{"id":214004,"date":"2021-04-13T08:50:23","date_gmt":"2021-04-13T11:50:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=214004"},"modified":"2021-04-13T08:50:26","modified_gmt":"2021-04-13T11:50:26","slug":"colecao-os-primeiros-brasileiros-tem-exposicao-virtual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2021\/04\/13\/colecao-os-primeiros-brasileiros-tem-exposicao-virtual\/","title":{"rendered":"Cole\u00e7\u00e3o &#8220;Os Primeiros Brasileiros&#8221; tem exposi\u00e7\u00e3o virtual"},"content":{"rendered":"\n<p>O Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio&nbsp;de Janeiro&nbsp;(UFRJ), lan\u00e7a nesta ter\u00e7a-feira (13), \u00e0s 18h, a primeira exposi\u00e7\u00e3o virtual da cole\u00e7\u00e3o \u201cOs Primeiros Brasileiros\u201d. A cole\u00e7\u00e3o&nbsp;n\u00e3o foi atingida pelo inc\u00eandio que devastou o equipamento, no dia&nbsp;2 de setembro&nbsp;de 2018, porque estava, na ocasi\u00e3o, sendo apresentada no Memorial dos Povos Ind\u00edgenas, em Bras\u00edlia. Depois de v\u00e1rias exposi\u00e7\u00f5es f\u00edsicas no Brasil e no exterior, onde foi vista por mais de 250 mil pessoas, a cole\u00e7\u00e3o ser\u00e1 visitada pela primeira vez no formato&nbsp;<em>online<\/em>.<img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1406663&amp;o=node\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\"><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1406663&amp;o=node\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\"><\/p>\n\n\n\n<p>A \u00faltima mostra f\u00edsica ocorreu em 2019, no Arquivo Nacional, no Rio&nbsp;de Janeiro, mas, devido \u00e0 pandemia de covid-19, acabou sendo suspensa. \u201cAgora, ela volta totalmente&nbsp;<em>online<\/em>, disse o diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele afirmou&nbsp;que a institui\u00e7\u00e3o precisa se aproximar do seu p\u00fablico, a despeito da pandemia. \u201cN\u00f3s entendemos e, naturalmente, temos que&nbsp;ter&nbsp;responsabilidade social neste momento dif\u00edcil que vivemos e n\u00e3o incentivamos nada presencial at\u00e9 pela quest\u00e3o de sa\u00fade, enquanto todos n\u00e3o tiverem sido vacinados. Dentro desse contexto, j\u00e1 vamos atuar para novas exposi\u00e7\u00f5es virtuais. O caminho \u00e9 esse. Para este ano, mais uma ou duas n\u00f3s queremos fazer\u201d, disse Kellner. Uma das pr\u00f3ximas mostras \u00e9 sobre mineralogia, adiantou.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/54SaAX36XilI7LOGFE07W512Rvo=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/tnrgo_abr_28081921570.jpg?itok=ctiT3etK\" alt=\"O diretor do Museu Nacional, professor Alexander Kellner, durante entrevista coletiva, sobre as doa\u00e7\u00f5es recebidas pelo Museu Nacional no \u00faltimo ano, as obras realizadas e sobre o conceito do novo Museu Nacional que ser\u00e1 constru\u00eddo\" title=\"T\u00e2nia R\u00eago\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O diretor do Museu Nacional, professor Alexander Kellner, em&nbsp;entrevista&nbsp;&#8211;&nbsp;<strong>T\u00e2nia R\u00eago\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Alexander Kellner afirmou que o fundamental, dentro deste contexto de pandemia, \u00e9 que as pessoas entendam que o Museu Nacional est\u00e1 vivo e que \u00e9 importante transmitir o conhecimento cient\u00edfico. \u201cE nada melhor do que falar sobre os primeiros brasileiros que estavam aqui muito antes da gente\u201d. A exposi\u00e7\u00e3o virtual \u00e9 inteiramente gratuita.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Mergulho<\/h4>\n\n\n\n<p>A cole\u00e7\u00e3o Os Primeiros Brasileiros faz um \u201cmergulho hist\u00f3rico\u201d no Brasil e na participa\u00e7\u00e3o dos \u00edndios no pa\u00eds. \u201cE faz isso por meio&nbsp;dos \u00edndios do Nordeste, que foram os primeiros tocados pela coloniza\u00e7\u00e3o\u201d, destacou o antrop\u00f3logo Jo\u00e3o Pacheco de Oliveira, do Museu Nacional, que idealizou a mostra&nbsp;em parceria com a Articula\u00e7\u00e3o dos Povos e Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas do Nordeste, Minas Gerais e Esp\u00edrito Santo (Apoinme). Potiguares e tupinamb\u00e1s est\u00e3o entre as etnias que participaram do&nbsp;primeiro momento da coloniza\u00e7\u00e3o no Brasil. \u201cS\u00e3o povos que est\u00e3o na hist\u00f3ria desde o in\u00edcio\u201d, observou o antrop\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n<p>Oliveira disse que a partir desse mergulho na hist\u00f3ria do Brasil, a exposi\u00e7\u00e3o revela que, dentro de sua concep\u00e7\u00e3o original, esses ind\u00edgenas foram muito ricos, bonitos e felizes. \u201cE depois, a situa\u00e7\u00e3o se torna mais dif\u00edcil, com a chegada de formas muito duras da coloniza\u00e7\u00e3o. \u00c9 um momento do \u00edndio dentro da coloniza\u00e7\u00e3o\u201d. Numa terceira fase, come\u00e7a a se ver a hist\u00f3ria dos \u00edndios atuais, com apresenta\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as da cultura ind\u00edgena. A \u00faltima parte relata os ind\u00edgenas mais contempor\u00e2neos, o que est\u00e3o fazendo&nbsp;hoje&nbsp;e o que pensam tamb\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/OCZGALjeOPHBWpFj9C06DW9PRQU=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/vca_abr_2808184157.jpg?itok=SuXomEpS\" alt=\"Abertura da exposi\u00e7\u00e3o \u00cdndios: Os Primeiros Brasileiros, no Memorial dos Povos Ind\u00edgenas, em Bras\u00edlia. As imagens e documentos expostos permitem que o p\u00fablico viaje pela hist\u00f3ria do Brasil e dos povos ind\u00edgenas. \" title=\"Valter Campanato\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o \u00cdndios: Os Primeiros Brasileiros, no Memorial dos Povos Ind\u00edgenas, em Bras\u00edlia &#8211;&nbsp;<strong>Valter Campanato\/Arquivo Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As mem\u00f3rias da forma\u00e7\u00e3o do Brasil, bem como da participa\u00e7\u00e3o do \u00edndio na atualidade, s\u00e3o apresentados em pain\u00e9is hist\u00f3ricos e por meio&nbsp;de m\u00fasicas, filmes e fotografias, que registram a diversidade e as narrativas dos povos ind\u00edgenas nacionais. A grande maioria \u00e9 formada de imagens tiradas de quadros que est\u00e3o no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e em outros equipamentos do Brasil e do exterior.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m muitas gravuras, mapas, personagens hist\u00f3ricos e, inclusive, charges, contou Jo\u00e3o Pacheco de Oliveira. As condi\u00e7\u00f5es de vida, a ambienta\u00e7\u00e3o nos diversos biomas retratam como eram os primeiros brasileiros que habitavam desde parte de Minas Gerais at\u00e9 o Maranh\u00e3o. Cerca de 180 imagens de materiais hist\u00f3ricos e contempor\u00e2neos, 12 trilhas sonoras e cinco filmes comp\u00f5em os ambientes. H\u00e1&nbsp;ainda&nbsp;maior espa\u00e7o dedicado a narrativas e representa\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas da atualidade, por meio de depoimentos em v\u00eddeos ou galerias com imagens dos diversos povos.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Guia<\/h4>\n\n\n\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o oferece tamb\u00e9m um Guia Did\u00e1tico para Educadores, com referenciais te\u00f3ricos e sugest\u00f5es de atividades pr\u00e1ticas, que poder\u00e3o ser desenvolvidas em salas de aula f\u00edsicas ou digitais. Segundo o professor Jo\u00e3o Pacheco de Oliveira, trata-se de um guia muito rico para os professores trabalharem neste m\u00eas, quando se comemora o Dia do \u00cdndio, em&nbsp;19 de abril, e se fala muito na tem\u00e1tica ind\u00edgena. \u201c\u00c9 um guia tem\u00e1tico preparado especialmente para ajudar os professores a fazer visitas virtuais com seus alunos e a preparar exerc\u00edcios a partir disso. Esse guia est\u00e1 muito interessante, tem muito&nbsp;material&nbsp;e abrange os \u00edndios do Nordeste, que s\u00e3o menos conhecidos do que outros\u201d, acrescentou&nbsp;o antrop\u00f3logo.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa primeira edi\u00e7\u00e3o virtual tem apoio do Projeto Museu Nacional Vive, que \u00e9 uma coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica entre a UFRJ, a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (Unesco) e o Instituto Cultural Vale. Ap\u00f3s o lan\u00e7amento, a exposi\u00e7\u00e3o estar\u00e1 dispon\u00edvel \u00e0 visita\u00e7\u00e3o pelo p\u00fablico que, ao final da experi\u00eancia, poder\u00e1 avaliar, sugerir novos temas e colaborar com as futuras exposi\u00e7\u00f5es do Museu Nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>O lan\u00e7amento da mostra, a partir das 18h, pode ser acompanhado no\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UC0_2S5qBQlr1twzbra3XJag\" target=\"_blank\">canal do Museu Nacional\/UFRJ no Youtube<\/a>\u00a0. Em seguida, estar\u00e1 acess\u00edvel em\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/osprimeirosbrasileiros.mn.ufrj.br\/pt\/\" target=\"_blank\">www.osprimeirosbrasileiros.mn.ufrj.br<\/a>.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><em>Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio&nbsp;de Janeiro&nbsp;(UFRJ), lan\u00e7a nesta ter\u00e7a-feira (13), \u00e0s 18h, a primeira exposi\u00e7\u00e3o virtual da cole\u00e7\u00e3o \u201cOs Primeiros Brasileiros\u201d. 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