{"id":328217,"date":"2026-11-02T08:39:53","date_gmt":"2026-11-02T11:39:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=328217"},"modified":"2026-11-02T10:59:38","modified_gmt":"2026-11-02T13:59:38","slug":"em-30-anos-populacao-de-baleias-jubarte-passou-de-15-mil-para-35-mil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2026\/11\/02\/em-30-anos-populacao-de-baleias-jubarte-passou-de-15-mil-para-35-mil\/","title":{"rendered":"Em 30 anos popula\u00e7\u00e3o de baleias-jubarte passou de 1,5 mil para 35 mil"},"content":{"rendered":"<p>O Instituto Baleia Jubarte completa 30 anos de atua\u00e7\u00e3o em pesquisa e conserva\u00e7\u00e3o marinha, com resultados expressivos na recupera\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de baleias-jubarte no litoral brasileiro. Segundo levantamento apresentado pela Ag\u00eancia Brasil, a estimativa passou de aproximadamente 1,5 mil a 2 mil animais no in\u00edcio dos anos 1990 para mais de 35 mil em 2022.<\/p>\n<p>Criado oficialmente em 1996, o instituto surgiu para fortalecer as atividades do Projeto Baleia Jubarte, iniciado em 1988, ap\u00f3s pesquisadores identificarem uma pequena popula\u00e7\u00e3o remanescente da esp\u00e9cie no arquip\u00e9lago de Abrolhos, no sul da Bahia.<\/p>\n<p>Ao longo das tr\u00eas d\u00e9cadas, a institui\u00e7\u00e3o desenvolveu pesquisas cient\u00edficas, monitoramento dos animais e a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o ambiental. O trabalho tamb\u00e9m contribuiu para que, em 2014, a baleia-jubarte deixasse a lista brasileira de esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Atualmente, os pesquisadores acompanham as rotas migrat\u00f3rias, os h\u00e1bitos reprodutivos e os impactos das atividades humanas sobre os animais. Mais de 700 estudantes de gradua\u00e7\u00e3o j\u00e1 participaram dos programas de est\u00e1gio da institui\u00e7\u00e3o, que tamb\u00e9m acumula mais de 130 artigos cient\u00edficos publicados.<\/p>\n<p>Apesar dos avan\u00e7os, o instituto alerta para desafios como a polui\u00e7\u00e3o dos oceanos, os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a redu\u00e7\u00e3o da disponibilidade de alimentos. A continuidade das pesquisas busca ampliar a prote\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie e contribuir para a conserva\u00e7\u00e3o dos ecossistemas marinhos.<\/p>\n<p>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>Com Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Instituto Baleia Jubarte completa 30 anos de atua\u00e7\u00e3o em pesquisa e conserva\u00e7\u00e3o marinha, com resultados expressivos na recupera\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de baleias-jubarte no litoral brasileiro. Segundo levantamento apresentado pela Ag\u00eancia Brasil, a estimativa passou de aproximadamente 1,5 mil a 2 mil animais no in\u00edcio dos anos 1990 para mais de 35 mil em 2022. Criado oficialmente em 1996, o instituto surgiu para fortalecer as atividades do Projeto Baleia Jubarte, iniciado em 1988, ap\u00f3s pesquisadores identificarem uma pequena popula\u00e7\u00e3o remanescente da esp\u00e9cie no arquip\u00e9lago de Abrolhos, no sul da Bahia. Ao longo das tr\u00eas d\u00e9cadas, a institui\u00e7\u00e3o desenvolveu pesquisas cient\u00edficas, monitoramento dos animais e a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o ambiental. O trabalho tamb\u00e9m contribuiu para que, em 2014, a baleia-jubarte deixasse a lista brasileira de esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o. Atualmente, os pesquisadores acompanham as rotas migrat\u00f3rias, os h\u00e1bitos reprodutivos e os impactos das atividades humanas sobre os animais. Mais de 700 estudantes de gradua\u00e7\u00e3o j\u00e1 participaram dos programas de est\u00e1gio da institui\u00e7\u00e3o, que tamb\u00e9m acumula mais de 130 artigos cient\u00edficos publicados. Apesar dos avan\u00e7os, o instituto alerta para desafios como a polui\u00e7\u00e3o dos oceanos, os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a redu\u00e7\u00e3o da disponibilidade de alimentos. A continuidade das pesquisas busca ampliar a prote\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie e contribuir para a conserva\u00e7\u00e3o dos ecossistemas marinhos. CARIRI EM A\u00c7\u00c3O Com Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":328218,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-328217","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/328217","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=328217"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/328217\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":328219,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/328217\/revisions\/328219"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/328218"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=328217"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=328217"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=328217"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}