{"id":280196,"date":"2024-01-30T09:58:18","date_gmt":"2024-01-30T12:58:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=280196"},"modified":"2024-01-30T09:58:18","modified_gmt":"2024-01-30T12:58:18","slug":"dengue-aedes-aegypti-veio-para-ficar-alerta-infectologista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2024\/01\/30\/dengue-aedes-aegypti-veio-para-ficar-alerta-infectologista\/","title":{"rendered":"Dengue: Aedes aegypti veio para ficar, alerta infectologista"},"content":{"rendered":"<div class=\"row\">\n<p class=\"col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center\" style=\"text-align: center;\"><em><strong>Para ele, sa\u00edda \u00e9 apostar em vacina e pesquisas nacionais<\/strong><\/em><\/p>\n<p>O mosquito\u00a0<em>Aedes aegypti<\/em>, transmissor de todas as arboviroses que atualmente circulam no pa\u00eds, inclusive a dengue, chegou a ser erradicado do territ\u00f3rio brasileiro por volta de 1950, como resultado de uma s\u00e9rie de medidas para o controle da febre amarela. Entretanto, dadas as atuais propor\u00e7\u00f5es de infesta\u00e7\u00e3o, \u00e9 imposs\u00edvel sonhar com esse cen\u00e1rio novamente. \u201cO Aedes veio para ficar\u201d, alertou o infectologista Antonio Carlos Bandeira.<img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1578349&amp;o=node\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" \/><img decoding=\"async\" data-src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1578349&amp;o=node\" src=\"data:image\/svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==\" class=\"lazyload\" \/><\/p>\n<p>Formado pela Universidade Federal da Bahia e especialista em sa\u00fade p\u00fablica pela Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da Universidade de S\u00e3o Paulo, Bandeira descobriu, em 2015, a chegada do v\u00edrus Zika ao Brasil. A doen\u00e7a tamb\u00e9m \u00e9 transmitida pelo\u00a0<em>Aedes aegypti<\/em>. Em entrevista \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>, o m\u00e9dico citou altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, sobretudo o aumento das temperaturas, como fatores que colaboram para a explos\u00e3o de casos de dengue este ano.<\/p>\n<p>O infectologista manifestou preocupa\u00e7\u00e3o com o ressurgimento do sorotipo 3 da dengue no pa\u00eds \u2013 que n\u00e3o circulava de forma epid\u00eamica h\u00e1 mais de 15 anos. \u201cMas, independentemente do sorotipo, preocupa a grande quantidade de casos que a gente tem. Porque uma grande quantidade de casos implica uma grande quantidade de complica\u00e7\u00f5es e uma grande quantidade de poss\u00edveis \u00f3bitos\u201d.<\/p>\n<p>Confira a seguir os principais trechos da entrevista:<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil:<\/strong>\u00a0Nas primeiras semanas de 2024, o n\u00famero de casos de dengue mais que dobrou em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023, que j\u00e1 havia sido classificado como ano epid\u00eamico. O que tem causado essa explos\u00e3o de casos no Brasil?<br \/>\n<strong>Antonio Carlos Bandeira:<\/strong>\u00a0V\u00e1rios fatores t\u00eam causado essa explos\u00e3o. O primeiro e mais importante t\u00eam sido as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. Houve agora, com o El Ni\u00f1o, nos \u00faltimos dois anos, uma combina\u00e7\u00e3o de muito calor no corredor que segue da Regi\u00e3o Centro-Oeste e desce pela por\u00e7\u00e3o oeste das regi\u00f5es Sudeste e Sul. Esse corredor clim\u00e1tico acabou facilitando muito a dissemina\u00e7\u00e3o do mosquito tanto para locais da Regi\u00e3o Sudeste e, mais importante ainda, da Regi\u00e3o Sul. Isso facilitou que o\u00a0<em>Aedes aegypti\u00a0<\/em>pudesse ser disseminado. N\u00e3o s\u00f3 o Brasil, mas pa\u00edses circunvizinhos como Paraguai e Argentina viveram a mesma situa\u00e7\u00e3o: uma chegada muito forte do<em>\u00a0Aedes aegypti<\/em>. \u00c9 um passo para come\u00e7ar a ter epidemias de dengue, chikungunya e zika.<\/p>\n<p>Outro fator \u00e9 o desmantelamento que houve, de certa maneira, nos \u00faltimos anos, de uma vigil\u00e2ncia mais proativa no sentido de instituir medidas como larvicida ou o famoso fumac\u00ea. Temos per\u00edodos que ficaram sem larvicidas. E o terceiro\u00a0fator \u00e9 pegar a popula\u00e7\u00e3o que \u00e9 exatamente dessas regi\u00f5es que citei e que eram virgens de dengue. Diferentemente da Regi\u00e3o Nordeste, em que as pessoas frequentemente tiveram epis\u00f3dios pregressos de dengue. Nesses casos, a pessoa fica um pouco mais resistente, apesar de ainda poder pegar a doen\u00e7a por outros sorotipos. No caso da Regi\u00e3o Sul, est\u00e1 todo mundo ali sem nenhum tipo de prote\u00e7\u00e3o anterior. E a vacina s\u00f3 agora est\u00e1 sendo pensada.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil:<\/strong>\u00a0O recente aumento das temperaturas em praticamente todo o pa\u00eds associado \u00e0 grande quantidade de chuvas contribui de alguma forma para esse agravamento do cen\u00e1rio da dengue?<br \/>\n<strong>Bandeira:<\/strong>\u00a0\u00c9, isso que faz com que a coisa complique. Voc\u00ea tem esse corredor de calor e ele fica oscilando com muita precipita\u00e7\u00e3o pluviom\u00e9trica de forma intensiva. Isso facilitou demais. Calor e muita chuva intermitente s\u00e3o a combina\u00e7\u00e3o principal para a dengue. Por culpa, de certa maneira, do El Ni\u00f1o. O\u00a0<em>Aedes aegypti\u00a0<\/em>se reproduz mais r\u00e1pido e vive mais quanto mais elevada \u00e9 a temperatura. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 essa. Ele vive mais e se multiplica mais.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil:\u00a0<\/strong>A dengue tem comportamento sazonal e sempre retorna de forma epid\u00eamica de tempos em tempos. \u00c9 comum termos dois anos consecutivos de epidemia se j\u00e1 considerarmos 2023 e 2024?<br \/>\n<strong>Bandeira:<\/strong>\u00a0Estamos diante de popula\u00e7\u00f5es virgens. A maioria dos casos de dengue que estamos tendo no ano passado e este ano \u00e9 na Regi\u00e3o Sudeste e Sul. Essa popula\u00e7\u00e3o que nunca teve dengue antes est\u00e1 muito suscet\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil:<\/strong>\u00a0O pico da dengue no Brasil geralmente acontece entre mar\u00e7o e maio. Em fun\u00e7\u00e3o do in\u00edcio precoce de casos, j\u00e1 em outubro do ano passado, h\u00e1 chance de esse pico chegar mais cedo em 2024?<br \/>\n<strong>Bandeira:\u00a0<\/strong>No ano passado, a gente teve uma situa\u00e7\u00e3o completamente diferente porque tivemos, como de praxe, a dengue no in\u00edcio do ano. Em fevereiro, j\u00e1 t\u00ednhamos muitos casos. Mas, normalmente, as taxas come\u00e7am a subir em fevereiro, mar\u00e7o, abril e, em maio, come\u00e7am a cair. No ano passado, essas taxas foram altas o primeiro semestre praticamente inteiro, at\u00e9 julho. E s\u00f3 foram come\u00e7ar a cair em agosto, j\u00e1 mostrando um comportamento diferente.<\/p>\n<p>Talvez algumas regi\u00f5es atinjam o pico de dengue antes, mas isso n\u00e3o \u00e9 garantido. Nesses processos epid\u00eamicos, cada estado, na verdade, tem um comportamento. Depende da precocidade com que se come\u00e7a a detectar, usar larvicida em grande quantidade, fumac\u00ea, alertar a popula\u00e7\u00e3o. Cada estado tem uma interven\u00e7\u00e3o diferente. Um est\u00e1 em calamidade p\u00fablica e, em outro, a coisa \u00e9 intensa, mas n\u00e3o \u00e9 tr\u00e1gica. Cada local acaba tendo uma din\u00e2mica diferente. Se voc\u00ea n\u00e3o fizer nada, o pico pode chegar antes sim.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil:<\/strong>\u00a0O sorotipo 3 da dengue n\u00e3o circulava de forma epid\u00eamica no Brasil h\u00e1 mais de 15 anos, mas voltou a registrar casos em 2023 e em 2024. Como esse ressurgimento pode agravar ainda mais as perspectivas para este ano?<br \/>\n<strong>Bandeira:<\/strong>\u00a0Sem d\u00favida, o tipo 3 voltou a circular. A gente s\u00f3 n\u00e3o sabe se ele vai ser o respons\u00e1vel pela maioria dos casos. A gente n\u00e3o tem como saber isso neste momento. J\u00e1 tivemos a introdu\u00e7\u00e3o de sorotipos que come\u00e7am a circular, mas n\u00e3o v\u00e3o muito adiante. No passado, o sorotipo 4, por exemplo, come\u00e7ou, mas n\u00e3o dominou o espectro da doen\u00e7a. O sorotipo 3 realmente preocupa porque \u00e9 mais um sorotipo para causar a doen\u00e7a. Por outro lado, pode ser que ele n\u00e3o seja dominante na maior parte dos estados do Brasil. O que a gente est\u00e1 vendo hoje \u00e9 que os sorotipos 1 e 2 est\u00e3o fazendo uma grande quantidade de notifica\u00e7\u00e3o no Brasil como um todo.<\/p>\n<p>Neste momento, independentemente do sorotipo, preocupa a grande quantidade de casos que a gente tem. Porque uma grande quantidade de casos implica uma grande quantidade de complica\u00e7\u00f5es e uma grande quantidade de poss\u00edveis \u00f3bitos.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil:<\/strong>\u00a0O\u00a0<em>Aedes aegypti\u00a0<\/em>chegou a ser erradicado do territ\u00f3rio brasileiro por volta de 1950 como resultado de medidas para controle da febre amarela. \u00c9 poss\u00edvel sonhar com esse cen\u00e1rio novamente, dadas as propor\u00e7\u00f5es atuais de infesta\u00e7\u00e3o?<br \/>\n<strong>Bandeira:<\/strong>\u00a0Jamais. Nunca mais. N\u00e3o tem como. O<em>\u00a0Aedes\u00a0<\/em>veio para ficar e s\u00f3 faz aumentar. Come\u00e7ou em 1980 no Rio de Janeiro e, hoje, j\u00e1 est\u00e1 presente em praticamente todos os munic\u00edpios do Brasil. \u00c9 um mosquito altamente domicili\u00e1vel. Nessas temperaturas elevadas, n\u00e3o tem como. E a tentativa de trazer aqueles mosquitinhos transg\u00eanicos, que realmente poderiam ajudar num determinado momento, hoje em dia, n\u00e3o tem como. Voc\u00ea teria que soltar mosquitos transg\u00eanicos aos bilh\u00f5es no Brasil inteiro. A gente realmente perdeu o\u00a0<em>timing\u00a0<\/em>da coisa porque ficou parado. Ficou-se, todos os anos, esperando que a epidemia fosse embora. Mas o v\u00edrus n\u00e3o entende os apelos e os clamores humanos. Ele quer continuar. Veio pra ficar mesmo. A sa\u00edda nossa agora \u00e9 a vacina. N\u00e3o tem outra.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil:<\/strong>\u00a0O controle dos criadouros do mosquito, em tese, n\u00e3o \u00e9 algo t\u00e3o dif\u00edcil de se fazer. O que falta? Mais campanha? Maior conscientiza\u00e7\u00e3o?<br \/>\n<strong>Bandeira:<\/strong>\u00a0Cuba, que \u00e9 uma ilhazinha min\u00fascula quando comparada ao Brasil, n\u00e3o conseguiu erradicar os criadouros com um sistema pol\u00edtico altamente centralizado. Para a gente, n\u00e3o tem como. \u00c9 absolutamente imposs\u00edvel, n\u00e3o tem como. A \u00fanica possibilidade seriam tecnologias novas, inovadoras mesmo. Mas at\u00e9 isso bate em uma situa\u00e7\u00e3o de custo que pode ser muito elevado para o pa\u00eds todo. Serve para algumas regi\u00f5es de epidemia, mas \u00e9 imposs\u00edvel acabar com o<em>\u00a0Aedes aegypti<\/em>. N\u00e3o \u00e9 fact\u00edvel, n\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel. S\u00f3 em filme de Hollywood.<\/p>\n<p><strong>Ag\u00eancia Brasil:<\/strong>\u00a0O Brasil ainda registra lix\u00f5es e esgoto a c\u00e9u aberto, al\u00e9m de uma grande quantidade de terrenos baldios sem fiscaliza\u00e7\u00e3o adequada. Como o senhor avalia as a\u00e7\u00f5es para controle do mosquito no pa\u00eds ao longo dos \u00faltimos anos? \u00c9 preciso mudar de estrat\u00e9gia?<br \/>\n<strong>Bandeira:<\/strong>\u00a0Acho que a gente tem que investir em pesquisa. Os governos, sejam eles federal, estadual ou municipal, precisam entender, de uma vez por todas, que o que resolve os nossos problemas \u00e9 a pesquisa feita aqui dentro, para as nossas necessidades. \u00c9 investimento massivo em pesquisa, pra gente poder descobrir novas drogas pra dengue, novas vacinas e assim por diante.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, a gente tem que ter coragem mesmo para pensar em atuar nas favelas. Voc\u00ea olha, por exemplo, o que acontece com a dengue. Geralmente, nas \u00e1reas urbanizadas, voc\u00ea tem uma taxa de dengue muito menor. N\u00e3o deixa de ter, mas \u00e9 menor. Quando voc\u00ea olha as favelas, essas aglomera\u00e7\u00f5es no Rio de Janeiro, em S\u00e3o Paulo ou em qualquer lugar do Brasil, esses locais concentram uma quantidade gigantesca de pessoas num espa\u00e7o min\u00fasculo. Isso vai facilitar muito a transmiss\u00e3o. Um mosquito vai picar 20, 30 pessoas e passar a dengue porque est\u00e3o muito pertinho umas das outras. N\u00e3o h\u00e1 recolhimento de lixo adequado, isso facilita \u00e1gua parada. A quest\u00e3o do saneamento b\u00e1sico \u00e9 horroroso. Mesmo em \u00e1guas sujas, o<em>\u00a0Aedes\u00a0<\/em>consegue se multiplicar. S\u00e3o \u00e1reas cr\u00edticas para transmiss\u00e3o da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m s\u00e3o cr\u00edticas para a criminalidade, para o tr\u00e1fico de drogas, para doen\u00e7as diarreicas, para tudo. A gente precisaria fazer um investimento. S\u00e3o 11 milh\u00f5es de pessoas no Brasil que vivem nas favelas. Quero ver um PAC [Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento] das favelas. Algum governante que tenha coragem de fazer isso. Para que voc\u00ea possa urbanizar. N\u00e3o precisa deslocar a popula\u00e7\u00e3o para fora. Voc\u00ea vai urbanizar aquilo ali. Talvez tenha que desapropriar uma pequena quantidade de pessoas, mas passar ruas, saneamento b\u00e1sico, coleta de lixo, organizar o espa\u00e7o urbano de forma que voc\u00ea possa fazer a\u00e7\u00f5es de sa\u00fade, larvicida, passar fumac\u00ea. Hoje em dia, se voc\u00ea tem um surto em qualquer favela do Brasil, voc\u00ea n\u00e3o consegue subir com o fumac\u00ea, passar larvicida. N\u00e3o consegue fazer nada. Isso sim \u00e9 atuar nas causas ra\u00edzes dos problemas.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<div class=\"shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100\"><img decoding=\"async\" class=\"flex-fill img-cover lazyload\" title=\"Arte\/EBC\" data-src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/NDFfziLdTvqwfZkjEMPheaZ9RAs=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/eliminar-criadouros_copy.jpg?itok=9D87FALK\" alt=\"A melhor forma de combater a dengue \u00e9 impedir a reprodu\u00e7\u00e3o do mosquito. 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