{"id":267777,"date":"2023-05-09T11:35:51","date_gmt":"2023-05-09T14:35:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=267777"},"modified":"2023-05-09T11:35:51","modified_gmt":"2023-05-09T14:35:51","slug":"agricultura-familiar-ajuda-a-aumentar-producao-leiteira-no-nordeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2023\/05\/09\/agricultura-familiar-ajuda-a-aumentar-producao-leiteira-no-nordeste\/","title":{"rendered":"Agricultura familiar ajuda a aumentar produ\u00e7\u00e3o leiteira no Nordeste"},"content":{"rendered":"<div class=\"row\">\n<p class=\"col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center\" style=\"text-align: center;\"><em><strong>Clima mais favor\u00e1vel e alimenta\u00e7\u00e3o do gado contribuem para aumento<\/strong><\/em><\/p>\n<p>A produtora rural Rafaela da Silva Alves, de 36 anos, tem uma pequena propriedade no povoado Maranduba, em Po\u00e7o Redondo, semi\u00e1rido de\u00a0Sergipe. \u201cTemos umas 15 vacas leiteiras, alguns bezerros, algumas novilhas e um boi. Esse \u00e9 o nosso rebanho hoje\u201d, conta a pedagoga de forma\u00e7\u00e3o. \u201cMas sou mesmo \u00e9 camponesa\u201d, refor\u00e7a. O pai dela era o dono da terra. \u201cEle dividiu para os quatro filhos, tenho um pouco menos de terra porque fiquei com a sede da propriedade\u201d, conta.<\/p>\n<p>No sert\u00e3o do Nordeste, a agricultura familiar e de pequenos produtores vem crescendo, especialmente na produ\u00e7\u00e3o leiteira. O produtor nessa regi\u00e3o depende, em grande parte, da receita mensal do leite para sua sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p>Os desafios s\u00e3o muitos, afirma\u00a0Rafaela. \u201cTemos grandiosos desafios, considerando que estamos no sert\u00e3o, no semi\u00e1rido. \u00c9 o desafio de sempre pensar no inverno produtivo, para ter comida suficiente para os animais, no acesso ao abastecimento de \u00e1gua, que \u00e9 por carro-pipa, por isso temos cisternas e po\u00e7o. O tamanho da terra dos pequenos agricultores tamb\u00e9m \u00e9 um dos problemas\u00a0que enfrentamos para ir avan\u00e7ando com essa produ\u00e7\u00e3o de gado leiteiro\u201d.<\/p>\n<p>A produtora, que tamb\u00e9m \u00e9 integrante e porta-voz do\u00a0<a href=\"http:\/\/%20https\/\/mpabrasil.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Movimento dos Pequenos Agricultores<\/a>, diz que outro desafio \u00e9 a aus\u00eancia de incentivos para a produ\u00e7\u00e3o avan\u00e7ar. \u201c\u00c9 uma car\u00eancia muito grande de programas e pol\u00edticas p\u00fablicas para os pequenos agricultores que t\u00eam vaca leiteira. No \u00faltimo per\u00edodo mesmo, n\u00e3o tivemos acesso a nada\u201d, lamenta.<\/p>\n<p>H\u00e1 car\u00eancia tamb\u00e9m de acompanhamento t\u00e9cnico. \u201cAinda coloco no patamar dos desafios um acompanhamento t\u00e9cnico mais contextualizado para essa realidade dos pequenos e m\u00e9dios produtores que n\u00e3o t\u00eam\u00a0tanta estrutura, tanta terra. Seria importante um acompanhamento para que haja\u00a0melhoria gen\u00e9tica do rebanho e condi\u00e7\u00f5es\u00a0de tratamentos mais alternativos para os pequenos agricultores que sobrevivem do leite\u201d.<\/p>\n<p>Mesmo com tantos desafios, os dados mais recentes do IBGE mostram que o Nordeste teve crescimento na produ\u00e7\u00e3o (12,8%) e alcan\u00e7ou a marca de 5,5 bilh\u00f5es de litros. Os dados mais recentes s\u00e3o referentes a 2021 e fazem parte da Pesquisa da Pecu\u00e1ria Municipal (PPM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Investimentos no setor e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas mais favor\u00e1veis nos \u00faltimos anos fazem a regi\u00e3o aumentar a produ\u00e7\u00e3o pelo quinto ano seguido, informou o \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100\"><img decoding=\"async\" class=\"flex-fill img-cover lazyload\" title=\"Arquivo pessoal\" data-src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/bvt3IVhPTjYdrzPj6885l2vGYtA=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/leite_1_0.jpg?itok=FmdQLSPR\" alt=\"S\u00e3o Paulo SP) - No sert\u00e3o do nordeste brasileiro, a produtora rural Rafaela Alves conta os desafios com a produ\u00e7\u00e3o do gado leiteiro. Rafaela e sua filha Ana Luiza, na pequena propriedade de gado leiteiro em Sergipe. Foto: Arquivo Pessoal\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" \/><\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">S\u00e3o Paulo SP) &#8211; No sert\u00e3o do nordeste brasileiro, a produtora rural Rafaela Alves conta os desafios com a produ\u00e7\u00e3o do gado leiteiro. Rafaela e sua filha Ana Luiza, na pequena propriedade de gado leiteiro em Sergipe. Foto: Arquivo Pessoal &#8211;\u00a0<strong>Arquivo pessoal<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Rafaela Alves espera que o clima favor\u00e1vel se mantenha no inverno que est\u00e1 chegando. \u201cN\u00f3s camponeses esperamos um bom inverno, mas ao mesmo tempo estamos em d\u00favida por causa\u00a0dos sinais que o tempo est\u00e1 dando. No ano passado, tivemos um inverno bem melhor, talvez um dos melhores dos \u00faltimos 30 anos!\u201d A expectativa de produ\u00e7\u00e3o depende do clima, observa. \u201cA expectativa que a gente faz com a produ\u00e7\u00e3o para o pr\u00f3ximo per\u00edodo depende muito do inverno. \u00c9 um grande desafio assegurar comida para o rebanho e, sem chuva, tudo isso fica muito mais complexo\u201d, diz.<\/p>\n<p>Os dados do IBGE, analisados pela Embrapa Gado de Leite, indicaram queda da produ\u00e7\u00e3o no Brasil no primeiro trimestre de 2022, se comparado ao mesmo per\u00edodo de 2021, mas alguns estados do Nordeste apresentaram crescimento,\u00a0<a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/doc\/1151050\/1\/Estado-de-Sergipe-agronegocio-do-leite-em-expansao.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sergipe<\/a>\u00a0est\u00e1 entre eles, sendo o segundo estado com maior crescimento na produ\u00e7\u00e3o leiteira.<\/p>\n<p>De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Regi\u00e3o Nordeste \u00e9 exce\u00e7\u00e3o na redu\u00e7\u00e3o geral da produ\u00e7\u00e3o de leite, registrando aumento de 4,1% de 2021 para 2022, com destaque para o estado de Sergipe.<\/p>\n<p>\u201cPara a Conab, o aumento da produ\u00e7\u00e3o do Nordeste, em especial Sergipe, inclui fatores como melhora gen\u00e9tica do rebanho, desenvolvimento da produ\u00e7\u00e3o da palma forrageira para suplementa\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o e custos mais baixos, mas lembrando que isso \u00e9 para a produ\u00e7\u00e3o em geral, n\u00e3o espec\u00edfica da agricultura familiar\u201d, detalha Ernesto Galindo, diretor substituto do Departamento de Avalia\u00e7\u00e3o, Monitoramento, Estudos e Informa\u00e7\u00f5es Estrat\u00e9gicas do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio e Agricultura Familiar (MDA).<\/p>\n<h2>Fatores<\/h2>\n<p>O presidente da Cooperativa de Produtores de Leite de\u00a0Alagoas (CPLA), Aldemar Monteiro, explica como a alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho com a palma forrageira favorece a produ\u00e7\u00e3o no Nordeste. \u201cA palma forrageira \u00e9 a base de alimenta\u00e7\u00e3o do gado leiteiro no Nordeste, \u00e9 plantada em regi\u00f5es semi\u00e1ridas e sobrevive a grandes estiagens. \u00c9 um cacto altamente saboroso para o gado, que se alimenta dele\u00a0misturado com silagem de milho, uma combina\u00e7\u00e3o muito boa para o rebanho\u00a0da regi\u00e3o, caminho\u00a0para o desenvolvimento da \u00e1rea\u201d, afirmou Monteiro.<\/p>\n<p>O presidente da CPLA informou que em\u00a0Alagoas h\u00e1 cerca de 39 mil pequenos agricultores familiares e 2 mil m\u00e9dios e grandes produtores. \u201cMesmo numa regi\u00e3o territorial pequena, \u00e9 uma concentra\u00e7\u00e3o muito grande de pequenos produtores\u201d. A melhora das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas tamb\u00e9m tem sido um fator positivo, acrescenta Monteiro.<\/p>\n<p>\u201cAcredito que o crescimento no Nordeste se deve \u00e0 voca\u00e7\u00e3o do produtor, aliado \u00e0s condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, boa para a produ\u00e7\u00e3o de leite, porque \u00e9 uma regi\u00e3o que durante o dia \u00e9 quente, mas a noite \u00e9 fresca, uma caracter\u00edstica\u00a0que foi fundamental para o desenvolvimento da cadeia produtiva de todo o Nordeste. Nos \u00faltimos tr\u00eas anos, sa\u00edmos de uma condi\u00e7\u00e3o de seca muito severa, ent\u00e3o essa melhora nas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas come\u00e7ou\u00a0a trazer novos neg\u00f3cios para Alagoas e, principalmente, para Sergipe, que despontou muito, favoreceram\u00a0a silagem de milho e a produ\u00e7\u00e3o de palma forrageira\u201d, completa.<\/p>\n<p>A produtora Rafaela, de Sergipe, conta que alimenta seu rebando com a palma. \u201cO rebanho come palma forrageira, com rol\u00e3o ou silo. Para as vacas de leite, acrescento a ra\u00e7\u00e3o concentrada: milho mo\u00eddo, soja, caro\u00e7o e n\u00facleo de leite\u201d, detalha.<\/p>\n<h2>Fortalecimento<\/h2>\n<p>Monteiro explica outros fatores que fortalecem a produ\u00e7\u00e3o leiteira. \u201cAlagoas conseguiu desonerar a cadeia produtiva do leite, do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS), um incentivo fiscal muito grande para as ind\u00fastrias do\u00a0estado.\u00a0Isso fez com que conseguissem escoar sua produ\u00e7\u00e3o. Ainda temos novas f\u00e1bricas de Sergipe entrando em Alagoas, um fator tamb\u00e9m importante\u201d.<\/p>\n<p>Segundo o presidente da CPLA, outra iniciativa vai incentivar a agricultura familiar do estado. \u201cEstamos montando a primeira secadora de leite em p\u00f3 da agricultura familiar, para atender a esses 39 mil pequenos produtores do estado. A secadora vai ter capacidade para 400 mil litros de leite\/dia, tudo isso cria uma condi\u00e7\u00e3o boa para a regi\u00e3o e facilita o escoamento\u201d.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 diversas causas para esse predom\u00ednio, uma delas \u00e9 o padr\u00e3o hist\u00f3rico de ocupa\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria com concentra\u00e7\u00e3o de terra e muitos minif\u00fandios\u201d, afirma Ernesto Galindo, do MDA. Segundo ele, incentivos federais foram refor\u00e7ados em anos anteriores, \u201capesar do enfraquecimento das pol\u00edticas nos anos recentes, algo que est\u00e1 sendo retomado atualmente\u201d.<\/p>\n<p>Quanto aos incentivos, Galindo diz\u00a0que as pol\u00edticas de reforma agr\u00e1ria existem h\u00e1 d\u00e9cadas, refor\u00e7adas nos \u00faltimos 30 anos com pol\u00edticas de cr\u00e9dito fundi\u00e1rio. \u201cPol\u00edticas de cr\u00e9dito produtivo espec\u00edficas para o setor surgiram no\u00a0fim\u00a0da d\u00e9cada de 90, pol\u00edticas de assist\u00eancia t\u00e9cnica, acompanhadas ou n\u00e3o de fomento, j\u00e1 alcan\u00e7aram centenas de milhares de agricultores. Al\u00e9m disso, h\u00e1 tamb\u00e9m pol\u00edticas de garantia de pre\u00e7o, garantia de safra, seguro produtivo agr\u00edcola e mais recentemente, a partir da d\u00e9cada de 2000, compras p\u00fablicas. Muitas delas concentradas em n\u00famero no Nordeste, mas com concentra\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de valores na Regi\u00e3o Sul do pa\u00eds\u201d, detalha.<\/p>\n<h2>Caracter\u00edstica regional<\/h2>\n<p>\u201cA predomin\u00e2ncia da agricultura familiar e de pequenos produtores no sert\u00e3o se deve ao fato de que o sertanejo tem experi\u00eancia em conviver com a seca e fixa\u00a0ra\u00edzes no campo para que possa\u00a0sobreviver\u201d, observa o professor Jo\u00e3o Batista Barbosa, do Instituto Federal de Sergipe Campus Gl\u00f3ria (IFS), na \u00e1rea de Latic\u00ednios\/Alimentos.<\/p>\n<p>No Nordeste, a produ\u00e7\u00e3o leiteira \u00e9 influenciada pelas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, economia de cada estado, tipo de alimenta\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel para os animais, entre outros fatores, afirma\u00a0Barbosa. \u201cVale ressaltar que nas regi\u00f5es do Semi\u00e1rido Nordestino a produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 afetada pela seca. Nas esta\u00e7\u00f5es primavera e ver\u00e3o, as temperaturas\u00a0s\u00e3o altas e a falta de chuva dificulta a produ\u00e7\u00e3o de leite\u201d, explica.<\/p>\n<p>De acordo com dados da Pesquisa de Leite do 4\u00ba trimestre, do IBGE, a produ\u00e7\u00e3o de leite inspecionada no Nordeste se destaca nos estados do Cear\u00e1, de Pernambuco, Sergipe e da Bahia. \u201cEsse\u00a0fato pode ser explicado pela\u00a0implanta\u00e7\u00e3o e melhoria\u00a0das ind\u00fastrias presentes em cada regi\u00e3o\u201d, afirma o professor.<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o do m\u00e9dico veterin\u00e1rio George Pires Martins, o crescimento se deve ao aumento do beneficiamento do leite. \u201cAs ind\u00fastrias est\u00e3o crescendo e abrindo novas empresas, e a produ\u00e7\u00e3o de alimentos, principalmente na regi\u00e3o de Sergipe, que desponta\u00a0como forte produtor de gr\u00e3os, acaba barateando o leite\u201d.<\/p>\n<p>Para ele, o crescimento tecnol\u00f3gico tamb\u00e9m \u00e9 fator de destaque. \u201c\u00c9 uma regi\u00e3o que tem muita cultura leiteira, e agora as tecnologias est\u00e3o come\u00e7ando a chegar, alguns produtores j\u00e1 est\u00e3o com sistemas que produzem volume maior de leite e isso rentabiliza mais\u201d, afirma Pires, que tamb\u00e9m \u00e9 consultor de latic\u00ednios com atua\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica no Nordeste e criador do canal\u00a0<a href=\"https:\/\/youtube.com\/@LeiteseDerivados\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leites e Derivados<\/a>,\u00a0em que fala sobre a cadeia produtiva do leite.<\/p>\n<p>O consultor concorda com a produtora Rafaela Alves em rela\u00e7\u00e3o ao acompanhamento t\u00e9cnico. \u201cN\u00e3o temos uma pol\u00edtica de assist\u00eancia t\u00e9cnica rural voltada para o pequeno produtor. Acredito que essa atividade \u00e9 muito mais forte \u00a0por causa da cultura da regi\u00e3o do que por incentivos ou por resultado financeiro como um todo. Ent\u00e3o, vem muito mais da cultura da regi\u00e3o, de quem est\u00e1 morando na zona rural, esse pequeno produtor acaba fazendo a diferen\u00e7a no volume geral produzido aqui no Nordeste\u201d, destaca Martins.<\/p>\n<p>Ele e outros especialistas do setor l\u00e1cteo, como produtores de leite, cooperativas e profissionais se re\u00fanem nos pr\u00f3ximos dias 11 e 12 de maio em Garanhuns, Pernambuco, para o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.milkexperience.com.br\/me\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Milk Experience<\/a>, evento para discutir temas relacionados ao setor l\u00e1cteo e \u00e0s pr\u00e1ticas inovadoras. Segundo o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.oecd-ilibrary.org\/agriculture-and-food\/oecd-fao-agricultural-outlook-2021-2030_19428846-en\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Agricultural Outlook 2022-2031,<\/a>\u00a0relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO), os latic\u00ednios dever\u00e3o ser o setor pecu\u00e1rio de mais r\u00e1pido crescimento na pr\u00f3xima d\u00e9cada, com a oferta global de leite prevista para aumentar em 23%.<\/p>\n<p>FONTE: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Clima mais favor\u00e1vel e alimenta\u00e7\u00e3o do gado contribuem para aumento A produtora rural Rafaela da Silva Alves, de 36 anos, tem uma pequena propriedade no&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":267778,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[50,122],"tags":[],"class_list":["post-267777","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-nordeste"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/267777","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=267777"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/267777\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":267779,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/267777\/revisions\/267779"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/267778"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=267777"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=267777"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=267777"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}