{"id":302206,"date":"2025-07-20T17:43:05","date_gmt":"2025-07-20T20:43:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=302206"},"modified":"2025-07-20T17:43:05","modified_gmt":"2025-07-20T20:43:05","slug":"tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne-e-frutas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2025\/07\/20\/tarifaco-pode-impactar-vendas-de-suco-de-laranja-cafe-carne-e-frutas\/","title":{"rendered":"Tarifa\u00e7o pode impactar vendas de suco de laranja, caf\u00e9, carne e frutas"},"content":{"rendered":"<div class=\"header-noticia full-width\">\n<div class=\"linha-fina-noticia\" style=\"text-align: center;\"><em><strong>Alerta \u00e9 do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada<\/strong><\/em><\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>A decis\u00e3o do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de\u00a0estabelecer uma\u00a0tarifa de 50%\u00a0sobre todos os produtos brasileiros que s\u00e3o exportados para os Estados Unidos\u00a0pode comprometer receitas do agroneg\u00f3cio brasileiro, provocar desequil\u00edbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta \u00e9 do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1651410&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1651410&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>Segundo o Cepea, os itens mais expostos ao tarifa\u00e7o de Trump s\u00e3o o mercado de suco de laranja, o setor cafeeiro, a\u00a0pecu\u00e1ria\u00a0de corte e o de frutas frescas.<\/p>\n<p>Dentre esses itens, o suco de laranja \u00e9 o produto mais sens\u00edvel a essa pol\u00edtica tarif\u00e1ria, dizem os pesquisadores do Cepea. \u201cIsso porque j\u00e1 incide atualmente uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada sobre o produto, e a aplica\u00e7\u00e3o de uma sobretaxa de at\u00e9 50% elevaria significativamente o custo de entrada nos Estados Unidos, comprometendo sua competitividade no segundo maior destino dos embarques brasileiros\u201d, dizem os pesquisadores, em nota.<\/p>\n<p>Segundo o Cepea, os Estados Unidos importam atualmente cerca de 90% do suco que consomem, sendo que o Brasil \u00e9 respons\u00e1vel por aproximadamente 80% desse total. \u201cEssa instabilidade ocorre justamente em um momento de boa safra no estado de S\u00e3o Paulo e Tri\u00e2ngulo Mineiro: 314,6 milh\u00f5es de caixas projetadas para 2025\/26, crescimento de 36,2% frente ao ciclo anterior. Com o canal norte-americano sob risco, o ac\u00famulo de estoques e a press\u00e3o sobre as cota\u00e7\u00f5es internas tornam-se prov\u00e1veis\u201d, avaliou a\u00a0professora da Esalq\/USP Margarete Boteon, pesquisadora da \u00e1rea de citros do Cepea.<\/p>\n<p>Quanto ao caf\u00e9, os Estados Unidos s\u00e3o o maior consumidor global do produto e importam cerca de 25% do Brasil, especialmente da variedade ar\u00e1bica, insumo essencial para a ind\u00fastria local de torrefa\u00e7\u00e3o. Como os Estados Unidos n\u00e3o produzem caf\u00e9, a eleva\u00e7\u00e3o do custo de importa\u00e7\u00e3o deve comprometer a viabilidade de toda a cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, ind\u00fastrias de bebidas e redes de varejo.<\/p>\n<p>\u201cA exclus\u00e3o do caf\u00e9 do pacote tarif\u00e1rio \u00e9 n\u00e3o apenas desej\u00e1vel, mas estrat\u00e9gica, tanto para a sustentabilidade da cafeicultura brasileira quanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento norte-americana\u201d, destaca o pesquisador de caf\u00e9 do Cepea Renato Ribeiro.<\/p>\n<p>Com a queda nas cota\u00e7\u00f5es do produto e a instabilidade externa provocada principalmente pelo tarifa\u00e7o, os produtores t\u00eam vendido volumes m\u00ednimos para manter o fluxo de caixa,\u00a0adiando as grandes negocia\u00e7\u00f5es para esperar por defini\u00e7\u00f5es sobre o cen\u00e1rio tarif\u00e1rio.<\/p>\n<h2>Carne bovina<\/h2>\n<p>Os Estados Unidos s\u00e3o o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, atr\u00e1s apenas da China, que concentra 49% do total embarcado pelo Brasil.\u00a0As empresas estadunidenses s\u00e3o respons\u00e1veis por 12% das exporta\u00e7\u00f5es do produto brasileiro\u00a0e, entre mar\u00e7o e abril, elas adquiriram volumes recordes de carne bovina, acima de 40 mil toneladas por m\u00eas, o que pode indicar uma poss\u00edvel movimenta\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o de estoque diante do receio de que Trump viesse a aumentar as tarifas para o com\u00e9rcio exterior. S\u00e3o Paulo, Goi\u00e1s e Mato Grosso do Sul s\u00e3o os estados brasileiros, respectivamente, que mais t\u00eam escoado carne aos EUA.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos meses, no entanto, houve redu\u00e7\u00e3o no volume exportado para os Estados Unidos, enquanto os embarques para a China v\u00eam crescendo. Em junho, especificamente, v\u00e1rios outros parceiros comerciais tamb\u00e9m aumentaram suas compras na compara\u00e7\u00e3o com\u00a0maio. Segundo o Cepea, isso sinaliza que os frigor\u00edficos brasileiros t\u00eam possibilidade de ampliar suas vendas para outros mercados.<\/p>\n<h2>Frutas frescas<\/h2>\n<p>No caso do mercado de frutas frescas, o maior impacto imediato recai sobre a manga, dizem os pesquisadores da USP. Isso acontece porque a janela cr\u00edtica de exporta\u00e7\u00e3o desse produto aos Estados Unidos come\u00e7a em agosto. De acordo com o Cepea, j\u00e1 h\u00e1 relatos de posterga\u00e7\u00e3o de embarques frente \u00e0 indefini\u00e7\u00e3o tarif\u00e1ria. A uva brasileira, cuja safra tem calend\u00e1rio relevante para os EUA a partir da segunda quinzena de setembro, tamb\u00e9m passa a integrar o grupo de culturas em alerta.<\/p>\n<p>Antes do tarifa\u00e7o, no entanto, a expectativa era de crescimento de exporta\u00e7\u00f5es de frutas frescas, sustentada pela valoriza\u00e7\u00e3o cambial e pela recomposi\u00e7\u00e3o produtiva de diversas culturas. \u201cA proje\u00e7\u00e3o otimista foi substitu\u00edda por d\u00favidas. Al\u00e9m da retra\u00e7\u00e3o esperada nas vendas aos EUA, h\u00e1 o risco de desequil\u00edbrio entre oferta e demanda nos principais destinos, pressionando as cota\u00e7\u00f5es ao produtor\u201d, disse Lucas de Mora Bezerra, do Cepea.<\/p>\n<p>O que pode ocorrer, dizem os pesquisadores, \u00e9 que as frutas que seriam destinadas aos Estados Unidos sejam direcionadas a outros mercados, como a Uni\u00e3o Europeia, ou at\u00e9 mesmo absorvidas pelo mercado interno, o que pode pressionar o pre\u00e7o ao produtor.<\/p>\n<p>Diante desse contexto geral relacionado ao caf\u00e9, \u00e0 carne bovina, ao suco de laranja e \u00e0s frutas frescas, o Cepea informa que \u00e9 urgente \u201cuma articula\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica coordenada, com vistas \u00e0 revis\u00e3o ou exclus\u00e3o das tarifas sobre produtos agroalimentares brasileiros\u201d.<\/p>\n<p>\u201cTal medida \u00e9 estrat\u00e9gica n\u00e3o apenas para o Brasil, mas tamb\u00e9m para os pr\u00f3prios Estados Unidos, cuja seguran\u00e7a alimentar e competitividade da agroind\u00fastria dependem de forma substancial do fornecimento brasileiro\u201d, diz a nota.<\/p>\n<p>FONTE: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"subheader\">\n<div class=\"container-autoria\" style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alerta \u00e9 do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada A decis\u00e3o do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de\u00a0estabelecer uma\u00a0tarifa de 50%\u00a0sobre todos os produtos brasileiros que s\u00e3o exportados para os Estados Unidos\u00a0pode comprometer receitas do agroneg\u00f3cio brasileiro, provocar desequil\u00edbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta \u00e9 do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Segundo o Cepea, os itens mais expostos ao tarifa\u00e7o de Trump s\u00e3o o mercado de suco de laranja, o setor cafeeiro, a\u00a0pecu\u00e1ria\u00a0de corte e o de frutas frescas. Dentre esses itens, o suco de laranja \u00e9 o produto mais sens\u00edvel a essa pol\u00edtica tarif\u00e1ria, dizem os pesquisadores do Cepea. \u201cIsso porque j\u00e1 incide atualmente uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada sobre o produto, e a aplica\u00e7\u00e3o de uma sobretaxa de at\u00e9 50% elevaria significativamente o custo de entrada nos Estados Unidos, comprometendo sua competitividade no segundo maior destino dos embarques brasileiros\u201d, dizem os pesquisadores, em nota. Segundo o Cepea, os Estados Unidos importam atualmente cerca de 90% do suco que consomem, sendo que o Brasil \u00e9 respons\u00e1vel por aproximadamente 80% desse total. \u201cEssa instabilidade ocorre justamente em um momento de boa safra no estado de S\u00e3o Paulo e Tri\u00e2ngulo Mineiro: 314,6 milh\u00f5es de caixas projetadas para 2025\/26, crescimento de 36,2% frente ao ciclo anterior. Com o canal norte-americano sob risco, o ac\u00famulo de estoques e a press\u00e3o sobre as cota\u00e7\u00f5es internas tornam-se prov\u00e1veis\u201d, avaliou a\u00a0professora da Esalq\/USP Margarete Boteon, pesquisadora da \u00e1rea de citros do Cepea. Quanto ao caf\u00e9, os Estados Unidos s\u00e3o o maior consumidor global do produto e importam cerca de 25% do Brasil, especialmente da variedade ar\u00e1bica, insumo essencial para a ind\u00fastria local de torrefa\u00e7\u00e3o. Como os Estados Unidos n\u00e3o produzem caf\u00e9, a eleva\u00e7\u00e3o do custo de importa\u00e7\u00e3o deve comprometer a viabilidade de toda a cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, ind\u00fastrias de bebidas e redes de varejo. \u201cA exclus\u00e3o do caf\u00e9 do pacote tarif\u00e1rio \u00e9 n\u00e3o apenas desej\u00e1vel, mas estrat\u00e9gica, tanto para a sustentabilidade da cafeicultura brasileira quanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento norte-americana\u201d, destaca o pesquisador de caf\u00e9 do Cepea Renato Ribeiro. Com a queda nas cota\u00e7\u00f5es do produto e a instabilidade externa provocada principalmente pelo tarifa\u00e7o, os produtores t\u00eam vendido volumes m\u00ednimos para manter o fluxo de caixa,\u00a0adiando as grandes negocia\u00e7\u00f5es para esperar por defini\u00e7\u00f5es sobre o cen\u00e1rio tarif\u00e1rio. Carne bovina Os Estados Unidos s\u00e3o o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, atr\u00e1s apenas da China, que concentra 49% do total embarcado pelo Brasil.\u00a0As empresas estadunidenses s\u00e3o respons\u00e1veis por 12% das exporta\u00e7\u00f5es do produto brasileiro\u00a0e, entre mar\u00e7o e abril, elas adquiriram volumes recordes de carne bovina, acima de 40 mil toneladas por m\u00eas, o que pode indicar uma poss\u00edvel movimenta\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o de estoque diante do receio de que Trump viesse a aumentar as tarifas para o com\u00e9rcio exterior. S\u00e3o Paulo, Goi\u00e1s e Mato Grosso do Sul s\u00e3o os estados brasileiros, respectivamente, que mais t\u00eam escoado carne aos EUA. Nos \u00faltimos meses, no entanto, houve redu\u00e7\u00e3o no volume exportado para os Estados Unidos, enquanto os embarques para a China v\u00eam crescendo. Em junho, especificamente, v\u00e1rios outros parceiros comerciais tamb\u00e9m aumentaram suas compras na compara\u00e7\u00e3o com\u00a0maio. Segundo o Cepea, isso sinaliza que os frigor\u00edficos brasileiros t\u00eam possibilidade de ampliar suas vendas para outros mercados. Frutas frescas No caso do mercado de frutas frescas, o maior impacto imediato recai sobre a manga, dizem os pesquisadores da USP. Isso acontece porque a janela cr\u00edtica de exporta\u00e7\u00e3o desse produto aos Estados Unidos come\u00e7a em agosto. De acordo com o Cepea, j\u00e1 h\u00e1 relatos de posterga\u00e7\u00e3o de embarques frente \u00e0 indefini\u00e7\u00e3o tarif\u00e1ria. A uva brasileira, cuja safra tem calend\u00e1rio relevante para os EUA a partir da segunda quinzena de setembro, tamb\u00e9m passa a integrar o grupo de culturas em alerta. Antes do tarifa\u00e7o, no entanto, a expectativa era de crescimento de exporta\u00e7\u00f5es de frutas frescas, sustentada pela valoriza\u00e7\u00e3o cambial e pela recomposi\u00e7\u00e3o produtiva de diversas culturas. \u201cA proje\u00e7\u00e3o otimista foi substitu\u00edda por d\u00favidas. Al\u00e9m da retra\u00e7\u00e3o esperada nas vendas aos EUA, h\u00e1 o risco de desequil\u00edbrio entre oferta e demanda nos principais destinos, pressionando as cota\u00e7\u00f5es ao produtor\u201d, disse Lucas de Mora Bezerra, do Cepea. O que pode ocorrer, dizem os pesquisadores, \u00e9 que as frutas que seriam destinadas aos Estados Unidos sejam direcionadas a outros mercados, como a Uni\u00e3o Europeia, ou at\u00e9 mesmo absorvidas pelo mercado interno, o que pode pressionar o pre\u00e7o ao produtor. Diante desse contexto geral relacionado ao caf\u00e9, \u00e0 carne bovina, ao suco de laranja e \u00e0s frutas frescas, o Cepea informa que \u00e9 urgente \u201cuma articula\u00e7\u00e3o diplom\u00e1tica coordenada, com vistas \u00e0 revis\u00e3o ou exclus\u00e3o das tarifas sobre produtos agroalimentares brasileiros\u201d. \u201cTal medida \u00e9 estrat\u00e9gica n\u00e3o apenas para o Brasil, mas tamb\u00e9m para os pr\u00f3prios Estados Unidos, cuja seguran\u00e7a alimentar e competitividade da agroind\u00fastria dependem de forma substancial do fornecimento brasileiro\u201d, diz a nota. FONTE: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":302207,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[50],"tags":[],"class_list":["post-302206","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/302206","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=302206"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/302206\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":302208,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/302206\/revisions\/302208"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/302207"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=302206"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=302206"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=302206"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}