{"id":281827,"date":"2024-03-06T20:21:29","date_gmt":"2024-03-06T23:21:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=281827"},"modified":"2024-03-06T20:21:29","modified_gmt":"2024-03-06T23:21:29","slug":"filho-de-sao-joao-do-cariri-empresario-shigeaki-maracaja-tem-case-de-sucesso-com-o-grupo-alerta-apos-intensa-trajetoria-e-e-destaque-em-revista-de-circulacao-nacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2024\/03\/06\/filho-de-sao-joao-do-cariri-empresario-shigeaki-maracaja-tem-case-de-sucesso-com-o-grupo-alerta-apos-intensa-trajetoria-e-e-destaque-em-revista-de-circulacao-nacional\/","title":{"rendered":"Filho de S\u00e3o Jo\u00e3o do Cariri, empres\u00e1rio Shigeaki Maracaj\u00e1 tem case de sucesso com o Grupo Alerta, ap\u00f3s intensa trajet\u00f3ria e \u00e9 destaque em revista de circula\u00e7\u00e3o nacional"},"content":{"rendered":"<p>O empres\u00e1rio filho de S\u00e3o Jo\u00e3o do Cariri, Shigeaki Maracaj\u00e1, foi destaque na Revista nacional \u2018Exame\u2019, na aba de neg\u00f3cios, com case de sucesso do Grupo Alerta, do qual \u00e9 o CEO, ap\u00f3s trajet\u00f3ria humilde na carreira.<\/p>\n<p>O caririzeiro Shigeaki Maracaj\u00e1 viu no in\u00edcio dos anos 2000 uma nova oportunidade de empreender. Na \u00e9poca, ele e a esposa tinham uma franquia dos Correios em Campina Grande quando resolveram trabalhar na vigil\u00e2ncia de casas. A ideia era diversificar a fonte de renda e resolver uma dor da popula\u00e7\u00e3o local: seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8220;Eu vendia o servi\u00e7o durante o dia e voltava de noite para fazer a vigil\u00e2ncia. Ganhava R$ 20 por casa&#8221;, relembra o empreendedor.<\/p>\n<p>Em poucos meses Maracaj\u00e1 passou a fazer a vigil\u00e2ncia de dez ruas na cidade. Para escalar o neg\u00f3cio e alcan\u00e7ar um novo patamar, o empreendedor vendeu o carro e, com cerca de R$ 30.000, fundou o Grupo Alerta.<\/p>\n<p>No \u00faltimo ano a empresa que oferece servi\u00e7os de seguran\u00e7a em cinco estados nordestinos faturou R$ 200 milh\u00f5es, 20% a mais do que no ano anterior. Para 2024, a expectativa \u00e9 avan\u00e7ar at\u00e9 30% com novos contratos p\u00fablicos e privados.<\/p>\n<p>&#8220;Para come\u00e7ar a empreender tem que ser meio doido. Se for bom do ju\u00edzo n\u00e3o v\u00e1 n\u00e3o&#8221;, brincou o empreendedor em entrevista \u00e0 EXAME no Para\u00edba Business Experience (PBXP), evento realizado na \u00faltima semana em Campina Grande.<\/p>\n<p>Shigeaki Maracaj\u00e1 \u00e9 natural de S\u00e3o Jo\u00e3o do Cariri, munic\u00edpio com pouco mais de 4.000 habitantes localizado no sul do estado da Para\u00edba. A veia empreendedora de Maracaj\u00e1 deu seus primeiros sinais na adolesc\u00eancia, quando ele come\u00e7ou a produzir e vender dindin (conhecido como gelinho ou sacol\u00e9 em outras partes do Brasil).<\/p>\n<p>&#8220;Trabalhava de dia e de noite pegava uma caminhonete de pau arara para estudar em Campina Grande. Na \u00e9poca n\u00e3o tinha luz el\u00e9trica, era luz de candeeiro&#8221;, diz Shigeaki Maracaj\u00e1.<\/p>\n<p>Aos 18 anos, ele se mudou para Campina Grande e abriu uma lanchonete na cidade. O neg\u00f3cio n\u00e3o deu certo e ele come\u00e7ou a trabalhar em uma empresa de seguran\u00e7a, onde conheceu o segmento no qual iria empreender futuramente.<\/p>\n<p>Em 2001, quando o Grupo Alerta foi fundado, Maracaj\u00e1 e a esposa tinham uma franquias dos Correios em Campina Grande. O investimento inicial no novo neg\u00f3cio aconteceu ap\u00f3s a venda do Fiat Uno que eles tinham na \u00e9poca.<\/p>\n<p>A trajet\u00f3ria da empresa n\u00e3o foi linear. At\u00e9 2003, o empreendedor vivia com as contas no vermelho pela falta de clientes. \u201cEu tentei vender meu neg\u00f3cio, mas ningu\u00e9m queria comprar\u201d, diz.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o da empresa come\u00e7ou a melhorar em 2004, quando passou a atender empresas que prestavam servi\u00e7os para o setor p\u00fablico.<\/p>\n<p>\u201cComecei fazendo a seguran\u00e7a de obras para evitar o furto de cabos. Um cliente indicou a Alerta para outro e assim fomos ganhando espa\u00e7o\u201d, diz Maracaj\u00e1.<\/p>\n<p>Ao longo dos anos o Grupo Alerta foi oferecendo novos servi\u00e7os. Al\u00e9m dos servi\u00e7os tradicionais de seguran\u00e7a para pessoa f\u00edsica e empresas &#8212; como vigil\u00e2ncia de rua, c\u00e2meras e seguran\u00e7as &#8211;, o grupo tamb\u00e9m oferece rastreio de frota, seguran\u00e7a armada e faz transporte de valores.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos dez anos, a oferta de prestadores de servi\u00e7o de limpeza, seguran\u00e7a e portaria ganhou destaque no portf\u00f3lio do Grupo Alerta. &#8220;Metade do nosso faturamento j\u00e1 vem da oferta de m\u00e3o de obra terceirizada&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Hoje, a companhia est\u00e1 presente em quatro estados al\u00e9m da Para\u00edba: Rio grande do Norte, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.<\/p>\n<p>Com mais de 400 clientes, Maracaj\u00e1 acredita que ainda h\u00e1 espa\u00e7o para crescimento na esfera p\u00fablica por meio de novas licita\u00e7\u00f5es, al\u00e9m da entrada em novos estados e lan\u00e7amento de novos servi\u00e7os.<\/p>\n<p>&#8220;Estudamos a entrada no mercado de seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o, portaria virtual e o uso de intelig\u00eancia artificial para o monitoramento de caminhoneiros&#8221;, diz o empreendedor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Com informa\u00e7\u00f5es da rep\u00f3rter Isabela Rovaroto, da revista Exame.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O empres\u00e1rio filho de S\u00e3o Jo\u00e3o do Cariri, Shigeaki Maracaj\u00e1, foi destaque na Revista nacional \u2018Exame\u2019, na aba de neg\u00f3cios, com case de sucesso do Grupo Alerta, do qual \u00e9 o CEO, ap\u00f3s trajet\u00f3ria humilde na carreira. O caririzeiro Shigeaki Maracaj\u00e1 viu no in\u00edcio dos anos 2000 uma nova oportunidade de empreender. Na \u00e9poca, ele e a esposa tinham uma franquia dos Correios em Campina Grande quando resolveram trabalhar na vigil\u00e2ncia de casas. A ideia era diversificar a fonte de renda e resolver uma dor da popula\u00e7\u00e3o local: seguran\u00e7a. &#8220;Eu vendia o servi\u00e7o durante o dia e voltava de noite para fazer a vigil\u00e2ncia. Ganhava R$ 20 por casa&#8221;, relembra o empreendedor. Em poucos meses Maracaj\u00e1 passou a fazer a vigil\u00e2ncia de dez ruas na cidade. Para escalar o neg\u00f3cio e alcan\u00e7ar um novo patamar, o empreendedor vendeu o carro e, com cerca de R$ 30.000, fundou o Grupo Alerta. No \u00faltimo ano a empresa que oferece servi\u00e7os de seguran\u00e7a em cinco estados nordestinos faturou R$ 200 milh\u00f5es, 20% a mais do que no ano anterior. Para 2024, a expectativa \u00e9 avan\u00e7ar at\u00e9 30% com novos contratos p\u00fablicos e privados. &#8220;Para come\u00e7ar a empreender tem que ser meio doido. Se for bom do ju\u00edzo n\u00e3o v\u00e1 n\u00e3o&#8221;, brincou o empreendedor em entrevista \u00e0 EXAME no Para\u00edba Business Experience (PBXP), evento realizado na \u00faltima semana em Campina Grande. Shigeaki Maracaj\u00e1 \u00e9 natural de S\u00e3o Jo\u00e3o do Cariri, munic\u00edpio com pouco mais de 4.000 habitantes localizado no sul do estado da Para\u00edba. A veia empreendedora de Maracaj\u00e1 deu seus primeiros sinais na adolesc\u00eancia, quando ele come\u00e7ou a produzir e vender dindin (conhecido como gelinho ou sacol\u00e9 em outras partes do Brasil). &#8220;Trabalhava de dia e de noite pegava uma caminhonete de pau arara para estudar em Campina Grande. Na \u00e9poca n\u00e3o tinha luz el\u00e9trica, era luz de candeeiro&#8221;, diz Shigeaki Maracaj\u00e1. Aos 18 anos, ele se mudou para Campina Grande e abriu uma lanchonete na cidade. O neg\u00f3cio n\u00e3o deu certo e ele come\u00e7ou a trabalhar em uma empresa de seguran\u00e7a, onde conheceu o segmento no qual iria empreender futuramente. Em 2001, quando o Grupo Alerta foi fundado, Maracaj\u00e1 e a esposa tinham uma franquias dos Correios em Campina Grande. O investimento inicial no novo neg\u00f3cio aconteceu ap\u00f3s a venda do Fiat Uno que eles tinham na \u00e9poca. A trajet\u00f3ria da empresa n\u00e3o foi linear. At\u00e9 2003, o empreendedor vivia com as contas no vermelho pela falta de clientes. \u201cEu tentei vender meu neg\u00f3cio, mas ningu\u00e9m queria comprar\u201d, diz. A situa\u00e7\u00e3o da empresa come\u00e7ou a melhorar em 2004, quando passou a atender empresas que prestavam servi\u00e7os para o setor p\u00fablico. \u201cComecei fazendo a seguran\u00e7a de obras para evitar o furto de cabos. Um cliente indicou a Alerta para outro e assim fomos ganhando espa\u00e7o\u201d, diz Maracaj\u00e1. Ao longo dos anos o Grupo Alerta foi oferecendo novos servi\u00e7os. Al\u00e9m dos servi\u00e7os tradicionais de seguran\u00e7a para pessoa f\u00edsica e empresas &#8212; como vigil\u00e2ncia de rua, c\u00e2meras e seguran\u00e7as &#8211;, o grupo tamb\u00e9m oferece rastreio de frota, seguran\u00e7a armada e faz transporte de valores. Nos \u00faltimos dez anos, a oferta de prestadores de servi\u00e7o de limpeza, seguran\u00e7a e portaria ganhou destaque no portf\u00f3lio do Grupo Alerta. &#8220;Metade do nosso faturamento j\u00e1 vem da oferta de m\u00e3o de obra terceirizada&#8221;, diz. Hoje, a companhia est\u00e1 presente em quatro estados al\u00e9m da Para\u00edba: Rio grande do Norte, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Com mais de 400 clientes, Maracaj\u00e1 acredita que ainda h\u00e1 espa\u00e7o para crescimento na esfera p\u00fablica por meio de novas licita\u00e7\u00f5es, al\u00e9m da entrada em novos estados e lan\u00e7amento de novos servi\u00e7os. &#8220;Estudamos a entrada no mercado de seguran\u00e7a da informa\u00e7\u00e3o, portaria virtual e o uso de intelig\u00eancia artificial para o monitoramento de caminhoneiros&#8221;, diz o empreendedor. &nbsp; Com informa\u00e7\u00f5es da rep\u00f3rter Isabela Rovaroto, da revista Exame.<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":281828,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[50,88],"tags":[],"class_list":["post-281827","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-sao-joao-do-cariri"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/281827","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=281827"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/281827\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":281829,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/281827\/revisions\/281829"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/281828"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=281827"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=281827"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=281827"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}