{"id":29330,"date":"2017-09-25T10:34:02","date_gmt":"2017-09-25T13:34:02","guid":{"rendered":"http:\/\/caririemacao.com\/1\/?p=29330"},"modified":"2017-09-25T10:34:02","modified_gmt":"2017-09-25T13:34:02","slug":"pb-se-divide-em-litoral-com-agua-e-interior-seco-com-racionamentos-de-ate-15-dias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2017\/09\/25\/pb-se-divide-em-litoral-com-agua-e-interior-seco-com-racionamentos-de-ate-15-dias\/","title":{"rendered":"PB se divide em litoral com \u00e1gua e interior seco, com racionamentos de at\u00e9 15 dias"},"content":{"rendered":"<p>Seca de um lado, \u00e1gua em abund\u00e2ncia de outro. Essa realidade divide a Para\u00edba em dois universos diferentes. No Conde, na Grande Jo\u00e3o Pessoa, o a\u00e7ude Gramame\/Mamuaba, j\u00e1 sangrou uma vez neste ano, enquanto o de Mar\u00e9s, na Capital, que j\u00e1 sangrou quatro vezes neste ano, est\u00e1 com cerca de 95% da capacidade. Seguindo pelo estado, a paisagem fica mais seca e indica que a subst\u00e2ncia essencial para toda forma de vida n\u00e3o \u00e9 abundante em muitas regi\u00f5es. Em algumas cidades em colapso, a rotina \u00e9 de limita\u00e7\u00e3o e de cronograma. Dias com \u00e1gua e dias sem e a a popula\u00e7\u00e3o precisando se adequar \u00e0 aus\u00eancia daquilo que comp\u00f5e a maior parte da exist\u00eancia biol\u00f3gica do ser humano.<\/p>\n<p><strong>Brejo sofre com seca<\/strong><\/p>\n<p>Em junho deste ano, algumas cidades do Brejo da Para\u00edba chegaram a ter o abastecimento de \u00e1gua totalmente interrompido. Cidades como Araruna, Cacimba de Dentro, Dami\u00e3o, Dona In\u00eas, Riach\u00e3o e Tacima ficaram sem o servi\u00e7o normal de distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua por conta do esvaziamento do a\u00e7ude de Jandaia, que abastece parte da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Atualmente, por conta das chuvas, o volume melhorou um pouco e j\u00e1 atingiu 8,19% de sua capacidade, saindo da condi\u00e7\u00e3o de \u201csitua\u00e7\u00e3o cr\u00edtica\u201d para de \u201creservat\u00f3rios em observa\u00e7\u00e3o\u201d, na an\u00e1lise da Ag\u00eancia Executiva de Gest\u00e3o das \u00c1guas da Para\u00edba (Aesa).<\/p>\n<p>O Brejo, no entanto, tem uma cidade que vive uma das situa\u00e7\u00f5es mais complicadas do estado. O cronograma de \u00e1gua de Sol\u00e2nea, que fica a 130 km de Jo\u00e3o Pessoa, assusta. O racionamento na cidade chegou a ser de 15 em 15 dias, quando a barragem Canaf\u00edstula II, respons\u00e1vel por abastecer a cidade, chegou a um quase colapso.<\/p>\n<p>Com as \u00faltimas chuvas, o a\u00e7ude subiu para 18,5% da capacidade. Apesar disso, o racionamento continua feroz. Agora, os moradores t\u00eam \u00e1gua uma vez por semana. Uma realidade que faz Lucas Viana e moradores do munic\u00edpio recorrerem a outras formas de conseguir mais \u00e1gua.<\/p>\n<p>\u201cV\u00e1rias pessoas fizeram po\u00e7os artesianos em conjunto. V\u00e1rias casas racham o custo da perfura\u00e7\u00e3o. Mas quem n\u00e3o tem condi\u00e7\u00e3o para fazer isso, compra caixa d\u2019\u00e1gua, coloca em casa e enche quando vem da rua. Quase todo mundo faz sistema de capta\u00e7\u00e3o da chuva tamb\u00e9m. \u00c9 muito complicado para quem n\u00e3o tem condi\u00e7\u00e3o de dar R$ 50 o tempo todo para comprar \u00e1gua\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Em busca de atenuar essa rotina da aus\u00eancia de \u00e1gua, a Prefeitura de Sol\u00e2nea colocou v\u00e1rias caixas d\u2019\u00e1gua espalhadas pelo munic\u00edpio para quem n\u00e3o tem condi\u00e7\u00e3o financeira de investir nisso. Elas ficam em algumas ruas e em escolas da cidade.<\/p>\n<p><strong>Sert\u00e3o teme o futuro<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;O sertanejo \u00e9, antes de tudo, um forte&#8221;. A frase de Euclides da Cunha, jornalista carioca que escreveu uma das grandes obras da literatura brasileira, &#8216;Os Sert\u00f5es&#8217;, continua fazendo justi\u00e7a a um povo que historicamente sofreu com a estiagem e a falta de \u00e1gua. Sofreu, sofre e teme por seguir sofrendo.<\/p>\n<p>Em Sousa, uma das maiores cidades do Sert\u00e3o da Para\u00edba, a 438 km de Jo\u00e3o Pessoa, a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o chega a ser das piores no momento. Existem bairros que t\u00eam \u00e1gua s\u00f3 nos fins de semana e outros que o per\u00edodo sem racionamento \u00e9 at\u00e9 maior. S\u00f3 que a preocupa\u00e7\u00e3o na cidade \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o a falta de chuvas.<\/p>\n<p>Atualmente, o a\u00e7ude S\u00e3o Gon\u00e7alo, que fica no pr\u00f3prio munic\u00edpio, est\u00e1 com 21,55% de capacidade, acima dos 20% que \u00e9 a &#8216;nota de corte&#8217; da Aesa para quem fica ou n\u00e3o sob observa\u00e7\u00e3o. Morador do munic\u00edpio, o jornalista Fabiano Sousa revela que a maior preocupa\u00e7\u00e3o dos sousenses \u00e9 sobre o futuro.<\/p>\n<p>\u201cO que a gente conversa aqui, os coment\u00e1rios tamb\u00e9m da imprensa e de alguns \u00f3rg\u00e3os, \u00e9 que se at\u00e9 o m\u00eas de mar\u00e7o do ano que vem n\u00e3o chover, o a\u00e7ude S\u00e3o Gon\u00e7alo pode ficar em uma situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica\u201d, disse Fabiano.<\/p>\n<p>A transposi\u00e7\u00e3o do S\u00e3o Francisco, portanto, surge como uma gota de sonho em um mar hist\u00f3rico de desesperan\u00e7a. Segundo o secret\u00e1rio de Infraestrutura, Recursos H\u00eddricos Meio Ambiente e Ci\u00eancia e Tecnologia da Para\u00edba, Jo\u00e3o Azev\u00eado, a expectativa \u00e9 de que as \u00e1guas da transposi\u00e7\u00e3o do cheguem ao Sert\u00e3o paraibano at\u00e9 abril de 2018.<\/p>\n<p><strong>Campina volta a ter \u00e1gua todo dia, mas segue sob pol\u00eamica<\/strong><\/p>\n<p>Segunda maior cidade da Para\u00edba com cerca de 400 mil habitantes, Campina Grande foi, sem d\u00favidas, a principal cidade do estado a ter que se preocupar com a falta de \u00e1gua.\u00a0O munic\u00edpio entrou oficialmente em racionamento em dezembro de 2014, com a perspectiva de durar apenas um ano. Passou-se o tempo e a dura realidade da aus\u00eancia de \u00e1gua s\u00f3 piorou.<\/p>\n<p>A esperan\u00e7a pela volta da normalidade das torneiras dos campinenses veio com a finaliza\u00e7\u00e3o e inaugura\u00e7\u00e3o da obra do eixo leste da transposi\u00e7\u00e3o do rio S\u00e3o Francisco. No dia 18 de abril a \u00e1gua do rio chegou ao espelho d\u2019\u00e1gua do a\u00e7ude Epit\u00e1cio Pessoa, mais conhecido como Boqueir\u00e3o, respons\u00e1vel por abastecer a cidade. Aos poucos o n\u00edvel do a\u00e7ude come\u00e7ou a se estabilizar, at\u00e9 chegar a 8,2% de sua capacidade,\u00a0quando o Governo do Estado decidiu encerrar o racionamento. Contudo, tal decis\u00e3o desaguou em uma grande pol\u00eamica entre os agentes pol\u00edticos da Para\u00edba.<\/p>\n<p>A maioria dos pol\u00edticos de Campina Grande foi contra a decis\u00e3o do Governo, alegando inseguran\u00e7a h\u00eddrica. Eles defendiam que o a\u00e7ude n\u00e3o estava com capacidade suficiente para que o racionamento fosse interrompido. Do outro lado dessa queda de bra\u00e7o, o governador Ricardo Coutinho (PSB) batia o p\u00e9 e garantia que havia pareceres t\u00e9cnicos que referendavam a decis\u00e3o por parte do poder p\u00fablico estadual. Em meio a isso, o povo permanecia sem \u00e1gua por v\u00e1rios dias da semana.<\/p>\n<p>A primeira decis\u00e3o do Governo acabou sendo revertida na Justi\u00e7a. A ju\u00edza Ana Carmen Pereira Jord\u00e3o deferiu em car\u00e1ter liminar uma a\u00e7\u00e3o da Defensoria P\u00fablica do Estado e determinou a perman\u00eancia do racionamento de \u00e1gua em Campina Grande.<\/p>\n<p>O Estado, ent\u00e3o, recorreu e acabou conseguindo derrubar a liminar. Em nova decis\u00e3o monocr\u00e1tica, o desembargador Abraham Lincoln reformou a decis\u00e3o da ju\u00edza e explicou que a liminar n\u00e3o se baseava em qualquer laudo t\u00e9cnico oficial que indicasse risco ao a\u00e7ude Epit\u00e1cio Pessoa (Boqueir\u00e3o) em fun\u00e7\u00e3o do fim do racionamento.<\/p>\n<p>Com isso, no dia 25 de agosto, o racionamento foi encerrado e Campina Grande e a popula\u00e7\u00e3o voltou a ter o servi\u00e7o de \u00e1gua normalmente, ap\u00f3s quase tr\u00eas anos de uma realidade complicada. De l\u00e1 para c\u00e1, em nenhum momento a capacidade do a\u00e7ude diminuiu e aumentou de 8,32% para 8,50%, segundo os dados da Aesa.<\/p>\n<p>Mas a pol\u00eamica parece longe de acabar e voltou \u00e0 tona com a determina\u00e7\u00e3o da Justi\u00e7a Federal de que o Estado retome o racionamento na cidade, sob justificativa de que o a\u00e7ude de Boqueir\u00e3o ainda n\u00e3o tem \u00e1gua suficiente. O\u00a0Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal amea\u00e7ou multa\u00a0a todos os \u00f3rg\u00e3os que n\u00e3o reiniciarem o racionamento. O\u00a0Estado informou que vai recorrer\u00a0da decis\u00e3o assim que for oficialmente notificado.<\/p>\n<p><strong>Cariri<\/strong><\/p>\n<p>O Cariri paraibano foi a porta de entrada das \u00e1guas da transposi\u00e7\u00e3o no estado.<br \/>\nPor volta das 19h do dia 8 de mar\u00e7o deste ano, a \u00e1gua da transposi\u00e7\u00e3o do Rio S\u00e3o Francisco chegou ao territ\u00f3rio de Monteiro, no Cariri da Para\u00edba, a 305 km de Jo\u00e3o Pessoa. Aos poucos, o cen\u00e1rio foi mudando na paisagem e tamb\u00e9m na pr\u00e1tica para os moradores e produtores rurais da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Desde que as comportas do eixo leste da transposi\u00e7\u00e3o foram abertas, o a\u00e7ude de Po\u00e7\u00f5es, em Monteiro a ser preenchido. De l\u00e1, a \u00e1gua j\u00e1 se dirigiu para o reservat\u00f3rio de Camala\u00fa.\u00a0Em junho se iniciaram os primeiros testes do sistema de capta\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea, constru\u00eddo pelo Governo do Estado, para alimentar a adutora do Congo e levar \u00e1gua do Rio S\u00e3o Francisco a mais 11 munic\u00edpios do Cariri.<\/p>\n<p>O novo sistema de capta\u00e7\u00e3o beneficia os moradores dos munic\u00edpios de Coxixola, Congo, Sum\u00e9, Prata, Ouro Velho, Amparo, Serra Branca, S\u00e3o Jos\u00e9 dos Cordeiros, S\u00e3o Jo\u00e3o do Cariri, Gurj\u00e3o e Livramento, al\u00e9m do distrito de Santa Luzia do Cariri.<\/p>\n<p><strong>\u00c1guas do S\u00e3o Francisco poder\u00e3o alcan\u00e7ar todo o estado<\/strong><\/p>\n<p>Com o funcionamento do eixo leste e com a expectativa ainda para este ano da finaliza\u00e7\u00e3o das obras do eixo norte, a perspectiva do Governo do Estado \u00e9 que at\u00e9 abril de 2018, todas as regi\u00f5es da Para\u00edba recebam as \u00e1guas da transposi\u00e7\u00e3o do Rio S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>As \u00e1guas j\u00e1 correm em territ\u00f3rio paraibano atrav\u00e9s do eixo leste da transposi\u00e7\u00e3o, come\u00e7ando pelo munic\u00edpio de Monteiro, no Cariri da Para\u00edba, a 305 km da Capital. Segundo dados do Minist\u00e9rio da Integra\u00e7\u00e3o Nacional, somando-se os munic\u00edpios beneficiados pelo trecho j\u00e1 inaugurado (72, incluindo Jo\u00e3o Pessoa) aos 55 que ser\u00e3o contemplados com o eixo norte, ficam \u201cde fora\u201d 96 cidades da Para\u00edba ap\u00f3s o fim das obras. Isso, no entanto, n\u00e3o significa dizer que essas localidades n\u00e3o possam tamb\u00e9m ficar livres dos efeitos da seca.<\/p>\n<p>Ao lado da obra federal, o Governo do Estado tamb\u00e9m vem fazendo obras h\u00eddricas para facilitar e agilizar a chegada de \u00e1guas do \u201cVelho Chico\u201d para as cidades da Para\u00edba. Em abril deste ano, o governador Ricardo Coutinho (PSB)\u00a0anunciou a abertura da licita\u00e7\u00e3o do Sistema Adutor TransPara\u00edba\u00a0que visa beneficiar 19 munic\u00edpios do Curimata\u00fa e Agreste paraibanos. Segundo o socialista, trata-se da \u201cmaior obra h\u00eddrica da hist\u00f3ria do estado com recursos pr\u00f3prios\u201d.<\/p>\n<p><strong>Como evitar o desperd\u00edcio<\/strong><\/p>\n<p>No in\u00edcio deste ano, o Instituo Trata Brasil divulgou um levantamento que mostrou como \u00e9 grande o desperd\u00edcio de \u00e1gua no estado. De acordo com a an\u00e1lise, feita em 2015, a popula\u00e7\u00e3o de Jo\u00e3o Pessoa joga fora 37,54% da \u00e1gua tratada. Realidade, no m\u00ednimo, imoral, em um estado que sofre com a aus\u00eancia de \u00e1gua em diversas regi\u00f5es. Em Campina Grande, o desperd\u00edcio chega a 30,69% da \u00e1gua pronta para consumo humano.<\/p>\n<p>Para tentar mudar esse panorama, a Companhia de \u00c1gua e Esgotos da Para\u00edba (Cagepa) d\u00e1 algumas dicas simples de economia. Na hora do banho, \u00e9 importante que a pessoa desligue o chuveiro quando estiver se ensaboando. Quem usa m\u00e1quina de lavar pode tamb\u00e9m reaproveitar a \u00e1gua utilizada para as roupas e us\u00e1-la para lavar locais da casa. Outra dica \u00e9 n\u00e3o lavar a cal\u00e7ada da casa com \u00e1gua, e, sim, apenas usar a vassoura. Segundo a Cagepa, \u00e9 importante tamb\u00e9m regularmente checar se h\u00e1 vazamentos na resid\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><em>Com Portal Correio \/Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/TV Correio HD \u00a0<\/em><\/p>\n<p><strong>Leia mais not\u00edcias em\u00a0<\/strong><a href=\"http:\/\/www.caririemacao.com\/\"><strong>caririemacao.com<\/strong><\/a><strong>, siga nossa p\u00e1gina no\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/CaririEmAcao\/?ref=aymt_homepage_panel\"><strong>Facebook<\/strong><\/a>,<strong>\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/cariri_em_acao\/?hl=pt-br\"><strong>Instagram<\/strong><\/a><strong>\u00a0e <\/strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCAptA0jQuYQy8vMhLt2m4qg\"><strong>Youtube<\/strong><\/a><strong>\u00a0e veja nossas mat\u00e9rias, v\u00eddeos e fotos. 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