{"id":47768,"date":"2018-04-15T12:35:04","date_gmt":"2018-04-15T15:35:04","guid":{"rendered":"http:\/\/caririemacao.com\/1\/?p=47768"},"modified":"2018-04-15T12:35:04","modified_gmt":"2018-04-15T15:35:04","slug":"mapa-mostra-mais-de-3-mil-pessoas-assassinadas-em-fevereiro-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2018\/04\/15\/mapa-mostra-mais-de-3-mil-pessoas-assassinadas-em-fevereiro-no-brasil\/","title":{"rendered":"Mapa mostra mais de 3 mil pessoas assassinadas em fevereiro no Brasil"},"content":{"rendered":"<div data-block-type=\"backstage-photo\" data-block-id=\"0\">\n<div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"1\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"58\" data-block-id=\"2\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Mais de 3 mil pessoas foram mortas de forma violenta em fevereiro no Brasil. Isso sem contar os dados de seis estados, que ainda n\u00e3o divulgaram os n\u00fameros. \u00c9 o que mostra o \u00edndice nacional de homic\u00eddios criado pelo\u00a0G1, uma ferramenta que permite o acompanhamento dos dados de v\u00edtimas de crimes violentos m\u00eas a m\u00eas no pa\u00eds.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"26\" data-block-id=\"3\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O n\u00famero consolidado (3.276) contabiliza todos os homic\u00eddios dolosos, latroc\u00ednios e les\u00f5es corporais seguidas de morte, que, juntos, comp\u00f5em os chamados crimes violentos letais e intencionais.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"28\" data-block-id=\"4\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O\u00a0mapa\u00a0faz parte do Monitor da Viol\u00eancia, uma parceria do\u00a0G1\u00a0com o N\u00facleo de Estudos da Viol\u00eancia da USP e o F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"8\" data-block-id=\"5\"><\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"4\" data-block-id=\"8\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"33\" data-block-id=\"9\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Desde o in\u00edcio do ano, jornalistas do\u00a0G1\u00a0espalhados pelo pa\u00eds solicitam os dados via Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o, seguindo o padr\u00e3o metodol\u00f3gico utilizado pelo F\u00f3rum no Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"23\" data-block-id=\"10\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O objetivo \u00e9, al\u00e9m de antecipar os dados e possibilitar um diagn\u00f3stico em tempo real da viol\u00eancia, cobrar transpar\u00eancia por parte dos governos.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"28\" data-block-id=\"11\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Seis estados, por exemplo, ainda n\u00e3o possuem os dados referentes a fevereiro. Mais que isso, quatro deles tamb\u00e9m n\u00e3o informam os n\u00fameros de janeiro, quase tr\u00eas meses depois.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"7\" data-block-id=\"12\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Veja a justificativa de cada um deles:<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"276\" data-block-id=\"13\">\n<ul>\n<li>Bahia:\u00a0a secretaria diz que o setor que trabalha com o fechamento dos dados dos dois meses n\u00e3o determina um prazo para a conclus\u00e3o e que, quando as informa\u00e7\u00f5es forem liberadas, ser\u00e3o divulgadas<\/li>\n<li>Maranh\u00e3o:\u00a0a secretaria informa que os dados consolidados sobre mortes violentas e outros crimes ocorridos no Maranh\u00e3o em fevereiro t\u00eam previs\u00e3o de divulga\u00e7\u00e3o apenas para junho deste ano. \u201cO per\u00edodo obedece ao prazo de tr\u00eas meses legalmente estabelecido pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, o qual considera as condi\u00e7\u00f5es de registro de ocorr\u00eancias dispon\u00edveis nas unidades federativas do pa\u00eds, como as dimens\u00f5es territoriais e oferta de servi\u00e7o de internet dispon\u00edveis nos estados.\u201d<\/li>\n<li>Minas Gerais:\u00a0a secretaria diz que os dados de janeiro e fevereiro de 2018 ainda ser\u00e3o divulgados. A pasta afirma que os n\u00fameros passam por auditagem para &#8220;total transpar\u00eancia e confiabilidade&#8221;. At\u00e9 o momento, o governo tem apenas os dados de latroc\u00ednio (7 em janeiro e 8 em fevereiro)<\/li>\n<li>Paran\u00e1:\u00a0a secretaria diz que ainda n\u00e3o possui a informa\u00e7\u00e3o sobre ambos os meses. \u201cAs estat\u00edsticas referentes a homic\u00eddios, antes da divulga\u00e7\u00e3o, passam por quatro ciclos de controle de qualidade. Durante a realiza\u00e7\u00e3o da valida\u00e7\u00e3o foram encontradas distor\u00e7\u00f5es que est\u00e3o sendo homologadas para, ent\u00e3o, ocorrer a divulga\u00e7\u00e3o. Foram encontradas distor\u00e7\u00f5es nos meses de janeiro e fevereiro. Assim que os dados forem validados, ser\u00e3o prontamente divulgados para a popula\u00e7\u00e3o por meio do site.&#8221;<\/li>\n<li>Rond\u00f4nia:\u00a0a secretaria n\u00e3o informa os n\u00fameros de fevereiro; a Pol\u00edcia Civil diz que ainda aguarda o retorno dos departamentos que concentram as informa\u00e7\u00f5es<\/li>\n<li>Tocantins:\u00a0a secretaria diz que as delegacias levam um tempo para informar os n\u00fameros e, por isso, os dados de janeiro e de fevereiro ainda n\u00e3o foram consolidados<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"14\">\n<div id=\"banner_materia2\" data-id=\"banner_materia2\" data-google-query-id=\"CPfk5pjMvNoCFcoZhgodCgoIIw\" data-cid=\"138230487614\" data-lid=\"4640556884\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/95377733\/tvg_G1\/Outros_2__container__\">P\u00e1gina especial<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"16\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Na\u00a0p\u00e1gina especial, \u00e9 poss\u00edvel navegar por cada um dos estados e encontrar dois v\u00eddeos: um com uma an\u00e1lise de um especialista indicado pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica e outro com um diagn\u00f3stico de um representante do governo.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"5\" data-block-id=\"17\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Ambos respondem a duas perguntas:<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"29\" data-block-id=\"18\">\n<ol>\n<li>Quem s\u00e3o os grupos\/pessoas que mais matam no estado, por que eles matam e como isso mudou ao longo da \u00faltima d\u00e9cada?<\/li>\n<li>O que fazer para mudar esse cen\u00e1rio?<\/li>\n<\/ol>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"32\" data-block-id=\"19\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Apenas 3 dos 27 governos estaduais n\u00e3o enviaram respostas \u00e0s quest\u00f5es em v\u00eddeo: Bahia, Cear\u00e1 e Rio de Janeiro. Juntos, eles respondem por mais de 1\/4 das mortes violentas no ano passado.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"6\" data-block-id=\"21\">\n<div>\n<p><strong>Quem mata e por quais motivos<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"58\" data-block-id=\"22\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u00c9 consenso entre a maioria dos especialistas ouvidos pelo\u00a0G1\u00a0que o perfil de quem mata \u00e9 parecido com o perfil de quem morre. Em geral, apontam, s\u00e3o homens negros de baixa renda, com baixa escolaridade, com at\u00e9 29 anos, e moradores da periferia \u2013 especialmente locais onde o Estado \u00e9 ausente e n\u00e3o atua com pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"50\" data-block-id=\"23\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os especialistas afirmam ainda que as mortes costumam ter alguma rela\u00e7\u00e3o com o tr\u00e1fico de drogas. Para eles, o aumento no n\u00famero de crimes violentos est\u00e1 ligado ao fortalecimento e \u00e0s brigas de fac\u00e7\u00f5es criminosas. As mortes tamb\u00e9m s\u00e3o facilitadas pela crescente oferta e circula\u00e7\u00e3o de armas de fogo, dizem.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"24\">Poucas mortes s\u00e3o esclarecidas. Na maioria dos casos, n\u00e3o h\u00e1 autor do crime identificado, denunciado ou condenado. Os especialistas afirmam que o governo precisa investir mais em preven\u00e7\u00e3o, intelig\u00eancia e investiga\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"43\" data-block-id=\"26\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O\u00a0G1\u00a0tamb\u00e9m consultou secret\u00e1rios da Seguran\u00e7a P\u00fablica ou pessoas indicadas pela pasta. A maioria tamb\u00e9m culpa o tr\u00e1fico de drogas e as organiza\u00e7\u00f5es criminosas pelo crescimento no n\u00famero de mortes. A impunidade \u00e9 bastante mencionada como um dos est\u00edmulos para mais viol\u00eancia.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"32\" data-block-id=\"27\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O delegado titular da DIH de Goi\u00e1s, Thiago Damasceno, diz que as fac\u00e7\u00f5es criminosas de S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro, que se estabeleceram no estado, s\u00e3o as principais respons\u00e1veis pelas mortes.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"27\" data-block-id=\"28\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No comando da Seguran\u00e7a P\u00fablica e Defesa Social do Rio Grande do Norte, a secret\u00e1ria Sheila Freitas acrescenta ainda que faltam recursos para investir em seguran\u00e7a p\u00fablica.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"63\" data-block-id=\"29\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u201cA gente precisa urgentemente de um sistema \u00fanico de seguran\u00e7a p\u00fablica pelo qual sejam destinados valores para os estados nos mesmos moldes em que s\u00e3o destinados para a educa\u00e7\u00e3o e para a sa\u00fade. A gente precisa combater o crime maior que causa os homic\u00eddios. E, a meu ver, o crime maior que causa isso \u00e9 o tr\u00e1fico, \u00e9 a droga\u201d, diz Sheila Freitas.<\/p>\n<p><strong>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><em>Com G1 \/Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Internet<\/em><\/p>\n<p><strong>Leia mais not\u00edcias em\u00a0<\/strong><a href=\"http:\/\/www.caririemacao.com\/\"><strong>caririemacao.com<\/strong><\/a><strong>, siga nossa p\u00e1gina no\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/CaririEmAcao\/?ref=aymt_homepage_panel\"><strong>Facebook<\/strong><\/a>,<strong>\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/cariri_em_acao\/?hl=pt-br\"><strong>Instagram<\/strong><\/a><strong>\u00a0e <\/strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCAptA0jQuYQy8vMhLt2m4qg\"><strong>Youtube<\/strong><\/a><strong>\u00a0e veja nossas mat\u00e9rias, v\u00eddeos e fotos. Voc\u00ea tamb\u00e9m pode enviar informa\u00e7\u00f5es \u00e0 Reda\u00e7\u00e3o do Portal Cariri em A\u00e7\u00e3o pelo WhatsApp (83) 9 9634.5791, (83) 9 9601-1162.<\/strong><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mais de 3 mil pessoas foram mortas de forma violenta em fevereiro no Brasil. Isso sem contar os dados de seis estados, que ainda n\u00e3o divulgaram os n\u00fameros. \u00c9 o que mostra o \u00edndice nacional de homic\u00eddios criado pelo\u00a0G1, uma ferramenta que permite o acompanhamento dos dados de v\u00edtimas de crimes violentos m\u00eas a m\u00eas no pa\u00eds. O n\u00famero consolidado (3.276) contabiliza todos os homic\u00eddios dolosos, latroc\u00ednios e les\u00f5es corporais seguidas de morte, que, juntos, comp\u00f5em os chamados crimes violentos letais e intencionais. O\u00a0mapa\u00a0faz parte do Monitor da Viol\u00eancia, uma parceria do\u00a0G1\u00a0com o N\u00facleo de Estudos da Viol\u00eancia da USP e o F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica. Desde o in\u00edcio do ano, jornalistas do\u00a0G1\u00a0espalhados pelo pa\u00eds solicitam os dados via Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o, seguindo o padr\u00e3o metodol\u00f3gico utilizado pelo F\u00f3rum no Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica. O objetivo \u00e9, al\u00e9m de antecipar os dados e possibilitar um diagn\u00f3stico em tempo real da viol\u00eancia, cobrar transpar\u00eancia por parte dos governos. Seis estados, por exemplo, ainda n\u00e3o possuem os dados referentes a fevereiro. Mais que isso, quatro deles tamb\u00e9m n\u00e3o informam os n\u00fameros de janeiro, quase tr\u00eas meses depois. Veja a justificativa de cada um deles: Bahia:\u00a0a secretaria diz que o setor que trabalha com o fechamento dos dados dos dois meses n\u00e3o determina um prazo para a conclus\u00e3o e que, quando as informa\u00e7\u00f5es forem liberadas, ser\u00e3o divulgadas Maranh\u00e3o:\u00a0a secretaria informa que os dados consolidados sobre mortes violentas e outros crimes ocorridos no Maranh\u00e3o em fevereiro t\u00eam previs\u00e3o de divulga\u00e7\u00e3o apenas para junho deste ano. \u201cO per\u00edodo obedece ao prazo de tr\u00eas meses legalmente estabelecido pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, o qual considera as condi\u00e7\u00f5es de registro de ocorr\u00eancias dispon\u00edveis nas unidades federativas do pa\u00eds, como as dimens\u00f5es territoriais e oferta de servi\u00e7o de internet dispon\u00edveis nos estados.\u201d Minas Gerais:\u00a0a secretaria diz que os dados de janeiro e fevereiro de 2018 ainda ser\u00e3o divulgados. A pasta afirma que os n\u00fameros passam por auditagem para &#8220;total transpar\u00eancia e confiabilidade&#8221;. At\u00e9 o momento, o governo tem apenas os dados de latroc\u00ednio (7 em janeiro e 8 em fevereiro) Paran\u00e1:\u00a0a secretaria diz que ainda n\u00e3o possui a informa\u00e7\u00e3o sobre ambos os meses. \u201cAs estat\u00edsticas referentes a homic\u00eddios, antes da divulga\u00e7\u00e3o, passam por quatro ciclos de controle de qualidade. Durante a realiza\u00e7\u00e3o da valida\u00e7\u00e3o foram encontradas distor\u00e7\u00f5es que est\u00e3o sendo homologadas para, ent\u00e3o, ocorrer a divulga\u00e7\u00e3o. Foram encontradas distor\u00e7\u00f5es nos meses de janeiro e fevereiro. Assim que os dados forem validados, ser\u00e3o prontamente divulgados para a popula\u00e7\u00e3o por meio do site.&#8221; Rond\u00f4nia:\u00a0a secretaria n\u00e3o informa os n\u00fameros de fevereiro; a Pol\u00edcia Civil diz que ainda aguarda o retorno dos departamentos que concentram as informa\u00e7\u00f5es Tocantins:\u00a0a secretaria diz que as delegacias levam um tempo para informar os n\u00fameros e, por isso, os dados de janeiro e de fevereiro ainda n\u00e3o foram consolidados P\u00e1gina especial Na\u00a0p\u00e1gina especial, \u00e9 poss\u00edvel navegar por cada um dos estados e encontrar dois v\u00eddeos: um com uma an\u00e1lise de um especialista indicado pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica e outro com um diagn\u00f3stico de um representante do governo. Ambos respondem a duas perguntas: Quem s\u00e3o os grupos\/pessoas que mais matam no estado, por que eles matam e como isso mudou ao longo da \u00faltima d\u00e9cada? O que fazer para mudar esse cen\u00e1rio? Apenas 3 dos 27 governos estaduais n\u00e3o enviaram respostas \u00e0s quest\u00f5es em v\u00eddeo: Bahia, Cear\u00e1 e Rio de Janeiro. Juntos, eles respondem por mais de 1\/4 das mortes violentas no ano passado. Quem mata e por quais motivos \u00c9 consenso entre a maioria dos especialistas ouvidos pelo\u00a0G1\u00a0que o perfil de quem mata \u00e9 parecido com o perfil de quem morre. Em geral, apontam, s\u00e3o homens negros de baixa renda, com baixa escolaridade, com at\u00e9 29 anos, e moradores da periferia \u2013 especialmente locais onde o Estado \u00e9 ausente e n\u00e3o atua com pol\u00edticas p\u00fablicas. Os especialistas afirmam ainda que as mortes costumam ter alguma rela\u00e7\u00e3o com o tr\u00e1fico de drogas. Para eles, o aumento no n\u00famero de crimes violentos est\u00e1 ligado ao fortalecimento e \u00e0s brigas de fac\u00e7\u00f5es criminosas. As mortes tamb\u00e9m s\u00e3o facilitadas pela crescente oferta e circula\u00e7\u00e3o de armas de fogo, dizem. Poucas mortes s\u00e3o esclarecidas. Na maioria dos casos, n\u00e3o h\u00e1 autor do crime identificado, denunciado ou condenado. Os especialistas afirmam que o governo precisa investir mais em preven\u00e7\u00e3o, intelig\u00eancia e investiga\u00e7\u00e3o. O\u00a0G1\u00a0tamb\u00e9m consultou secret\u00e1rios da Seguran\u00e7a P\u00fablica ou pessoas indicadas pela pasta. A maioria tamb\u00e9m culpa o tr\u00e1fico de drogas e as organiza\u00e7\u00f5es criminosas pelo crescimento no n\u00famero de mortes. A impunidade \u00e9 bastante mencionada como um dos est\u00edmulos para mais viol\u00eancia. O delegado titular da DIH de Goi\u00e1s, Thiago Damasceno, diz que as fac\u00e7\u00f5es criminosas de S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro, que se estabeleceram no estado, s\u00e3o as principais respons\u00e1veis pelas mortes. No comando da Seguran\u00e7a P\u00fablica e Defesa Social do Rio Grande do Norte, a secret\u00e1ria Sheila Freitas acrescenta ainda que faltam recursos para investir em seguran\u00e7a p\u00fablica. \u201cA gente precisa urgentemente de um sistema \u00fanico de seguran\u00e7a p\u00fablica pelo qual sejam destinados valores para os estados nos mesmos moldes em que s\u00e3o destinados para a educa\u00e7\u00e3o e para a sa\u00fade. A gente precisa combater o crime maior que causa os homic\u00eddios. E, a meu ver, o crime maior que causa isso \u00e9 o tr\u00e1fico, \u00e9 a droga\u201d, diz Sheila Freitas. CARIRI EM A\u00c7\u00c3O Com G1 \/Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Internet Leia mais not\u00edcias em\u00a0caririemacao.com, siga nossa p\u00e1gina no\u00a0Facebook,\u00a0Instagram\u00a0e Youtube\u00a0e veja nossas mat\u00e9rias, v\u00eddeos e fotos. Voc\u00ea tamb\u00e9m pode enviar informa\u00e7\u00f5es \u00e0 Reda\u00e7\u00e3o do Portal Cariri em A\u00e7\u00e3o pelo WhatsApp (83) 9 9634.5791, (83) 9 9601-1162.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":21206,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"class_list":["post-47768","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-policia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47768","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47768"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47768\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21206"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47768"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47768"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47768"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}