{"id":263671,"date":"2023-02-23T11:14:09","date_gmt":"2023-02-23T14:14:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=263671"},"modified":"2023-02-23T11:14:09","modified_gmt":"2023-02-23T14:14:09","slug":"liderancas-indigenas-pedem-protecao-contra-retaliacoes-de-garimpeiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2023\/02\/23\/liderancas-indigenas-pedem-protecao-contra-retaliacoes-de-garimpeiros\/","title":{"rendered":"Lideran\u00e7as ind\u00edgenas pedem prote\u00e7\u00e3o contra retalia\u00e7\u00f5es de garimpeiros"},"content":{"rendered":"<div class=\"row\">\n<p class=\"col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center\" style=\"text-align: center;\"><em><strong>Amea\u00e7as ocorrem normalmente ap\u00f3s desmobiliza\u00e7\u00e3o de garimpos ilegais<\/strong><\/em><\/p>\n<\/div>\n<p>Atualmente, 18 l\u00edderes munduruku est\u00e3o sob amea\u00e7a de morte, segundo levantamento dos pr\u00f3prios ind\u00edgenas.\u00a0Localizada no alto curso do Rio Tapaj\u00f3s, no Par\u00e1, a Terra Ind\u00edgena (TI) Munduruku tem 2.382 mil hectares e \u00e9 um dos tr\u00eas solos ind\u00edgenas que concentram 95% do garimpo ilegal no pa\u00eds, juntamente com os territ\u00f3rios yanomami e\u00a0kayap\u00f3. A \u00e1rea equivale a 2 mil campos de futebol. Na regi\u00e3o, a atividade intensificou-se a partir de 2016.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1512337&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1512337&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>A recente desmobiliza\u00e7\u00e3o do\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2023-02\/amazonia-garimpo-ilegal-em-terras-indigenas-subiu-1217-em-35-anos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">garimpo<\/a>\u00a0em terras yanomami, em Roraima, aumenta o receio dos munduruku de que o problema se agrave ainda mais. Lideran\u00e7as ind\u00edgenas destacam que retalia\u00e7\u00f5es normalmente ocorrem ap\u00f3s a retirada de garimpeiros.<\/p>\n<p>Na semana passada, lideran\u00e7as yanomami do Amazonas denunciaram a entrada de garimpeiros na regi\u00e3o do\u00a0Pico da Neblina, procedentes de Roraima.<\/p>\n<p>Entre as lideran\u00e7as amea\u00e7adas que tiveram de deixar suas casas por press\u00e3o de criminosos est\u00e1 Maria Leusa\u00a0Munduruku, coordenadora da Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Munduruku Wakobor\u0169n. Ela\u00a0conta que tomou a decis\u00e3o de se esconder para se manter em seguran\u00e7a, pela primeira vez, durante o governo de Jair Bolsonaro.<\/p>\n<p>Desde 2018, sofre amea\u00e7as e j\u00e1 soma dois per\u00edodos em que teve que deixar tudo para tr\u00e1s. No primeiro deles, foi embora com o marido e os filhos. Da \u00faltima vez, deixou o territ\u00f3rio com cerca de 35 pessoas de sua fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Em maio de 2021, Maria Leusa, que se tornou lideran\u00e7a quando ainda estava no ensino m\u00e9dio, viu a casa dela, no munic\u00edpio de Jacareacanga, sudoeste do Par\u00e1, ser incendiada por\u00a0invasores da TI.<\/p>\n<h2>Combate ao garimpo<\/h2>\n<p>O Instituto Socioambiental (ISA) diz\u00a0que, em maio de 2021, lideran\u00e7as munduruku acionaram organiza\u00e7\u00f5es parceiras para denunciar o inc\u00eandio \u00e0 pequena aldeia ind\u00edgena Fazenda Tapaj\u00f3s. Os autores do crime foram garimpeiros, que reagiram logo ap\u00f3s a Opera\u00e7\u00e3o Munduruk\u00e2nia, que combatia\u00a0garimpos clandestinos\u00a0na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o contou com agentes da Pol\u00edcia Federal (PF), For\u00e7a Nacional, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) e da Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio (Funai).<\/p>\n<p>&#8220;Em mar\u00e7o de 2021, depredaram a sede das associa\u00e7\u00f5es, dentro do munic\u00edpio de Jacareacanga e, em maio de 2021, queimaram e atacaram a aldeia da Maria Leusa. \u00c9 necess\u00e1ria uma articula\u00e7\u00e3o mais bem feita nesse sentido, para que a gente possa salvaguardar nossas lideran\u00e7as e seu territ\u00f3rio. A autodemarca\u00e7\u00e3o e a fiscaliza\u00e7\u00e3o s\u00e3o as duas a\u00e7\u00f5es mais importantes do movimento, por exemplo, na agenda deste ano &#8220;, relata a antrop\u00f3loga Rosamaria Loures, que tamb\u00e9m atua como assessora do povo munduruku.<\/p>\n<p>No que diz respeito \u00e0 minera\u00e7\u00e3o ilegal, no fim\u00a0de novembro\u00a0de 2022, o Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) solicitou \u00e0 PF e ao Ibama informa\u00e7\u00f5es sobre medidas de combate \u00e0 atividade, na \u00e1rea\u00a0da TI Munduruku que fica no sudoeste do Par\u00e1.<\/p>\n<p>O MPF\u00a0considerou\u00a0os danos &#8220;um cen\u00e1rio dantesco&#8221;. Um m\u00eas antes, o MPF j\u00e1 havia reiterado pedido \u00e0 Justi\u00e7a Federal, para que a Uni\u00e3o, o Ibama e a Funai articulassem a\u00e7\u00e3o emergencial de enfrentamento ao garimpo.<\/p>\n<p>De acordo com\u00a0levantamento do MapBiomas,\u00a0somente na TI Munduruku, h\u00e1 21 pistas de pouso, o que acende o alerta para a presen\u00e7a de garimpeiros no local. A maioria delas (80%) est\u00e1 a uma dist\u00e2ncia de 5 quil\u00f4metros ou menos de algum garimpo.<\/p>\n<h2>Opera\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p>Lideran\u00e7as afirmam que, em seguida \u00e0 repress\u00e3o de crimes praticados em terras ind\u00edgenas, h\u00e1\u00a0retalia\u00e7\u00e3o por parte dos criminosos, um aspecto que preocupa especialistas.<\/p>\n<p>Para a antrop\u00f3loga Rosamaria, a atua\u00e7\u00e3o de for\u00e7as de seguran\u00e7a do governo deve ser cont\u00ednua, e n\u00e3o apenas em opera\u00e7\u00f5es isoladas.<\/p>\n<p>&#8220;Acaba que essas opera\u00e7\u00f5es que est\u00e3o acontecendo na Munduruk\u00e2nia [Vale do Tapaj\u00f3s] trazem, posteriormente, muitos problemas para as lideran\u00e7as&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Segundo Maria Leusa, os ataques do ex-presidente Jair Bolsonaro aos ind\u00edgenas dificultaram a resist\u00eancia dos munduruku. &#8220;A primeira amea\u00e7a foi do pr\u00f3prio governo [Bolsonaro], quando ele falava que n\u00e3o ia\u00a0demarcar nenhum cent\u00edmetro de terra&#8221;, afirma a l\u00edder, que, em 2018, foi secret\u00e1ria de Assuntos Ind\u00edgenas do munic\u00edpio de Jacareacanga.<\/p>\n<p>&#8220;E, depois, os invasores aproveitam esse discurso de maldade para tentar nos intimidar. Eles v\u00e3o l\u00e1, entram com tudo, com escavadeira, usam os parentes com a corrup\u00e7\u00e3o, os nossos parentes que caem na gan\u00e2ncia. Isso foi uma realidade bem triste. Muitos parentes foram para a gan\u00e2ncia&#8221;, desabafa.<\/p>\n<h2>Territ\u00f3rio<\/h2>\n<p>De acordo com o ISA, al\u00e9m do ass\u00e9dio da cadeia da minera\u00e7\u00e3o ilegal, h\u00e1\u00a0<a href=\"https:\/\/acervo.socioambiental.org\/acervo\/documentos\/o-cerco-do-ouro-garimpo-ilegal-destruicao-e-luta-em-terras-munduruku-resumo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">press\u00f5es<\/a>\u00a0por parte dos setores el\u00e9trico, para o funcionamento de hidrel\u00e9tricas,\u00a0e de transportes e infraestrutura, por causa\u00a0da constru\u00e7\u00e3o de hidrovias, ferrovias e portos. Essa realidade marcada pela viol\u00eancia faz com que lideran\u00e7as equiparem as condi\u00e7\u00f5es deles \u00e0s\u00a0de refugiados. Isso porque, ao sa\u00edrem de suas terras, rompem contatos com parentes, t\u00eam acesso reduzido a alimentos que fazem parte de sua dieta e cortam a intera\u00e7\u00e3o com seu espa\u00e7o.<\/p>\n<p>A TI \u00e9 habitada por comunidades munduruku, apiak\u00e1 e ind\u00edgenas em isolamento volunt\u00e1rio. Junto com a TI Sai Cinza e a TI Kayabi, re\u00fane cerca de 145 aldeias munduruku. Os munduruku est\u00e3o\u00a0ainda\u00a0no M\u00e9dio Tapaj\u00f3s, na TIs Sawre Muybu e Sawre Ba\u2019pin, al\u00e9m das reservas ind\u00edgenas Praia do \u00cdndio e Praia do Mangue. Um povo presente no Par\u00e1, no Amazonas e em\u00a0Mato Grosso, que, geralmente, vive \u00e0s margens de rios naveg\u00e1veis.<\/p>\n<p>O nome Munduruk\u00e2nia se refere ao Vale do Tapaj\u00f3s, territ\u00f3rio mantido sob\u00a0<span id=\"OBJ_PREFIX_DWT253_com_zimbra_date\" role=\"link\">dom<\/span>\u00ednio dos munduruku desde o fim\u00a0do s\u00e9culo 18. Segundo o ISA, a popula\u00e7\u00e3o munduruku tem\u00a0atualmente\u00a0cerca de 14 mil pessoas.<\/p>\n<p>Os munduruku receberam esse nome dos parintintins, povo rival. A denomina\u00e7\u00e3o significaria \u201cformigas vermelhas\u201d, uma alus\u00e3o ao perfil dos guerreiros munduruku, que atacavam em massa os territ\u00f3rios de advers\u00e1rios.<\/p>\n<h2>Governo<\/h2>\n<p><strong>A Ag\u00eancia Brasil<\/strong>\u00a0procurou o Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica para saber sobre o modelo de opera\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a em terras ind\u00edgenas e aguarda retorno.<\/p>\n<p>FONTE: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amea\u00e7as ocorrem normalmente ap\u00f3s desmobiliza\u00e7\u00e3o de garimpos ilegais Atualmente, 18 l\u00edderes munduruku est\u00e3o sob amea\u00e7a de morte, segundo levantamento dos pr\u00f3prios ind\u00edgenas.\u00a0Localizada no alto curso do Rio Tapaj\u00f3s, no Par\u00e1, a Terra Ind\u00edgena (TI) Munduruku tem 2.382 mil hectares e \u00e9 um dos tr\u00eas solos ind\u00edgenas que concentram 95% do garimpo ilegal no pa\u00eds, juntamente com os territ\u00f3rios yanomami e\u00a0kayap\u00f3. A \u00e1rea equivale a 2 mil campos de futebol. Na regi\u00e3o, a atividade intensificou-se a partir de 2016. A recente desmobiliza\u00e7\u00e3o do\u00a0garimpo\u00a0em terras yanomami, em Roraima, aumenta o receio dos munduruku de que o problema se agrave ainda mais. Lideran\u00e7as ind\u00edgenas destacam que retalia\u00e7\u00f5es normalmente ocorrem ap\u00f3s a retirada de garimpeiros. Na semana passada, lideran\u00e7as yanomami do Amazonas denunciaram a entrada de garimpeiros na regi\u00e3o do\u00a0Pico da Neblina, procedentes de Roraima. Entre as lideran\u00e7as amea\u00e7adas que tiveram de deixar suas casas por press\u00e3o de criminosos est\u00e1 Maria Leusa\u00a0Munduruku, coordenadora da Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Munduruku Wakobor\u0169n. Ela\u00a0conta que tomou a decis\u00e3o de se esconder para se manter em seguran\u00e7a, pela primeira vez, durante o governo de Jair Bolsonaro. Desde 2018, sofre amea\u00e7as e j\u00e1 soma dois per\u00edodos em que teve que deixar tudo para tr\u00e1s. No primeiro deles, foi embora com o marido e os filhos. Da \u00faltima vez, deixou o territ\u00f3rio com cerca de 35 pessoas de sua fam\u00edlia. Em maio de 2021, Maria Leusa, que se tornou lideran\u00e7a quando ainda estava no ensino m\u00e9dio, viu a casa dela, no munic\u00edpio de Jacareacanga, sudoeste do Par\u00e1, ser incendiada por\u00a0invasores da TI. Combate ao garimpo O Instituto Socioambiental (ISA) diz\u00a0que, em maio de 2021, lideran\u00e7as munduruku acionaram organiza\u00e7\u00f5es parceiras para denunciar o inc\u00eandio \u00e0 pequena aldeia ind\u00edgena Fazenda Tapaj\u00f3s. Os autores do crime foram garimpeiros, que reagiram logo ap\u00f3s a Opera\u00e7\u00e3o Munduruk\u00e2nia, que combatia\u00a0garimpos clandestinos\u00a0na regi\u00e3o. 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Segundo Maria Leusa, os ataques do ex-presidente Jair Bolsonaro aos ind\u00edgenas dificultaram a resist\u00eancia dos munduruku. &#8220;A primeira amea\u00e7a foi do pr\u00f3prio governo [Bolsonaro], quando ele falava que n\u00e3o ia\u00a0demarcar nenhum cent\u00edmetro de terra&#8221;, afirma a l\u00edder, que, em 2018, foi secret\u00e1ria de Assuntos Ind\u00edgenas do munic\u00edpio de Jacareacanga. &#8220;E, depois, os invasores aproveitam esse discurso de maldade para tentar nos intimidar. Eles v\u00e3o l\u00e1, entram com tudo, com escavadeira, usam os parentes com a corrup\u00e7\u00e3o, os nossos parentes que caem na gan\u00e2ncia. Isso foi uma realidade bem triste. Muitos parentes foram para a gan\u00e2ncia&#8221;, desabafa. Territ\u00f3rio De acordo com o ISA, al\u00e9m do ass\u00e9dio da cadeia da minera\u00e7\u00e3o ilegal, h\u00e1\u00a0press\u00f5es\u00a0por parte dos setores el\u00e9trico, para o funcionamento de hidrel\u00e9tricas,\u00a0e de transportes e infraestrutura, por causa\u00a0da constru\u00e7\u00e3o de hidrovias, ferrovias e portos. Essa realidade marcada pela viol\u00eancia faz com que lideran\u00e7as equiparem as condi\u00e7\u00f5es deles \u00e0s\u00a0de refugiados. Isso porque, ao sa\u00edrem de suas terras, rompem contatos com parentes, t\u00eam acesso reduzido a alimentos que fazem parte de sua dieta e cortam a intera\u00e7\u00e3o com seu espa\u00e7o. A TI \u00e9 habitada por comunidades munduruku, apiak\u00e1 e ind\u00edgenas em isolamento volunt\u00e1rio. Junto com a TI Sai Cinza e a TI Kayabi, re\u00fane cerca de 145 aldeias munduruku. Os munduruku est\u00e3o\u00a0ainda\u00a0no M\u00e9dio Tapaj\u00f3s, na TIs Sawre Muybu e Sawre Ba\u2019pin, al\u00e9m das reservas ind\u00edgenas Praia do \u00cdndio e Praia do Mangue. Um povo presente no Par\u00e1, no Amazonas e em\u00a0Mato Grosso, que, geralmente, vive \u00e0s margens de rios naveg\u00e1veis. O nome Munduruk\u00e2nia se refere ao Vale do Tapaj\u00f3s, territ\u00f3rio mantido sob\u00a0dom\u00ednio dos munduruku desde o fim\u00a0do s\u00e9culo 18. Segundo o ISA, a popula\u00e7\u00e3o munduruku tem\u00a0atualmente\u00a0cerca de 14 mil pessoas. Os munduruku receberam esse nome dos parintintins, povo rival. A denomina\u00e7\u00e3o significaria \u201cformigas vermelhas\u201d, uma alus\u00e3o ao perfil dos guerreiros munduruku, que atacavam em massa os territ\u00f3rios de advers\u00e1rios. Governo A Ag\u00eancia Brasil\u00a0procurou o Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica para saber sobre o modelo de opera\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a em terras ind\u00edgenas e aguarda retorno. FONTE: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":263672,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-263671","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/263671","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=263671"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/263671\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":263673,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/263671\/revisions\/263673"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/263672"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=263671"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=263671"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=263671"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}