{"id":29300,"date":"2017-09-24T13:13:18","date_gmt":"2017-09-24T16:13:18","guid":{"rendered":"http:\/\/caririemacao.com\/1\/?p=29300"},"modified":"2017-09-24T13:13:18","modified_gmt":"2017-09-24T16:13:18","slug":"eliminar-alimentos-processados-do-cardapio-nao-te-deixa-mais-saudavel-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2017\/09\/24\/eliminar-alimentos-processados-do-cardapio-nao-te-deixa-mais-saudavel-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Eliminar alimentos processados do card\u00e1pio n\u00e3o te deixa mais saud\u00e1vel, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p>A \u00faltima moda entre as pessoas que buscam uma vida mais saud\u00e1vel e equilibrada \u00e9 rejeitar alimentos que passaram por processos industriais.<\/p>\n<p>O motivo?<\/p>\n<p>Estes alimentos processados fariam mal \u00e0 sa\u00fade e que deveriam ser evitados ao m\u00e1ximo, uma vez que possuem alto n\u00edvel de gordura, a\u00e7\u00facar e sal &#8212; justamente componentes que, se consumidos em excesso, ajudam a desenvolver problemas de sa\u00fade como press\u00e3o alta, obesidade e diabetes.<\/p>\n<p>Tamanho foi o alarde que muita gente viu os produtos industrializados como o verdadeiro e \u00fanico vil\u00e3o dos h\u00e1bitos pouco saud\u00e1veis dos brasileiros. No Pa\u00eds, 54,1% dos adultos est\u00e3o com sobrepeso, sendo 20% deles obesos.<\/p>\n<p>Mas um\u00a0estudo publicado na American Society for Nutrition, uma das mais famosas publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas sobre nutri\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos, quer desmistificar exatamente isso. Publicado no\u00a0The American Journal of Clinical Nutrition, o estudo rebate o que nutricionistas chamam de NOVA, a classifica\u00e7\u00e3o de um alimento por seu grau de processamento.<\/p>\n<p>Esta classifica\u00e7\u00e3o prop\u00f5e\u00a0<strong>quatro categorias<\/strong>: produtos in natura ou minimamente processados (legumes, frutas, verduras), alimentos que passaram por pouco processo (carnes, ch\u00e1s, leite), processados (queijos, caf\u00e9, alimentos em conserva) e os ultra-processados (macarr\u00e3o instant\u00e2neo, salgadinhos, embutidos, refrigerante).<\/p>\n<p>A NOVA tamb\u00e9m faz uma rela\u00e7\u00e3o entre o perfil nutricional e sua saudabilidade, ou seja,\u00a0<strong>quanto maior o grau de processamento, menos saud\u00e1vel este alimento ser\u00e1<\/strong>, pois as modifica\u00e7\u00f5es resultam em adi\u00e7\u00e3o de sal, a\u00e7\u00facar, gorduras, corantes, entre outros, para torn\u00e1-los ainda mais saborosos. Assim, \u00c9 recomendado\u00a0<strong>evitar quando poss\u00edvel<\/strong>\u00a0produtos processados e\u00a0<strong>extinguir de vez<\/strong>\u00a0os ultra-processados.<\/p>\n<p>Mas, de acordo com o paper de pesquisadores do Instituto de Alimenta\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade da University College Dublin e da National University of Singapore,\u00a0<strong>esta classifica\u00e7\u00e3o peca ao presumir que os n\u00edveis de processamento tornam estes alimentos vil\u00f5es para a sa\u00fade humana<\/strong>.<\/p>\n<p>&#8220;At\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o deste paper, n\u00e3o existem dados sobre a capacidade m\u00e9dia do consumidor em termos de renda, habilidades culin\u00e1rias, instala\u00e7\u00f5es culin\u00e1rias dispon\u00edveis, disponibilidade de tempo ou alimentos dispon\u00edveis que sustentem que o abandono dos alimentos processados altera significativamente o bem-estar nutricional. Sem tais dados, pode haver quest\u00f5es \u00e9ticas que deveriam ser consideradas antes do abandono em massa desses alimentos&#8221;, concluiu o estudo, divulgado no in\u00edcio de agosto de 2017.<\/p>\n<p>&#8220;Este paper questiona duas coisas: a primeira \u00e9 a classifica\u00e7\u00e3o dos alimentos por n\u00edvel de processamento, pois ela est\u00e1 na &#8216;moda&#8217;, e as evid\u00eancias cient\u00edficas suficientes para falar que os ultra-processados fazem mal \u00e1 sa\u00fade, assim como n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias cient\u00edfica suficiente para recomendar que a popula\u00e7\u00e3o reduza o consumo desses alimentos, como uma forma de ter uma alimenta\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel&#8221;, analisou a doutora em Nutri\u00e7\u00e3o e membro do Conselho Regional de Nutricionistas de S\u00e3o Paulo, Maria Fernanda Elias.<\/p>\n<blockquote class=\"pull-quote\"><p>Ou seja, n\u00e3o \u00e9 porque um alimento sofreu maior processamento que ele \u00e9 menos ou mais saud\u00e1vel que um com menor n\u00edvel de processamento.<\/p><\/blockquote>\n<p>A nutricionista conta que hoje a popula\u00e7\u00e3o elegeu a ind\u00fastria como vil\u00e3 da alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel. Por\u00e9m, o problema \u00e9 &#8220;mais embaixo&#8221; &#8212;\u00a0<strong>a pr\u00f3pria cultura brasileira \u00e9 um fator determinante para seus quilinhos extras indesej\u00e1veis.<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Vemos um consumo em excesso de alguns ingredientes como a\u00e7\u00facar, s\u00f3dio, gordura e, por outro lado, uma defici\u00eancia de vitaminas, minerais e de \u00f4megas, por causa da alimenta\u00e7\u00e3o desregrada. Mas isso n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 culpa da ind\u00fastria&#8221;, explica.<\/p>\n<p>A dosagem extra de sal e a\u00e7\u00facar nos produtos industrializados est\u00e1 diretamente relacionada \u00e0 cultura e h\u00e1bitos alimentares da popula\u00e7\u00e3o de determinados pa\u00edses.<\/p>\n<p>Assim como em algumas regi\u00f5es, as pessoas carregam no molho e na pimenta, no Brasil, o problema \u00e9 sal e o a\u00e7\u00facar. Segundo a nutricionista, o\u00a0<strong>brasileiro gosta de tudo bem doce e bem salgado<\/strong>. J\u00e1 em lugares como a Fran\u00e7a, os doces n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o doces. E na It\u00e1lia, nada \u00e9 t\u00e3o salgado.<\/p>\n<p>&#8220;Quando fazemos um pudim ou um bolo caseiro, usamos muito a\u00e7\u00facar. E isso, perceba, n\u00e3o est\u00e1 relacionado \u00e0 ind\u00fastria, pois \u00e9 feito em casa.\u00a0<strong>A ind\u00fastria incorporou esse gosto em seu alimento, n\u00e3o o inverso&#8221;, explicou Elias.<\/strong>\u00a0&#8220;Quando \u00e9 lan\u00e7ado um produto, ela faz uma pesquisa de aceita\u00e7\u00e3o do consumidor com v\u00e1rios n\u00edveis de a\u00e7\u00facar. Na maioria das vezes, o brasileiro escolhe o mais doce.&#8221;<\/p>\n<p>A mesma coisa acontece com o sal. Diversos\u00a0estudos\u00a0mostram que mais de\u00a0<strong>70% do sal consumido no Brasil \u00e9 adicionado aos alimentos pelo pr\u00f3prio consumidor<\/strong>\u00a0e que est\u00e3o presente, principalmente, nos pratos preferidos dos brasileiros,\u00a0como o arroz e o feij\u00e3o. &#8220;Um grande vil\u00e3o \u00e9 o saleiro que colocamos na mesa. Temperamos os alimentos em seu preparo e ainda adicionamos mais sal quando estamos comendo em casa&#8221;, disse Elias.<\/p>\n<p>Em 2013, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) mostrou que o\u00a0brasileiro ingere quase tr\u00eas vezes mais sal\u00a0que o recomendado pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade. Em vez dos 5 gramas di\u00e1rios recomendados, ingerimos cerca de 12 gramas por dia. E o pior: quase metade dos brasileiros, cerca de 48,6%, considera seu consumo di\u00e1rio de sal como &#8220;m\u00e9dio&#8221; e n\u00e3o &#8220;alto&#8221;, o que mostra que temos uma percep\u00e7\u00e3o bem errada do que consumimos ao longo do dia.<\/p>\n<p>Isso n\u00e3o quer dizer, por\u00e9m, que comer s\u00f3 industrializados vai te fazer viver para sempre. Para a nutricionista, a chave para uma vida saud\u00e1vel \u00e9 a modera\u00e7\u00e3o. &#8220;O que o Conselho de Nutri\u00e7\u00e3o do Brasil diz: todos os alimentos, industrializados ou n\u00e3o, podem fazer parte de uma dieta equilibrada. Mas isso depende da hora que vai consumir e, principalmente, da quantidade&#8221;, alertou.<\/p>\n<blockquote class=\"pull-quote\"><p>Se voc\u00ea come um chocolate industrializado de manh\u00e3, outro depois do almo\u00e7o e outro no jantar, obviamente n\u00e3o vai lhe fazer bem. Mas se ela fez um brigadeiro em casa e comer a mesma quantidade, tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 bom. O que quero dizer: o problema n\u00e3o \u00e9 doce industrializado ou n\u00e3o, \u00e9 se ele \u00e9 excessivo ou n\u00e3o.<\/p><\/blockquote>\n<p>Ela diz que at\u00e9 mesmo os embutidos,\u00a0que s\u00e3o taxados como cancer\u00edgenos, podem ser consumidos, sem excesso. &#8220;Fazer esse tipo de associa\u00e7\u00e3o\u00a0<em>[salsicha causa c\u00e2ncer]<\/em>\u00a0\u00e9 muito dif\u00edcil. No nosso dia, s\u00e3o tantas coisas que influenciam nossa sa\u00fade. Isolar um \u00fanico alimento e falar que ele que causou c\u00e2ncer, a evid\u00eancia \u00e9 muito baixa. A alimenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 sa\u00fade, \u00e9 prazer, \u00e9 sociabilidade. Se comer com modera\u00e7\u00e3o, por exemplo, em uma festa, ou em um fim de semana, tudo bem.&#8221;<\/p>\n<p>A palavra &#8220;modera\u00e7\u00e3o&#8221; \u00e9 um tanto ampla: afinal, o que seria comer com modera\u00e7\u00e3o? Para a nutricionista, seguir a pir\u00e2mide dos alimentos \u00e9 um bom come\u00e7o.<\/p>\n<p><strong>O papel da ind\u00fastria<\/strong><\/p>\n<p>Os exageros podem estar no dia a dia, mas isso n\u00e3o retira a responsabilidade da ind\u00fastria de oferecer produtos mais saud\u00e1veis. Em junho, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade afirmou que o acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Ind\u00fastrias de Alimenta\u00e7\u00e3o (Abia)\u00a0j\u00e1 reduziu mais de 17,2 mil toneladas de sal dos alimentos desde 2011.<\/p>\n<p>A meta \u00e9 que a ind\u00fastria promova a retirada volunt\u00e1ria de 28 mil toneladas de sal das prateleiras at\u00e9 2022, em produtos como sopa e macarr\u00e3o instant\u00e2neo, bisnagas e p\u00e3es, mortadela, queijo mu\u00e7arela e empanados.<\/p>\n<p>Segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, a quantidade de s\u00f3dio no p\u00e3o, por exemplo, deve cair pela metade at\u00e9 2022. &#8220;Em 2011, quatro fatias de p\u00e3o por dia representavam 40% da quantidade de s\u00f3dio di\u00e1ria (796 mg). Ap\u00f3s o acordo, esse \u00edndice, em 2016, passou a ser 22% (450 mg). Em 2020, com o novo acordo, a expectativa \u00e9 chegar a 20% (400 mg)&#8221;, informou.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, o acordo para a redu\u00e7\u00e3o de sal\u00a0<strong>n\u00e3o \u00e9 o bastante<\/strong>, na avalia\u00e7\u00e3o do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).\u00a0Em nota, o instituto &#8220;v\u00ea com desconfian\u00e7a&#8221; o compromisso firmado e afirma que as metas s\u00e3o t\u00edmidas.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o existe puni\u00e7\u00e3o prevista caso alguma parte do acordo n\u00e3o seja cumprida, uma vez que as decis\u00f5es s\u00e3o feitas pela pr\u00f3pria ind\u00fastria&#8221;, afirma Ana Paula Bortoletto, nutricionista e pesquisadora do Idec.<\/p>\n<p>O Idec realizou tamb\u00e9m pesquisas para monitorar o cumprimento das metas inclu\u00eddas nos acordos e foi constatado que o valor estipulado era muito baixo e ineficiente, pois &#8220;grande parte dos produtos envolvidos apresentavam a quantidade de s\u00f3dio dentro da meta para ser reduzido ou estavam muito pr\u00f3xima de atingi-la.&#8221;<\/p>\n<p>Para a nutricionista Maria Fernanda Elias, al\u00e9m de reduzir o a\u00e7\u00facar, sal e a gordura, a ind\u00fastria tamb\u00e9m precisa fazer produtos mais saud\u00e1veis. &#8220;N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 tirar, \u00e9 fortificar o alimento, enriquecer com minerais, vitaminas, pois os brasileiros s\u00e3o deficientes de nutrientes.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Dietas malucas? Fuja delas<\/strong><\/p>\n<p>A modera\u00e7\u00e3o e o equil\u00edbrio nas refei\u00e7\u00f5es, na opini\u00e3o de Elias, \u00e9 muito mais eficaz que as &#8220;dietas da moda&#8221;. Na busca por uma alimenta\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel, muitas pessoas acabam excluindo alimentos do dia a dia e isso pode causar um efeito oposto ao esperado.<\/p>\n<p>&#8220;Um exemplo cl\u00e1ssico \u00e9 o gl\u00faten: quando a pessoa recebe a informa\u00e7\u00e3o que o gl\u00faten faz mal, ela tira do card\u00e1pio tudo que tem trigo, como massas e p\u00e3es, mas ela n\u00e3o substitui com frutas, verduras, e sim com mais carne. E gera um desequil\u00edbrio enorme, come mais prote\u00edna, que tem mais s\u00f3dio, mais gordura&#8221;, exemplifica a nutricionista.<\/p>\n<blockquote class=\"pull-quote\"><p>Qual a pegadinhas das dietas radicais? Elas restringem tanto que uma hora a pessoa n\u00e3o aguenta mais volta a comer ainda mais do que comia antes da dieta. O segredo \u00e9 a modera\u00e7\u00e3o e a informa\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da pr\u00e1tica de exerc\u00edcio f\u00edsico.<\/p><\/blockquote>\n<p>Tal equil\u00edbrio nem sempre \u00e9 poss\u00edvel para a maioria dos brasileiros. Apesar de sermos um dos pa\u00edses que mais exportam frutas, legumes, verduras e carnes, brasileiros de classe baixa recorrem cada vez mais aos alimentos ultra-processados, pois geralmente, eles s\u00e3o bem mais baratos que alimentos frescos. &#8220;Uma fam\u00edlia que ganha um sal\u00e1rio m\u00ednimo tem que fazer ele render o m\u00eas inteiro, ent\u00e3o faz escolhas mais baratas, como a troca de carne branca por salsicha e outro embutidos&#8221;, diz Elias.<\/p>\n<p>Mas este problema tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 exclusivo nas classes mais baixas. &#8220;Temos comidas que hoje s\u00e3o baratas, mas poucos anos atr\u00e1s, custavam uma fortuna, como refrigerante. Eles d\u00e3o uma sensa\u00e7\u00e3o de &#8216;status&#8217; para as fam\u00edlias brasileiras, independente de classe social.&#8221;<\/p>\n<p>A sa\u00edda est\u00e1 na\u00a0<strong>educa\u00e7\u00e3o nutricional e o acesso \u00e0 sa\u00fade<\/strong>, segundo Elias. &#8220;Imagina se o governo atuasse na preven\u00e7\u00e3o. Em termos de custos de tratamento de diabetes, obesidade, doen\u00e7as cardiovasculares, seria uma economia gigantesca. A preven\u00e7\u00e3o pode ser feita por campanhas e acesso ao nutricionista no servi\u00e7o p\u00fablico, por exemplo.&#8221;<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o governo teria de dialogar ainda mais com a ind\u00fastria e com as universidades. &#8220;Trabalhando juntos, a universidade faz as pesquisas, o governo investe na tecnologia, na regulamenta\u00e7\u00e3o, e a ind\u00fastria se esfor\u00e7a para oferecer produtos cada vez mais saud\u00e1veis.&#8221;<\/p>\n<p>chocolate amargo \u00e9 cheio de flavonoides e antioxidantes, ambos podem reduzir a inflama\u00e7\u00e3o e ajudam a prevenir co\u00e1gulos sangu\u00edneos.Pesquisas mostram que a inflama\u00e7\u00e3o est\u00e1 associada com o envelhecimento e as doen\u00e7as relacionadas com a idade, ent\u00e3o os alimentos anti-inflamat\u00f3rios podem ser a chave para uma vida mais longa.&#8221; \/&gt;foi descoberto que quem consome br\u00f3colis vive mais tempo do que aqueles que n\u00e3o t\u00eam o vegetal como parte de suas dietas.&#8221; \/&gt; oleaginosas todos os dias pode ajudar a prolongar a vida de uma pessoa. Em especial, foi descoberto que devoradores de nozes sofrem menos risco de morrer de doen\u00e7as como diabetes e c\u00e2ncer.&#8221; \/&gt;tamb\u00e9m est\u00e1 associado aos poderes dos anti-inflamat\u00f3rios.&#8221; \/&gt;boa fonte de vitamina C e apresentam valores suficientes de um antioxidante chamado licopeno.&#8221; \/&gt;ajudam a proteger contra o envelhecimento. Em especial as frutas vermelhas cont\u00eam um antioxidante chamado antocianina que apoia a fun\u00e7\u00e3o cerebral e a reten\u00e7\u00e3o muscular. &#8221; \/&gt;ajudam a combater a degenera\u00e7\u00e3o cognitiva relacionada com a idade.&#8221; \/&gt;mistura de or\u00e9gano e cranberry estende a vida das moscas das frutas. Pesquisadores disseram ter confian\u00e7a de que a mistura bot\u00e2nica teria efeito semelhante em seres humanos, ajudando a afastar\u00a0doen\u00e7as relacionadas com a idade.&#8221; \/&gt;aqueles que comem alimentos picantes, como pimentas, s\u00e3o menos propensos a morrerem cedo. Pesquisadores tamb\u00e9m descobriram que quem come alimentos picantes corre menos risco de morte por c\u00e2ncer e doen\u00e7as card\u00edacas.&#8221; \/&gt;ajudam a proteger o cora\u00e7\u00e3o.Um estudo japon\u00eas descobriu que quem bebe muito ch\u00e1 verde ou quem bebe ao menos um litro por dia, tende a viver mais tempo, porque eles enfrentam menor risco de doen\u00e7as card\u00edacas e infarto.&#8221; \/&gt;acredita-se ajudar a regular a press\u00e3o arterial.&#8221; \/&gt;comer uma por\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de espinafre (ou qualquer folha verde, na verdade) pode ajudar a impedir a degenera\u00e7\u00e3o cognitiva associada \u00e0 idade. Pesquisadores atribuem os benef\u00edcios ao alto conte\u00fado de vitamina K do vegetal.&#8221; \/&gt;que ajudam a ter um sistema digestivo saud\u00e1vel e pode ajudar a prevenir doen\u00e7as card\u00edacas.&#8221; \/&gt;Estes caules verdes s\u00e3o ricos em glutationa\u00a0&#8220;m\u00e3e de todos os antioxidantes&#8221;. Podem reduzir o risco de doen\u00e7as card\u00edacas, dem\u00eancia e c\u00e2ncer. Os aspargos tamb\u00e9m s\u00e3o uma fonte de folato, que apoia a fun\u00e7\u00e3o cognitiva e\u00a0mant\u00e9m os c\u00e9rebros dos mais velhos mais saud\u00e1veis.&#8221; \/&gt; podem, eventualmente, diminuir os sintomas da ansiedade e da depress\u00e3o. Melhor ainda, grande parte do kimchi cont\u00e9m alho, assim quem se alimenta dele obt\u00e9m os benef\u00edcios desse poderoso antioxidante tamb\u00e9m.\u00a0Um estudo descobriu que as bact\u00e9rias l\u00e1ticas probi\u00f3ticas do kimchi podem ser \u00fateis na preven\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de c\u00f3lon.&#8221; \/&gt;continue fazendo um brinde ao abacate. Foi provado que esta superfruta ajuda e pode, potencialmente,\u00a0combater alguns tipos de c\u00e2ncer.&#8221; \/&gt;<\/p>\n<p><strong>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><em>Com HuffPost Brasil\/Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p><strong>Leia mais not\u00edcias em\u00a0<\/strong><a href=\"http:\/\/www.caririemacao.com\/\"><strong>caririemacao.com<\/strong><\/a><strong>, siga nossa p\u00e1gina no\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/CaririEmAcao\/?ref=aymt_homepage_panel\"><strong>Facebook<\/strong><\/a>,<strong>\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/cariri_em_acao\/?hl=pt-br\"><strong>Instagram<\/strong><\/a><strong>\u00a0e <\/strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCAptA0jQuYQy8vMhLt2m4qg\"><strong>Youtube<\/strong><\/a><strong>\u00a0e veja nossas mat\u00e9rias, v\u00eddeos e fotos. 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