{"id":210343,"date":"2021-03-15T09:07:47","date_gmt":"2021-03-15T12:07:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=210343"},"modified":"2021-03-15T09:07:49","modified_gmt":"2021-03-15T12:07:49","slug":"vacinacao-contra-covid-so-atingiu-um-terco-das-pessoas-nos-grupos-prioritarios-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2021\/03\/15\/vacinacao-contra-covid-so-atingiu-um-terco-das-pessoas-nos-grupos-prioritarios-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Vacina\u00e7\u00e3o contra Covid s\u00f3 atingiu um ter\u00e7o das pessoas nos grupos priorit\u00e1rios, diz estudo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Brasil s\u00f3 conseguiu vacinar at\u00e9 agora um ter\u00e7o das pessoas que integram grupos classificados como priorit\u00e1rios para a vacina\u00e7\u00e3o contra a Covid-19 e que j\u00e1 foram chamados para tomar a primeira dose, segundo um estudo feito por pesquisadores com base em dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ligados \u00e0 Rede de Pesquisa Solid\u00e1ria, os especialistas calculam que 32% dos integrantes desses segmentos da popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 receberam a primeira aplica\u00e7\u00e3o, e somente 10% a segunda, considerados os registros compilados pelo minist\u00e9rio nos primeiros 49 dias da vacina\u00e7\u00e3o, at\u00e9 o \u00faltimo dia 6.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados mostram que apenas 56% dos profissionais de sa\u00fade, 54% das pessoas com mais de 80 anos de idade e 55% dos ind\u00edgenas conseguiram receber a primeira dose at\u00e9 agora, embora todos nesses grupos tenham lugar garantido na frente da fila desde o come\u00e7o da vacina\u00e7\u00e3o, em janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em segmentos que foram classificados como priorit\u00e1rios desde o in\u00edcio, mas s\u00f3 recentemente foram chamados para tomar a vacina, a cobertura ainda \u00e9 reduzida. Somente 12% dos brasileiros entre 75 e 79 anos e 3% dos que t\u00eam entre 70 e 74 anos receberam a primeira aplica\u00e7\u00e3o at\u00e9 o in\u00edcio deste m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Falta vacina, mas falta tamb\u00e9m organiza\u00e7\u00e3o&#8221;, diz o professor Guilherme Loureiro Werneck, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). &#8220;Temos dificuldades para alcan\u00e7ar at\u00e9 mesmo grupos que s\u00e3o relativamente pequenos numericamente&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo considerou 9 grupos que j\u00e1 foram chamados para a vacina\u00e7\u00e3o, de um total de 29 inicialmente classificados como priorit\u00e1rios pelas autoridades. Novos segmentos foram inclu\u00eddos na lista desde o in\u00edcio do ano, aumentando de 49 milh\u00f5es para 77 milh\u00f5es o n\u00famero de pessoas com prefer\u00eancia, pouco mais de um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os grupos que j\u00e1 podem tomar a vacina, que re\u00fanem cerca de 22 milh\u00f5es de pessoas, s\u00e3o considerados mais vulner\u00e1veis ao coronav\u00edrus por causa da idade e de outros fatores, ou por estarem muito expostos a riscos, como m\u00e9dicos e enfermeiros que trabalham no enfrentamento da pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Parte do problema \u00e9 a inconsist\u00eancia dos crit\u00e9rios para estabelecer prioridades, dizem os pesquisadores. Embora todos os profissionais da sa\u00fade possam entrar na fila, a insufici\u00eancia de vacinas tem levado prefeituras e governos estaduais a vacinar primeiro os mais velhos ou que est\u00e3o na linha de frente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento tamb\u00e9m aponta grande desigualdade regional nos resultados alcan\u00e7ados at\u00e9 aqui. Quase dois ter\u00e7os das pessoas com mais de 80 anos de idade j\u00e1 receberam a primeira dose no Norte e no Centro-Oeste. No Nordeste e no Sul, a cobertura ainda \u00e9 inferior \u00e0 metade do grupo populacional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 a primeira semana de mar\u00e7o, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade distribuiu 18 milh\u00f5es de doses de dois imunizantes, desenvolvidos pela AstraZeneca e pela Sinovac, que come\u00e7aram a ser produzidos pela Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz e pelo Instituto Butantan no Brasil, com mat\u00e9ria-prima importada da China, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade j\u00e1 anunciou outros 183 milh\u00f5es de doses para os pr\u00f3ximos meses, incluindo as que ser\u00e3o fabricadas pelos dois institutos p\u00fablicos e as que poder\u00e3o ser importadas de outros laborat\u00f3rios, alguns ainda em negocia\u00e7\u00e3o com o governo. As previs\u00f5es t\u00eam sido revistas com frequ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nos c\u00e1lculos dos pesquisadores, isso seria mais do que suficiente para aplicar duas doses nos 77 milh\u00f5es de pessoas dos grupos considerados mais vulner\u00e1veis, mas n\u00e3o para atingir o grau de cobertura que seria necess\u00e1rio para proteger o conjunto da popula\u00e7\u00e3o em idade adulta contra a Covid.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Considerando a efic\u00e1cia das vacinas que j\u00e1 foram aprovadas para distribui\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, os especialistas calculam que seria necess\u00e1rio vacinar 70% da popula\u00e7\u00e3o para alcan\u00e7ar esse n\u00edvel de seguran\u00e7a, o que exigiria cerca de 320 milh\u00f5es de doses, ou seja, muito mais do que o governo prev\u00ea conseguir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Teremos mais vacinas nos pr\u00f3ximos meses, mas n\u00e3o conseguiremos alcan\u00e7ar a cobertura necess\u00e1ria com rapidez se continuarmos fazendo as coisas sem coordena\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma Werneck, que trabalhou no levantamento com Ligia Bahia, da UFRJ, e M\u00e1rio Scheffer, da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mesmo que a vacina\u00e7\u00e3o demore a atingir cobertura mais ampla, a imuniza\u00e7\u00e3o dos grupos mais vulner\u00e1veis tende a contribuir para reduzir de forma expressiva os casos mais graves da doen\u00e7a e a necessidade de interna\u00e7\u00e3o para tratamento, aliviando a press\u00e3o que os hospitais sofrem atualmente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m da acelera\u00e7\u00e3o dos esfor\u00e7os para aquisi\u00e7\u00e3o de vacinas, o grupo sugere a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos de coordena\u00e7\u00e3o, incluindo um comit\u00ea t\u00e9cnico para rever o Plano Nacional de Imuniza\u00e7\u00e3o, composto por representantes indicados pelos tr\u00eas Poderes, pela comunidade cient\u00edfica e pela sociedade civil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os pesquisadores prop\u00f5em a fixa\u00e7\u00e3o de metas de cobertura para imuniza\u00e7\u00e3o dos grupos definidos como priorit\u00e1rios, de no m\u00ednimo 90%, e sugerem que novas etapas da campanha de vacina\u00e7\u00e3o sejam iniciadas somente depois que a cobertura dos grupos chamados primeiro atingir o m\u00ednimo de 70%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Eles tamb\u00e9m defendem a amplia\u00e7\u00e3o dos hor\u00e1rios de atendimento da popula\u00e7\u00e3o e campanhas publicit\u00e1rias nos meios de comunica\u00e7\u00e3o e na internet. &#8220;A falta de vacinas interrompe o processo de imuniza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o e gera descr\u00e9dito&#8221;, diz Werneck. &#8220;A comunica\u00e7\u00e3o pode ajudar a conter esse efeito.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>ClickPB<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil s\u00f3 conseguiu vacinar at\u00e9 agora um ter\u00e7o das pessoas que integram grupos classificados como priorit\u00e1rios para a vacina\u00e7\u00e3o contra a Covid-19 e que j\u00e1 foram chamados para tomar a primeira dose, segundo um estudo feito por pesquisadores com base em dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Ligados \u00e0 Rede de Pesquisa Solid\u00e1ria, os especialistas calculam que 32% dos integrantes desses segmentos da popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 receberam a primeira aplica\u00e7\u00e3o, e somente 10% a segunda, considerados os registros compilados pelo minist\u00e9rio nos primeiros 49 dias da vacina\u00e7\u00e3o, at\u00e9 o \u00faltimo dia 6. Os dados mostram que apenas 56% dos profissionais de sa\u00fade, 54% das pessoas com mais de 80 anos de idade e 55% dos ind\u00edgenas conseguiram receber a primeira dose at\u00e9 agora, embora todos nesses grupos tenham lugar garantido na frente da fila desde o come\u00e7o da vacina\u00e7\u00e3o, em janeiro. Em segmentos que foram classificados como priorit\u00e1rios desde o in\u00edcio, mas s\u00f3 recentemente foram chamados para tomar a vacina, a cobertura ainda \u00e9 reduzida. Somente 12% dos brasileiros entre 75 e 79 anos e 3% dos que t\u00eam entre 70 e 74 anos receberam a primeira aplica\u00e7\u00e3o at\u00e9 o in\u00edcio deste m\u00eas. &#8220;Falta vacina, mas falta tamb\u00e9m organiza\u00e7\u00e3o&#8221;, diz o professor Guilherme Loureiro Werneck, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). &#8220;Temos dificuldades para alcan\u00e7ar at\u00e9 mesmo grupos que s\u00e3o relativamente pequenos numericamente&#8221;. O estudo considerou 9 grupos que j\u00e1 foram chamados para a vacina\u00e7\u00e3o, de um total de 29 inicialmente classificados como priorit\u00e1rios pelas autoridades. Novos segmentos foram inclu\u00eddos na lista desde o in\u00edcio do ano, aumentando de 49 milh\u00f5es para 77 milh\u00f5es o n\u00famero de pessoas com prefer\u00eancia, pouco mais de um ter\u00e7o da popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Os grupos que j\u00e1 podem tomar a vacina, que re\u00fanem cerca de 22 milh\u00f5es de pessoas, s\u00e3o considerados mais vulner\u00e1veis ao coronav\u00edrus por causa da idade e de outros fatores, ou por estarem muito expostos a riscos, como m\u00e9dicos e enfermeiros que trabalham no enfrentamento da pandemia. Parte do problema \u00e9 a inconsist\u00eancia dos crit\u00e9rios para estabelecer prioridades, dizem os pesquisadores. Embora todos os profissionais da sa\u00fade possam entrar na fila, a insufici\u00eancia de vacinas tem levado prefeituras e governos estaduais a vacinar primeiro os mais velhos ou que est\u00e3o na linha de frente. O levantamento tamb\u00e9m aponta grande desigualdade regional nos resultados alcan\u00e7ados at\u00e9 aqui. Quase dois ter\u00e7os das pessoas com mais de 80 anos de idade j\u00e1 receberam a primeira dose no Norte e no Centro-Oeste. No Nordeste e no Sul, a cobertura ainda \u00e9 inferior \u00e0 metade do grupo populacional. At\u00e9 a primeira semana de mar\u00e7o, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade distribuiu 18 milh\u00f5es de doses de dois imunizantes, desenvolvidos pela AstraZeneca e pela Sinovac, que come\u00e7aram a ser produzidos pela Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz e pelo Instituto Butantan no Brasil, com mat\u00e9ria-prima importada da China, respectivamente. O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade j\u00e1 anunciou outros 183 milh\u00f5es de doses para os pr\u00f3ximos meses, incluindo as que ser\u00e3o fabricadas pelos dois institutos p\u00fablicos e as que poder\u00e3o ser importadas de outros laborat\u00f3rios, alguns ainda em negocia\u00e7\u00e3o com o governo. As previs\u00f5es t\u00eam sido revistas com frequ\u00eancia. Nos c\u00e1lculos dos pesquisadores, isso seria mais do que suficiente para aplicar duas doses nos 77 milh\u00f5es de pessoas dos grupos considerados mais vulner\u00e1veis, mas n\u00e3o para atingir o grau de cobertura que seria necess\u00e1rio para proteger o conjunto da popula\u00e7\u00e3o em idade adulta contra a Covid. Considerando a efic\u00e1cia das vacinas que j\u00e1 foram aprovadas para distribui\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, os especialistas calculam que seria necess\u00e1rio vacinar 70% da popula\u00e7\u00e3o para alcan\u00e7ar esse n\u00edvel de seguran\u00e7a, o que exigiria cerca de 320 milh\u00f5es de doses, ou seja, muito mais do que o governo prev\u00ea conseguir. &#8220;Teremos mais vacinas nos pr\u00f3ximos meses, mas n\u00e3o conseguiremos alcan\u00e7ar a cobertura necess\u00e1ria com rapidez se continuarmos fazendo as coisas sem coordena\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma Werneck, que trabalhou no levantamento com Ligia Bahia, da UFRJ, e M\u00e1rio Scheffer, da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Mesmo que a vacina\u00e7\u00e3o demore a atingir cobertura mais ampla, a imuniza\u00e7\u00e3o dos grupos mais vulner\u00e1veis tende a contribuir para reduzir de forma expressiva os casos mais graves da doen\u00e7a e a necessidade de interna\u00e7\u00e3o para tratamento, aliviando a press\u00e3o que os hospitais sofrem atualmente. Al\u00e9m da acelera\u00e7\u00e3o dos esfor\u00e7os para aquisi\u00e7\u00e3o de vacinas, o grupo sugere a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos de coordena\u00e7\u00e3o, incluindo um comit\u00ea t\u00e9cnico para rever o Plano Nacional de Imuniza\u00e7\u00e3o, composto por representantes indicados pelos tr\u00eas Poderes, pela comunidade cient\u00edfica e pela sociedade civil. Os pesquisadores prop\u00f5em a fixa\u00e7\u00e3o de metas de cobertura para imuniza\u00e7\u00e3o dos grupos definidos como priorit\u00e1rios, de no m\u00ednimo 90%, e sugerem que novas etapas da campanha de vacina\u00e7\u00e3o sejam iniciadas somente depois que a cobertura dos grupos chamados primeiro atingir o m\u00ednimo de 70%. Eles tamb\u00e9m defendem a amplia\u00e7\u00e3o dos hor\u00e1rios de atendimento da popula\u00e7\u00e3o e campanhas publicit\u00e1rias nos meios de comunica\u00e7\u00e3o e na internet. &#8220;A falta de vacinas interrompe o processo de imuniza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o e gera descr\u00e9dito&#8221;, diz Werneck. &#8220;A comunica\u00e7\u00e3o pode ajudar a conter esse efeito.&#8221; ClickPB<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":210344,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[124,50],"tags":[],"class_list":["post-210343","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-covid-19","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/210343","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=210343"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/210343\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":210345,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/210343\/revisions\/210345"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/210344"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=210343"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=210343"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=210343"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}