha<\/a>, considerada a terceira melhor lei do mundo pela ONU. Isso denota que uma lei, por si s\u00f3, n\u00e3o vai modificar toda uma estrutura cultural\u201d, esclarece a delegada Fernanda Fernandes, titular da Delegacia de Atendimento \u00e0 Mulher (Deam) de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/X3gid4jGvIF_ipx7XA7Vhzu2Qng=\/0x0:1920x1080\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2021\/o\/M\/iLVUUISVamDTZowFJ4Pg\/fernanda-delegada.jpg\" alt=\"Fernanda Fernandes, delegada da Deam de Duque de Caxias, ressalta a import\u00e2ncia da Lei Maria da Penha na prote\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher \u2014 Foto: Marcos Serra Lima\/ TV Globo\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Fernanda Fernandes, delegada da Deam de Duque de Caxias, ressalta a import\u00e2ncia da Lei Maria da Penha na prote\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher \u2014 Foto: Marcos Serra Lima\/ TV Globo<\/p>\n\n\n\n<p>Para ela, a Lei Maria da Penha \u00e9 extremamente importante na defesa da mulher porque n\u00e3o transita apenas na esfera punitiva em rela\u00e7\u00e3o ao agressor, mas tamb\u00e9m assegura no que diz respeito \u00e0s quest\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 v\u00edtima.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>\u201cPrecisamos de pol\u00edticas p\u00fablicas preventivas educacionais para que a sociedade entenda que&nbsp;a viol\u00eancia dom\u00e9stica n\u00e3o \u00e9 um problema isolado da v\u00edtima, \u00e9 um problema de toda a sociedade\u201d.<\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Uma das grandes dificuldades \u00e9 quebrar o ciclo da viol\u00eancia em ambientes em que ele j\u00e1 est\u00e1 instaurado. A delegada conta que,&nbsp;muitas vezes, o agressor n\u00e3o compreende o crime&nbsp;e que, sem uma desconstru\u00e7\u00e3o do machismo, ele continuar\u00e1 tendo a mesma conduta e por isso \u00e9 t\u00e3o importante o encaminhamento para &#8216;grupos reflexivos&#8217;.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de dados do Instituto de Seguran\u00e7a P\u00fablica, a delegada comenta que\u00a0\u201ca maior parte das mulheres que registra ocorr\u00eancia, permanece viva\u201d. Fernanda destaca que, em 2019, cerca de 33% dos casos registrados no estado do Rio de Janeiro foram de amea\u00e7a e outros 33% de les\u00e3o. \u201cProvavelmente os demais casos sejam de subnotifica\u00e7\u00e3o de mulheres que nem saibam que estejam sofrendo alguma viol\u00eancia, como s\u00e3o os casos das viol\u00eancias psicol\u00f3gica ou patrimonial, que muitas vezes v\u00eam seguido de um feminic\u00eddio\u201d, alerta.<\/p>\n\n\n\n<p>No entendimento de Juliana Borges sobre viol\u00eancia dom\u00e9stica, est\u00e1 diretamente ligada a rela\u00e7\u00f5es de poder e de posse, em que o agressor acredita ser dono do corpo da v\u00edtima.<\/p>\n\n\n\n<p>O feminic\u00eddio \u00e9 o homic\u00eddio cometido contra uma mulher pela simples qualidade dela ser mulher. No Brasil, a pena varia de 12 a 30 anos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Por que o feminismo \u00e9 necess\u00e1rio?<\/h4>\n\n\n\n<p>Fernanda Fernandes, Juliana Borges e L\u00edvia Paiva concordam que o movimento vai al\u00e9m da luta por igualdade. Sobre a luta feminista nos dias de hoje, elas dizem:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente n\u00e3o luta para que a diversidade seja tolerada ou que seja respeitada, a gente luta para que ela seja querida.&nbsp;N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 respeitar o diferente, \u00e9 querer que ele exista enquanto diferente. \u00c9 a express\u00e3o da liberdade daquele ser. O feminismo luta para que a diferen\u00e7a exista na sua pot\u00eancia\u201d, define L\u00edvia Paiva.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00e3o d\u00e1 pra gente discutir feminismo sem a gente discutir classe e ra\u00e7a. Ent\u00e3o a interseccionalidade \u00e9 um conceito que articula e que pensa que as quest\u00f5es de ra\u00e7a e classe s\u00e3o dissociadas, precisamos sempre lidar com essas quest\u00f5es de maneira conjunta. Isso vai de encontro com a frase da Angela Davis que &#8216;quando as mulheres negras avan\u00e7am, a sociedade inteira avan\u00e7a&#8217;. O feminismo est\u00e1 dizendo justamente&nbsp;pra gente romper com essa l\u00f3gica de que as diferen\u00e7as na verdade s\u00e3o potencialidades&#8221;, resume Juliana Borges.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO feminismo \u00e9 necess\u00e1rio para evidenciar que a gente ainda tem muita viol\u00eancia contra a mulher,&nbsp;a gente necessita de pol\u00edticas p\u00fablicas de enfrentamento de viol\u00eancia contra a mulher\u201d, conclui Fernanda Fernandes.<\/p>\n\n\n\n<p>Um levantamento feito pelo\u00a0Monitor da Viol\u00eancia\u00a0mostra os &#8220;efeitos colaterais&#8221; da pandemia do coronav\u00edrus sobre as mulheres. Os n\u00fameros apontam\u00a0um aumento nos homic\u00eddios de mulheres e feminic\u00eddios no primeiro semestre de 2020, quando comparado com o mesmo per\u00edodo de 2019. Em rela\u00e7\u00e3o aos homic\u00eddios de mulheres se destacam as regi\u00f5es Norte e Nordeste, onde tr\u00eas estados apresentaram crescimento acima de 80%: Rond\u00f4nia (255%), Tocantins (143%) e Cear\u00e1 (89%). Em rela\u00e7\u00e3o ao feminic\u00eddio, Acre e Par\u00e1 se destacaram com um aumento de 167% e 112%, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Central de Atendimento \u00e0 Mulher \u2013 Ligue 180<\/p>\n\n\n\n<p>Pol\u00edcia Militar para emerg\u00eancias e a viatura vai at\u00e9 o local \u2013 Ligue 190<\/p>\n\n\n\n<p>Pol\u00edcia Civil para atendimento de viol\u00eancia contra a mulher \u2013 Ligue 197<\/p>\n\n\n\n<p><em>G1<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1975, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas oficializou o 8 de mar\u00e7o como o\u00a0Dia Internacional da Mulher, em homenagem aos protestos que, desde 1911, tomaram&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":209403,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[50],"tags":[],"class_list":["post-209397","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/209397","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=209397"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/209397\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":209405,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/209397\/revisions\/209405"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/209403"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=209397"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=209397"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=209397"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}