{"id":260361,"date":"2022-12-01T08:34:57","date_gmt":"2022-12-01T11:34:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=260361"},"modified":"2022-12-01T08:34:57","modified_gmt":"2022-12-01T11:34:57","slug":"desigualdades-e-estigmas-prolongam-pandemia-de-aids","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2022\/12\/01\/desigualdades-e-estigmas-prolongam-pandemia-de-aids\/","title":{"rendered":"Desigualdades e estigmas prolongam pandemia de Aids"},"content":{"rendered":"<div class=\"row\">\n<p class=\"col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center\" style=\"text-align: center;\"><em><strong>Relat\u00f3rio do Unaids marca Dia Mundial de Luta contra a doen\u00e7a<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Atingir o compromisso global de encerrar a pandemia de aids\u00a0at\u00e9 2030 passa pelo combate \u00e0s desigualdades e estigmas que acompanham essa emerg\u00eancia de sa\u00fade p\u00fablica desde o seu surgimento, h\u00e1 41 anos, destaca o relat\u00f3rio Desigualdades Perigosas, divulgado esta semana pelo Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre HIV\/Aids\u00a0(Unaids) para marcar o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, celebrado hoje (1\u00b0). Especialistas e ativistas refor\u00e7am que, mesmo com o avan\u00e7o dos medicamentos dispon\u00edveis, a discrimina\u00e7\u00e3o contra grupos vulner\u00e1ves e pessoas que vivem com HIV reduz o acesso \u00e0 sa\u00fade, impede o diagn\u00f3stico precoce e causa mortes por aids\u00a0que poderiam ser evitadas com tratamento.<img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1496215&amp;o=node\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" \/><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1496215&amp;o=node\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" \/><\/p>\n<p>Em mensagem divulgada para marcar a data de combate \u00e0 doen\u00e7a, o secret\u00e1rio-geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas, Ant\u00f3nio Guterres, alertou que o mundo ainda est\u00e1 distante de eliminar a Aids\u00a0at\u00e9 2030 e afirmou que as desigualdades perpetuam a pandemia da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8220;S\u00e3o necess\u00e1rias melhores legisla\u00e7\u00f5es e a implanta\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas e pr\u00e1ticas voltadas para eliminar o estigma e a discrimina\u00e7\u00e3o que afetam as pessoas que vivem com HIV, sobretudo aquelas em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade. Todas as pessoas t\u00eam o direito de ser respeitadas e inclu\u00eddas&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Segundo o Unaids, 38,4 milh\u00f5es de pessoas viviam com HIV em todo o mundo em 2021. Esse n\u00famero \u00e9 maior que a popula\u00e7\u00e3o do Canad\u00e1 ou que a soma de todos os habitantes dos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. No Brasil, o n\u00famero de pessoas vivendo com HIV passava de 900 mil no ano passado, de acordo com\u00a0o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, e, desse total, cerca de 77% tratavam a infec\u00e7\u00e3o com antiretrovirais. A efetividade do tratamento dispon\u00edvel gratuitamente no pa\u00eds \u00e9 reiterada pelo percentual de 94% de pessoas com carga viral indetect\u00e1vel entre as que fazem uso dos medicamentos contra o HIV. Quando o paciente em tratamento atinge esse n\u00edvel de carga viral, ele deixa de transmitir o HIV em rela\u00e7\u00f5es sexuais.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio da pandemia de Aids, em 1980, at\u00e9 dezembro de 2020, o Brasil j\u00e1 teve mais de 1 milh\u00e3o de casos da doen\u00e7a, que causaram 360 mil mortes. A taxa de detec\u00e7\u00e3o\u00a0vem caindo no Brasil desde o ano de 2012, quando houve 22 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2020, essa propor\u00e7\u00e3o havia chegado a 14,1 por 100 mil, o que tamb\u00e9m pode estar relacionado \u00e0 subnotifica\u00e7\u00e3o causada pela pandemia de covid-19.<\/p>\n<h2>HIV ou Aids?<\/h2>\n<p>O v\u00edrus da imunodefici\u00eancia humana (HIV) \u00e9 um agente infeccioso que pode entrar no corpo humano por meio\u00a0do sexo vaginal, oral e anal sem camisinha; por meio do uso de seringas e outros objetos cortantes ou perfurantes contaminados; pela transfus\u00e3o de sangue contaminado; e da m\u00e3e infectada para seu filho durante a gravidez, o parto e a amamenta\u00e7\u00e3o, se n\u00e3o for realizado o tratamento preventivo. Quando se instala no corpo humano, esse v\u00edrus tem um tempo prolongado de incuba\u00e7\u00e3o, que pode durar v\u00e1rios anos, e sua atividade ataca o sistema imunol\u00f3gico, respons\u00e1vel por defender o organismo. Se essa infec\u00e7\u00e3o n\u00e3o for detectada e controlada a tempo com o uso de antirretrovirais, o HIV pode enfraquecer as defesas do corpo humano a ponto de causar a S\u00edndrome da Imunodefici\u00eancia Humana (aids). Portanto, a sigla HIV se refere ao v\u00edrus, e a sigla Aids, \u00e0 doen\u00e7a causada pelo agravamento da infec\u00e7\u00e3o pelo HIV.<\/p>\n<p>O\u00a0uso\u00a0de preservativos masculinos e femininos e gel lubrificante est\u00e3o entre as principais a\u00e7\u00f5es preventivas contra o HIV. Tamb\u00e9m j\u00e1 est\u00e3o dispon\u00edveis a Profilaxia Pr\u00e9-Exposi\u00e7\u00e3o (PrEP), que consiste no uso de antirretrovirais para prevenir a infec\u00e7\u00e3o caso a pessoa venha a ser exposta ao v\u00edrus,\u00a0e a Profilaxia P\u00f3s-Exposi\u00e7\u00e3o (PEP), que pode impedir a infec\u00e7\u00e3o caso seja administrada at\u00e9 72 horas ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o. Mesmo no caso de haver uso dessas profilaxias, a camisinha continua importante, pois\u00a0previne tamb\u00e9m outras infec\u00e7\u00f5es sexualmente transmiss\u00edveis, como a s\u00edfilis e as hepatites virais.<\/p>\n<p>Ao menos 30 dias ap\u00f3s uma poss\u00edvel exposi\u00e7\u00e3o ao HIV, \u00e9 fundamental fazer um teste para a detec\u00e7\u00e3o do v\u00edrus, exame que pode ser realizado em unidades da rede p\u00fablica e nos centros de Testagem e Aconselhamento (CTA). O diagn\u00f3stico precoce da infec\u00e7\u00e3o e o in\u00edcio r\u00e1pido do tratamento protegem o sistema imunol\u00f3gico da pessoa infectada, j\u00e1 que esse ser\u00e1 o alvo do HIV quando a carga viral aumentar.<\/p>\n<p>Diretor m\u00e9dico associado de HIV da GSK\/ViiV Healthcare, Rodrigo Zili explica que os antiretrovirais usados hoje para o tratamento das pessoas que vivem com HIV s\u00e3o menos t\u00f3xicos para o corpo humano, causam menos efeitos colaterais e s\u00e3o administrados em\u00a0quantidade bem menor de comprimidos. A farmac\u00eautica \u00e9 a fornecedora do Dolutegravir e outros medicamentos usados no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) para combater o v\u00edrus. Desde 1996, o Brasil distribui gratuitamente os antirretrovirais a todas as pessoas que vivem\u00a0com HIV e necessitam de tratamento, contando atualmente com 22 medicamentos em 38 apresenta\u00e7\u00f5es farmac\u00eauticas diferentes.<\/p>\n<p>\u201cO tratamento hoje \u00e9 muito menos t\u00f3xico. Nem se usa mais a palavra coquetel, porque n\u00e3o \u00e9 um conjunto enorme de rem\u00e9dios como se tinha antigamente. E, se a pessoa descobre o HIV a tempo de n\u00e3o ter desenvolvido a imunodefici\u00eancia, ela tem\u00a0chance muito grande de ter uma vida totalmente normal tomando rem\u00e9dios diariamente\u201d, afirma o infectologista. Ele\u00a0refor\u00e7a que a\u00a0pessoa com HIV pode ter expectativa de vida at\u00e9 maior do que pessoas que n\u00e3o foram infectadas pelo v\u00edrus. \u201cEssa pessoa que est\u00e1 em tratamento\u00a0est\u00e1 acompanhando todas as doen\u00e7as praticamente. Ent\u00e3o, ela faz\u00a0<em>check-ups<\/em>\u00a0peri\u00f3dicos, faz exames peri\u00f3dicos, tem aconselhamento para\u00a0manter um estilo de vida saud\u00e1vel, e acaba podendo ter uma vida mais saud\u00e1vel do que algu\u00e9m que n\u00e3o tem HIV e n\u00e3o faz acompanhamento m\u00e9dico\u201d.<\/p>\n<p>Mesmo com esses avan\u00e7os no tratamento contra o HIV e a disponibilidade gratuita dos medicamentos, o acesso \u00e0 sa\u00fade ainda \u00e9 marcado\u00a0por desigualdades, pondera Zili. \u201cPor mais que se tenha um programa 100% p\u00fablico, o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o e aos servi\u00e7os n\u00e3o \u00e9 totalmente igualit\u00e1rio\u201d, lembra o infectologista.<\/p>\n<h2>Quest\u00f5es sociais<\/h2>\n<p>O coordenador do Grupo Pela Vidda-RJ, M\u00e1rcio Villard, avalia que o combate terap\u00eautico \u00e0 Aids\u00a0avan\u00e7ou mais do que a supera\u00e7\u00e3o dos preconceitos que afetam as pessoas que vivem com HIV. Mesmo com medicamentos menos t\u00f3xicos e uma expectativa de vida maior, quest\u00f5es sociais afastam pessoas com HIV de uma vida plena.<\/p>\n<p>\u201cQuando a gente fala em qualidade de vida, n\u00e3o pode entender somente a quest\u00e3o terap\u00eautica e biom\u00e9dica. \u00c9 preciso tamb\u00e9m entender as quest\u00f5es sociais que envolvem a pessoa com HIV, porque\u00a0enfrentamos ainda muitos problemas relacionados a estigmas, preconceitos e exclus\u00e3o social que interferem na qualidade de vida\u201d, afirma. &#8220;O que acontece \u00e9 que o HIV sempre traz consigo uma condena\u00e7\u00e3o. De alguma forma, a sociedade vai te condenar, seja pelo seu estilo de vida, seja pela sua orienta\u00e7\u00e3o sexual, seja por voc\u00ea pertencer a um determinado grupo da sociedade. Praticamente ningu\u00e9m escapa, at\u00e9 uma crian\u00e7a que nasce com HIV vai ser estigmatizada por isso. Infelizmente, esse cen\u00e1rio n\u00e3o mudou&#8221;.<\/p>\n<p>O ativista explica que a estigmatiza\u00e7\u00e3o das pessoas com HIV tem ra\u00edzes ligadas \u00e0 LGBTfobia, j\u00e1 que os primeiros surtos de HIV se deram na\u00a0popula\u00e7\u00e3o homossexual, bissexual\u00a0e transexual\u00a0nos Estados Unidos, e a imprensa da d\u00e9cada de 80 refor\u00e7ou a associa\u00e7\u00e3o entre a popula\u00e7\u00e3o LGBTI e o HIV, chamando a aids\u00a0at\u00e9 mesmo de c\u00e2ncer\u00a0<em>gay<\/em>.<\/p>\n<p>\u201cIsso come\u00e7ou nos Estados Unidos, se espalhou pelo mundo e acabou virando um selo. Aqui no Brasil, at\u00e9 o ano passado, homossexuais n\u00e3o podiam doar sangue, independentemente de ter ou n\u00e3o o v\u00edrus\u201d.<\/p>\n<p>O Pela Vidda-RJ foi fundado em 1989 pelo soci\u00f3logo e ativista Hebert Daniel e atua desde ent\u00e3o na luta por direitos das pessoas que vivem com HIV. \u00c0s 11h de hoje, o grupo vai promover ato p\u00fablico na Pra\u00e7a Mau\u00e1, no centro do Rio de Janeiro, com o tema\u00a0Viver com o HIV \u00e9 poss\u00edvel. Com o preconceito, n\u00e3o. Entre as principais demandas atuais da popula\u00e7\u00e3o que vive com HIV, Villard conta que est\u00e3o a assist\u00eancia jur\u00eddica para garantir direitos previdenci\u00e1rios e trabalhistas. Os problemas incluem processos seletivos que eliminam candidatos que testam positivo para HIV, enquanto essa testagem \u00e9 vedada por lei em qualquer exame admissional, peri\u00f3dico ou demissional. Fora esses direitos, as pessoas com HIV tamb\u00e9m procuram a organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental para receber acolhimento afetivo.<\/p>\n<p>\u201cA maior dificuldade ainda \u00e9 a quest\u00e3o do estigma. Quando a pessoa tem esse diagn\u00f3stico, ela tem dificuldade de\u00a0lidar com ele. E, ao se colocar para a fam\u00edlia, no trabalho e para os amigos, vai enfrentar discrimina\u00e7\u00e3o. S\u00e3o raros os casos em que a pessoa consegue viver tranquilamente, independentemente de sua sorologia\u201d.<\/p>\n<h2>Ang\u00fastia e cura<\/h2>\n<p>A dificuldade de encontrar informa\u00e7\u00e3o e acolhimento depois do diagn\u00f3stico foi o que moveu o influenciador Jo\u00e3o Geraldo Netto a compartilhar sua experi\u00eancia na internet desde 2008.<\/p>\n<p>&#8220;Inicialmente, eu falava de uma maneira mais oculta, n\u00e3o falava especificamente que eu vivia com o v\u00edrus. Mas a\u00ed eu senti a necessidade de falar sobre isso mais abertamente. Eu descobri que, falando, eu me curava de certa forma. Sentia algo muito positivo quando falava sobre os dramas, os medos que eu tinha de fazer tratamento, de morrer, de adoecer. E eu vi que aquilo era muito bem recebido. Isso foi me dando for\u00e7a&#8221;, conta.<\/p>\n<p>O jornalista acrescenta\u00a0que a maioria das pessoas que entram\u00a0em contato nas redes sociais est\u00e1 angustiada, seja porque acredita que se exp\u00f4s ao risco de infec\u00e7\u00e3o ou porque j\u00e1 recebeu o diagn\u00f3stico e est\u00e1 tentando lidar com ele. Jo\u00e3o Geraldo acredita que o peso social do HIV afasta as pessoas do teste e do diagn\u00f3stico precoce, porque muitas n\u00e3o se percebem parte de um suposto grupo social que poderia ser infectado e outras preferem n\u00e3o saber o resultado do teste por medo.<\/p>\n<p>\u201cA quest\u00e3o do preconceito \u00e9 algo t\u00e3o forte que atrapalha de\u00a0fazer o teste, de procurar ajuda e tratamento e impede que a pessoa tome o medicamento todo dia. Ent\u00e3o, o grande problema do HIV hoje n\u00e3o \u00e9 mais um problema cl\u00ednico, \u00e9 um problema social\u201d, diz. \u201cAs pessoas que chegam ao meu canal mais angustiadas s\u00e3o aquelas que passaram por situa\u00e7\u00e3o que consideram moralmente errada e acreditam que \u00e9 uma puni\u00e7\u00e3o para elas. E a pior puni\u00e7\u00e3o que elas conseguem imaginar \u00e9 uma doen\u00e7a como a Aids. Ent\u00e3o, isso \u00e9 muito doloroso, sabe? Porque voc\u00ea v\u00ea que est\u00e1 conversando com uma pessoa que acha que a pior coisa que pode acontecer na vida \u00e9 o que voc\u00ea tem\u201d.<\/p>\n<p>Em suas postagens nas redes sociais, o influenciador comenta sobre HIV e temas do dia a dia e de sua vida pessoal, como fotos de viagens, reuni\u00f5es com amigos e declara\u00e7\u00f5es de amor ao namorado. Em um de seus perfis, chamado\u00a0Superindetect\u00e1vel, ele deixa a seguinte mensagem: \u201cRespira fundo! Pela frente ainda tem muito mundo. Agora pode na\u0303o estar, mas tudo pode ficar bem\u201d.<\/p>\n<p>FONTE: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relat\u00f3rio do Unaids marca Dia Mundial de Luta contra a doen\u00e7a Atingir o compromisso global de encerrar a pandemia de aids\u00a0at\u00e9 2030 passa pelo combate&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":260362,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[50,16],"tags":[],"class_list":["post-260361","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/260361","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=260361"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/260361\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":260363,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/260361\/revisions\/260363"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/260362"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=260361"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=260361"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=260361"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}