{"id":216457,"date":"2021-05-01T18:52:58","date_gmt":"2021-05-01T21:52:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=216457"},"modified":"2021-05-01T18:53:46","modified_gmt":"2021-05-01T21:53:46","slug":"dida-o-segundo-pacheco-dos-3-do-nordeste-confira-entrevista-exclusiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2021\/05\/01\/dida-o-segundo-pacheco-dos-3-do-nordeste-confira-entrevista-exclusiva\/","title":{"rendered":"DIDA: o Segundo Pacheco dos 3 do Nordeste; confira entrevista exclusiva"},"content":{"rendered":"\n<p>O caririzeiro Rosildo Isbelo de Moraes, nasceu em 1976, em Tapero\u00e1 na Para\u00edba. Vamos parar!<\/p>\n\n\n\n<p>Nosso entrevistado de hoje, chama-se na verdade, Dida Pachequinho. Dida, \u00e9 conterr\u00e2neo de grandes artistas da m\u00fasica nordestina a exemplo: Abdias dos 8 baixos, Fuba de Tapero\u00e1, Zito Borborema, Vital Farias e outros&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Na segunda metade dos anos 90, o grupo Os 3 do Nordeste, passaria apresentar sua nova forma\u00e7\u00e3o. Nesta composi\u00e7\u00e3o destaca-se um componente: alto, cor branca, com habilidade para cantar e tocar a sanfona branca do saudoso Z\u00e9 Pacheco. Com essas caracter\u00edsticas, tudo pronto! O musico ganharia o sobrenome de Pachequinho.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/DIDA.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-216459\" width=\"865\" height=\"865\" srcset=\"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/DIDA.jpeg 960w, https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/DIDA-300x300.jpeg 300w, https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/DIDA-150x150.jpeg 150w, https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/DIDA-768x768.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 865px) 100vw, 865px\" \/><figcaption>Capa do Disco de 1998<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Para a nossa alegria Dida, foi o primeiro sanfoneiro caririzeiro dos 3 do Nordeste, ao lado do saudoso Parafuso e Assum Preto.&nbsp; Consagram os sucessos: \u201cPerguntas Sem Respostas (1998)\u201de&nbsp; \u201cXote Nota Mil (1997)\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em sua carreira, Dida, j\u00e1 dividiu o palco com v\u00e1rios cantores conhecidos no territ\u00f3rio nacional. Destacamos: Inaldete Amorim, Amazam, Brasas do Forr\u00f3, Ton Oliveira, Marrom (ex- 3 do Nordeste), Marin\u00eas, Geraldo Azevedo, Samuel Rocha e o Padre Alessando Campos (TV Aparecida).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A prosa cultural no Cariri Em A\u00e7\u00e3o, \u00e9 com esse mo\u00e7o que muito t\u00eam a contar. Fala Dida!<\/p>\n\n\n\n<p>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O: Qual o ano que voc\u00ea entrou para os 3 do Nordeste? E como lhe encontram?<\/p>\n\n\n\n<p>D.P. Tive o prazer de receber o convite de Parafuso, depois da campanha eleitoral de 1996. Pra mim foi uma grande alegria. J\u00e1 morava em Campina Grande e tocava com uma grande cantora, a Inaldete Amorim. Estava tocando em um com\u00edcio e a esposa de Parafuso, subiu no palco e perguntou se eu queria fazer um teste, para tocar com Os 3 do Nordeste. Fui no outro dia. Havia mais dois sanfoneiros: um alagoano e outra paraibano; eles tocavam muito! Fiz o teste e fui para casa. At\u00e9 triste: pois n\u00e3o me achava a altura deles.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No dia da elei\u00e7\u00e3o, eu trabalhava no F\u00f3rum de Tapero\u00e1: estava na contagem de votos. Na \u00e9poca era TELPA, chegou uma liga\u00e7\u00e3o pra mim, fui atender e era Parafuso. Me dando a not\u00edcia que tinham dois shows, no outro dia no Rio Grande do Norte: Jardim do Serid\u00f3 e Acari. Eu perguntei, e da\u00ed? Ele falou voc\u00ea \u00e9 o sanfoneiro!<\/p>\n\n\n\n<p>Aquilo pra mim foi uma alegria muito grande! Qual era o sanfoneiro naquela \u00e9poca, que n\u00e3o sonha em fazer parte dos&nbsp; 3 do Nordeste?&nbsp; Fui contemplado. Minha vida passou a mudar depois dali.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O: Quem lhe batizou de Pachequinho, e qual a responsabilidade de carregar esse nome?<\/p>\n\n\n\n<p>D.P. Duas semanas ap\u00f3s estar fazendo parte dos 3 do Nordeste. Surgiu uma viagem pro Rio de Janeiro. Na \u00e9poca os 3 do Nordeste, eram muito conhecidos, com o nome em todo o Brasil. Que ainda hoje \u00e9.&nbsp; Toda vez que o trio ia para Rio, davam uma entrevista em uma r\u00e1dio.&nbsp; E o radialista era Iranilsom. Quando eu cheguei, novinho com a sanfona branca que foi de Z\u00e9 Pacheco; ganhada de Luiz Gonzaga. Detalhe: a primeira coisa que fiz quando entrei nos 3 do Nordeste, foi comprar essa sanfona; eu era louco por ela&#8230; Chegando com as roupas do trio e a sanfona, o cara olhou pra mim e disse: o filho de Z\u00e9 Pacheco! Vem pra c\u00e1 Pachequinho! Senta aqui Pachequinho.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sentei. Ele come\u00e7ou a fazer perguntas. Por que voc\u00ea n\u00e3o entrou no grupo, assim, que seu pai faleceu?&nbsp; Ai, Parafuso foi e disse, para n\u00e3o ficar sem gra\u00e7a, n\u00e3o quebrar o clima da situa\u00e7\u00e3o, n\u00e9? \u201cN\u00e3o, ele era muito novinho, est\u00e1vamos preparando-o\u201d. Claro! Quando Pacheco morreu, eu tinha 16 anos. Isso tudo ao vivo. Ele (Iranilsom) me chamando Dida Pachequinho. Quando chegamos no show a noite, pediam aut\u00f3grafos e mim chamavam Dida Pachequinho. Ent\u00e3o, Assum Preto&nbsp; nos shows ajudando e ficou como&nbsp; Dida Pachequinho.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O: Voc\u00ea era bastante novo, quando entrou para os 3. Como foi cumprir com essa responsabilidade?<\/p>\n\n\n\n<p>D.P. A responsabilidade que botaram nas minhas costas, de levar esse nome de Pachequinho: foi uma coisa maior que grande! Porque, Z\u00e9 Pacheco fez hist\u00f3ria. Foi o fundador do grupo (1972-1994). Dedicou uma vida&#8230; Ent\u00e3o, eu recebi esse t\u00edtulo: \u201csucessor de um cara t\u00e3o famoso\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Foi uma responsabilidade muito grande. Eu tinha que fazer exatamente como ele fazia.&nbsp; \u00c9 tanto que: a gente sentava e Parafuso era o professor; tal musica foi gravada em tal ano? T\u00ednhamos que responder eu e Assum Preto. Qual era o compositor de tal m\u00fasica? Em que faixa estar tal m\u00fasica? Qual o lado do disco?&nbsp; T\u00ednhamos que decorar tudo, tudo! No p\u00e9 da letra! At\u00e9 a ficha t\u00e9cnica a gente sabia.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, Parafuso n\u00e3o existe mais. Mas, talvez Parafuso n\u00e3o tenha mais passado esse ensinamento, para os nossos sucessores.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O: Depois da morte de Z\u00e9 Pacheco em 1994, quem assumiu o posto e voc\u00ea foi o sanfoneiro que n\u00famero?<\/p>\n\n\n\n<p>D.P. Eu tinha 16 anos, quando ocorreu a morte de Z\u00e9 Pacheco. Ouvi as not\u00edcias no r\u00e1dio e na televis\u00e3o. Ocupar o espa\u00e7o n\u00e3o passava de um sonho. Mas, Z\u00e9 Pacheco passou sete dias internado, deu entrevista e indicou Z\u00e9 Nilton de Patos para compor Os 3 do Nordeste.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, Z\u00e9 Nilton passou seis meses ainda em 1994. Depois veio Joca do Acordeon de Jo\u00e3o Pessoa; em seguida Guarabira da cidade brejeira de Guarabira, ficou at\u00e9 1996. Eu entrei em 1996 sair em 1999.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois entraram: Ediglei Miguel filho do Maestro Edgar Miguel; Titico do Acordeon de Santa Luzia irm\u00e3o de Luiz Bento. Com a sida de Titico, entra Rosildo de Alagoa Grande. Depois vem Pingo de Riach\u00e3o de Bacamarte; Adriano Silva caririzeiro de Monteiro; Hedran Barreto. E agora, Douglas Silva de Livramento.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Continua, os m\u00fasicos s\u00e3o escolhidos a dedo&#8230;Bom gosto!<\/p>\n\n\n\n<p>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O: Dida voc\u00ea \u00e9 uma pessoa que conseguiu d\u00e1 a volta por cima. Fale dos seus in\u00edcios?<\/p>\n\n\n\n<p>D.P. Comecei tocando zabumba e depois sanfona, no Grupo de Cultura Os CARIRIS de Tapero\u00e1: conhecido nacionalmente e internacionalmente; tr\u00eas vezes na Europa. Foi ali que t\u00ednhamos uma viagem para a Europa. O sanfoneiro do grupo, n\u00e3o foi, porque tinha medo de avi\u00e3o. Pedi ao diretor do grupo para tocar sanfona. Eles n\u00e3o tinham alternativa. Me deram a sanfona e fui pra casa. Larguei os estudos e me dediquei: dia e noite, 2hs da manh\u00e3, eu estava ensaiando. Resultado: com dois messes estava tocando forr\u00f3. Isso se chama: determina\u00e7\u00e3o, for\u00e7a de vontade.<\/p>\n\n\n\n<p>A prova disso, que eu e Assum Preto, est\u00e1vamos nos Brasas do Forr\u00f3. Sofri um acidente em 2000. Cheguei a zero, perdi 80% da mem\u00f3ria. Aprendi fazer tudo de novo: falar; andar; ler; escrever e tocar desde do come\u00e7o, a exemplo do \u201cParab\u00e9ns Pra Voc\u00ea\u201d. E at\u00e9 hoje, ainda estou aprendendo&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O: Voc\u00ea al\u00e9m de tocar, tamb\u00e9m \u00e9 compositor. Fale de algumas m\u00fasicas?<\/p>\n\n\n\n<p>D.P. Em 1999, t\u00ednhamos um CD pronto para gravar. Recebemos um convite para irmos para os Brasas, conversamos e fomos, eu e Assum Preto. Deda, Rosildo e Parafuso, gravaram o CD. Com tr\u00eas m\u00fasicas minhas: Quando Penso em Voc\u00ea, Quando a Mulher Vai Embora e Amo Voc\u00ea. Depois Os Brasas tamb\u00e9m gravaram m\u00fasicas minhas.<\/p>\n\n\n\n<p>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O: Agora Dida. Ap\u00f3s tantos anos, tem algo seu junto aos 3 do Nordeste que o p\u00fablico ainda n\u00e3o sabe? Por exemplo, uma hist\u00f3ria engra\u00e7ada.<\/p>\n\n\n\n<p>D.P. T\u00eam muitas hist\u00f3rias engra\u00e7adas (risos). A gente vivia de alegria: no grupo n\u00e3o t\u00ednhamos tristeza. N\u00e3o havia disc\u00f3rdia e nem discurs\u00e3o. Uma vez, tocamos em Altinho\/PE, e voltamos para tocar em Campina no Parque do Povo.<\/p>\n\n\n\n<p>Na correria de tomar banho e trocar de roupa e tal&#8230;Eu coloquei o creme dental na escova, fui para o banheiro, passei por Parafuso j\u00e1 pronto. Quando chego no banheiro, olho n\u00e3o tinha mais creme dental&#8230; Beleza! Quando chegamos no camarim no Parque do Povo, muita gente. Quem ia tocar antes era Nando Cordel. Quando olho para Parafuso, vejo o meu creme dental em sua camisa&#8230;Risos e mais risos&#8230;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outra passagem: o Assum Preto tinha uma mania: na hora do show ele abria escala; no S\u00e3o Jo\u00e3o de Euclides da Cunha na Bahia.&nbsp; Quando ele abriu as pernas a cal\u00e7a rasgou. Ele estava com uma cueca preta e cal\u00e7a branca&#8230;Passou o resto do show de pernas juntas (risos).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O: Atualmente Dida Sanfoneiro dedica-se a algum projeto? Qual?<\/p>\n\n\n\n<p>D.P. Eu tenho minha banda, que sempre tocamos no S\u00e3o Jo\u00e3o. Tocando com Geral Azevedo e uns sertanejos. Em Bras\u00edlia eu toco com Samuel Rocha, cantor que imita os sertanejos, em 2015, gravei o DVD dele. Em Bras\u00edlia, gravo muito para sertanejos. Paramos devido a pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O: Para uma reflex\u00e3o: ap\u00f3s pandemia, como ser\u00e1 o comportamento da classe art\u00edstica?<\/p>\n\n\n\n<p>D.P. A vida ficou muito conturbada. O m\u00fasico sempre apoio os pol\u00edticos. Mesmo n\u00e3o sendo certo. Pois, somos profissionais. Eles n\u00e3o apoiaram a gente. Essa \u00e9 a verdade!<\/p>\n\n\n\n<p>Estamos no mesmo barco que todo mundo&#8230;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Obrigado Dida! Assim, escrevemos mais uma p\u00e1gina no livro da cultura regional. Buscamos, valorizar nossos promotores de cultura, dentro de sua respectiva \u00e1rea.<\/p>\n\n\n\n<p>Para encerrar, registramos: \u201cA Cultura \u00e9 alma e a honra de um povo\u201d, Ariano Suassuna.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por: Marcos Lima (Cariri em A\u00e7\u00e3o)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O caririzeiro Rosildo Isbelo de Moraes, nasceu em 1976, em Tapero\u00e1 na Para\u00edba. Vamos parar! 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