{"id":322323,"date":"2026-09-10T06:00:25","date_gmt":"2026-09-10T09:00:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=322323"},"modified":"2026-09-09T22:56:06","modified_gmt":"2026-09-10T01:56:06","slug":"mae-descobre-sintomas-de-avc-do-filho-de-7-anos-apos-pesquisa-no-chatgpt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2026\/09\/10\/mae-descobre-sintomas-de-avc-do-filho-de-7-anos-apos-pesquisa-no-chatgpt\/","title":{"rendered":"M\u00e3e descobre sintomas de AVC do filho de 7 anos ap\u00f3s pesquisa no ChatGPT"},"content":{"rendered":"<p class=\"font-serif font-medium text-neutral-700\/75 text-xs md:text-sm line-clamp-3 pr-4\" style=\"text-align: center;\"><em>Ap\u00f3s aula de nata\u00e7\u00e3o, menino sentiu fraqueza e formigamento no lado esquerdo do corpo, primeiros sinais de um AVC que quase tirou sua vida<\/em><\/p>\n<p>Junior Far, de apenas 7 anos,\u00a0est\u00e1 se recuperando ap\u00f3s sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) devido a uma art\u00e9ria bloqueada no c\u00e9rebro, conforme relata sua m\u00e3e, Evangelynne Williams, de 27 anos, de Portslade, na Inglaterra.<\/p>\n<p>A inglesa conta que tudo come\u00e7ou na aula de nata\u00e7\u00e3o de Junior, em 12 de maio deste ano, momento em que ele sentiu\u00a0fraqueza e formigamento no lado esquerdo do corpo.\u00a0Ao ouvir o que ocorreu com o filho,\u00a0ela imediatamente iniciou uma pesquisa na ferramenta de intelig\u00eancia artificial (IA) ChatGPT, na qual identificou que os sinais apresentados pelo garoto eram de um poss\u00edvel AVC.\u00a0Com isso, foi \u00e0s pressas para o hospital com ele.<\/p>\n<p>L\u00e1, a equipe m\u00e9dica examinou a crian\u00e7a, mas n\u00e3o fez os exames de imagem e o liberou para voltar para casa, dizendo que, se os sintomas voltassem, ela deveria retornar ao hospital.<\/p>\n<p>\u201cEles fizeram alguns testes simples com os dedos dele, n\u00e3o fizeram nenhuma tomografia nem nada, e depois nos mandaram para casa\u201d, relata Evangelynne \u00e0 revista People.<\/p>\n<p>Seis semanas depois do corrido na nata\u00e7\u00e3o, em junho, Junior acordou se sentindo mal, com n\u00e1useas e vomitando algumas vezes.\u00a0Sem pensar, Evangelynne o levou ao hospital novamente.<\/p>\n<p>Quando chegaram, o garoto teve uma piora significativa.\u00a0\u201cEle estava muito delirante. Ele ria, n\u00e3o conseguia andar nem sustentar o pr\u00f3prio peso. Seus olhos estavam fechados. Ele n\u00e3o reagia de forma alguma. Ele estava babando tamb\u00e9m\u201d, conta a m\u00e3e.<\/p>\n<p>Mesmo com o agravamento do quadro cl\u00ednico do filho, ela conta que eles permaneceram durante algum tempo na sala de espera do pronto-socorro infantil, onde\u00a0foram oferecidos rem\u00e9dios para n\u00e1useas.<\/p>\n<p>Ela continuou insistindo que n\u00e3o eram apenas enjoos, mas a equipe m\u00e9dica dizia que n\u00e3o era nada grave e, nesse momento, os sintomas de Junior s\u00f3 pioravam. \u201cParecia que ele estava tendo convuls\u00f5es e gritava de dor\u201d, lembra a inglesa.<\/p>\n<p>Evangelynne diz que o comportamento da equipe do hospital s\u00f3 mudou com a chegada de sua m\u00e3e, a qual foi mais incisiva sobre o que estava acometendo o neto. \u201cFoi uma sorte ela ter vindo, porque, se ela n\u00e3o tivesse vindo, eu acho que ele estaria morto\u201d, desabafa.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a interven\u00e7\u00e3o da av\u00f3 de Junior, um membro mais experiente da equipe levou o garoto para a sala de reanima\u00e7\u00e3o de adultos e, em poucos segundos, mais de 10 m\u00e9dicos trabalhavam em sua recupera\u00e7\u00e3o,\u00a0pois perceberam que se tratava de um AVC.<\/p>\n<p>O menino foi submetido a uma cirurgia para a remo\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos em seu c\u00e9rebro e ficou em coma induzido por cerca de tr\u00eas semanas. Ap\u00f3s o per\u00edodo de interna\u00e7\u00e3o, o pequeno Junior recebeu alta e segue em recupera\u00e7\u00e3o.\u00a0Agora consegue andar e falar novamente, mas o AVC causou danos significativos ao seu c\u00e9rebro, o que compromete tamb\u00e9m seu desenvolvimento.<\/p>\n<p>Desde a interna\u00e7\u00e3o, Evangelynne criou uma campanha na plataforma GoFundMe para ajudar a custear os gastos do hospital de reabilita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com o epis\u00f3dio, a inglesa segue compartilhando sua hist\u00f3ria com o objetivo de alertar outras m\u00e3es sobre os\u00a0sintomas de AVCs pedi\u00e1tricos, em que os sinais podem ser sutis e dif\u00edceis de identificar.<\/p>\n<p>Metr\u00f3poles<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s aula de nata\u00e7\u00e3o, menino sentiu fraqueza e formigamento no lado esquerdo do corpo, primeiros sinais de um AVC que quase tirou sua vida Junior Far, de apenas 7 anos,\u00a0est\u00e1 se recuperando ap\u00f3s sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) devido a uma art\u00e9ria bloqueada no c\u00e9rebro, conforme relata sua m\u00e3e, Evangelynne Williams, de 27 anos, de Portslade, na Inglaterra. A inglesa conta que tudo come\u00e7ou na aula de nata\u00e7\u00e3o de Junior, em 12 de maio deste ano, momento em que ele sentiu\u00a0fraqueza e formigamento no lado esquerdo do corpo.\u00a0Ao ouvir o que ocorreu com o filho,\u00a0ela imediatamente iniciou uma pesquisa na ferramenta de intelig\u00eancia artificial (IA) ChatGPT, na qual identificou que os sinais apresentados pelo garoto eram de um poss\u00edvel AVC.\u00a0Com isso, foi \u00e0s pressas para o hospital com ele. L\u00e1, a equipe m\u00e9dica examinou a crian\u00e7a, mas n\u00e3o fez os exames de imagem e o liberou para voltar para casa, dizendo que, se os sintomas voltassem, ela deveria retornar ao hospital. \u201cEles fizeram alguns testes simples com os dedos dele, n\u00e3o fizeram nenhuma tomografia nem nada, e depois nos mandaram para casa\u201d, relata Evangelynne \u00e0 revista People. Seis semanas depois do corrido na nata\u00e7\u00e3o, em junho, Junior acordou se sentindo mal, com n\u00e1useas e vomitando algumas vezes.\u00a0Sem pensar, Evangelynne o levou ao hospital novamente. Quando chegaram, o garoto teve uma piora significativa.\u00a0\u201cEle estava muito delirante. Ele ria, n\u00e3o conseguia andar nem sustentar o pr\u00f3prio peso. Seus olhos estavam fechados. Ele n\u00e3o reagia de forma alguma. Ele estava babando tamb\u00e9m\u201d, conta a m\u00e3e. Mesmo com o agravamento do quadro cl\u00ednico do filho, ela conta que eles permaneceram durante algum tempo na sala de espera do pronto-socorro infantil, onde\u00a0foram oferecidos rem\u00e9dios para n\u00e1useas. Ela continuou insistindo que n\u00e3o eram apenas enjoos, mas a equipe m\u00e9dica dizia que n\u00e3o era nada grave e, nesse momento, os sintomas de Junior s\u00f3 pioravam. \u201cParecia que ele estava tendo convuls\u00f5es e gritava de dor\u201d, lembra a inglesa. 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