{"id":47768,"date":"2018-04-15T12:35:04","date_gmt":"2018-04-15T15:35:04","guid":{"rendered":"http:\/\/caririemacao.com\/1\/?p=47768"},"modified":"2018-04-15T12:35:04","modified_gmt":"2018-04-15T15:35:04","slug":"mapa-mostra-mais-de-3-mil-pessoas-assassinadas-em-fevereiro-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2018\/04\/15\/mapa-mostra-mais-de-3-mil-pessoas-assassinadas-em-fevereiro-no-brasil\/","title":{"rendered":"Mapa mostra mais de 3 mil pessoas assassinadas em fevereiro no Brasil"},"content":{"rendered":"<div data-block-type=\"backstage-photo\" data-block-id=\"0\">\n<div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"1\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"58\" data-block-id=\"2\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Mais de 3 mil pessoas foram mortas de forma violenta em fevereiro no Brasil. Isso sem contar os dados de seis estados, que ainda n\u00e3o divulgaram os n\u00fameros. \u00c9 o que mostra o \u00edndice nacional de homic\u00eddios criado pelo\u00a0G1, uma ferramenta que permite o acompanhamento dos dados de v\u00edtimas de crimes violentos m\u00eas a m\u00eas no pa\u00eds.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"26\" data-block-id=\"3\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O n\u00famero consolidado (3.276) contabiliza todos os homic\u00eddios dolosos, latroc\u00ednios e les\u00f5es corporais seguidas de morte, que, juntos, comp\u00f5em os chamados crimes violentos letais e intencionais.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"28\" data-block-id=\"4\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O\u00a0mapa\u00a0faz parte do Monitor da Viol\u00eancia, uma parceria do\u00a0G1\u00a0com o N\u00facleo de Estudos da Viol\u00eancia da USP e o F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"8\" data-block-id=\"5\"><\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"4\" data-block-id=\"8\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"33\" data-block-id=\"9\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Desde o in\u00edcio do ano, jornalistas do\u00a0G1\u00a0espalhados pelo pa\u00eds solicitam os dados via Lei de Acesso \u00e0 Informa\u00e7\u00e3o, seguindo o padr\u00e3o metodol\u00f3gico utilizado pelo F\u00f3rum no Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"23\" data-block-id=\"10\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O objetivo \u00e9, al\u00e9m de antecipar os dados e possibilitar um diagn\u00f3stico em tempo real da viol\u00eancia, cobrar transpar\u00eancia por parte dos governos.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"28\" data-block-id=\"11\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Seis estados, por exemplo, ainda n\u00e3o possuem os dados referentes a fevereiro. Mais que isso, quatro deles tamb\u00e9m n\u00e3o informam os n\u00fameros de janeiro, quase tr\u00eas meses depois.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"7\" data-block-id=\"12\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Veja a justificativa de cada um deles:<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"276\" data-block-id=\"13\">\n<ul>\n<li>Bahia:\u00a0a secretaria diz que o setor que trabalha com o fechamento dos dados dos dois meses n\u00e3o determina um prazo para a conclus\u00e3o e que, quando as informa\u00e7\u00f5es forem liberadas, ser\u00e3o divulgadas<\/li>\n<li>Maranh\u00e3o:\u00a0a secretaria informa que os dados consolidados sobre mortes violentas e outros crimes ocorridos no Maranh\u00e3o em fevereiro t\u00eam previs\u00e3o de divulga\u00e7\u00e3o apenas para junho deste ano. \u201cO per\u00edodo obedece ao prazo de tr\u00eas meses legalmente estabelecido pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, o qual considera as condi\u00e7\u00f5es de registro de ocorr\u00eancias dispon\u00edveis nas unidades federativas do pa\u00eds, como as dimens\u00f5es territoriais e oferta de servi\u00e7o de internet dispon\u00edveis nos estados.\u201d<\/li>\n<li>Minas Gerais:\u00a0a secretaria diz que os dados de janeiro e fevereiro de 2018 ainda ser\u00e3o divulgados. A pasta afirma que os n\u00fameros passam por auditagem para &#8220;total transpar\u00eancia e confiabilidade&#8221;. At\u00e9 o momento, o governo tem apenas os dados de latroc\u00ednio (7 em janeiro e 8 em fevereiro)<\/li>\n<li>Paran\u00e1:\u00a0a secretaria diz que ainda n\u00e3o possui a informa\u00e7\u00e3o sobre ambos os meses. \u201cAs estat\u00edsticas referentes a homic\u00eddios, antes da divulga\u00e7\u00e3o, passam por quatro ciclos de controle de qualidade. Durante a realiza\u00e7\u00e3o da valida\u00e7\u00e3o foram encontradas distor\u00e7\u00f5es que est\u00e3o sendo homologadas para, ent\u00e3o, ocorrer a divulga\u00e7\u00e3o. Foram encontradas distor\u00e7\u00f5es nos meses de janeiro e fevereiro. Assim que os dados forem validados, ser\u00e3o prontamente divulgados para a popula\u00e7\u00e3o por meio do site.&#8221;<\/li>\n<li>Rond\u00f4nia:\u00a0a secretaria n\u00e3o informa os n\u00fameros de fevereiro; a Pol\u00edcia Civil diz que ainda aguarda o retorno dos departamentos que concentram as informa\u00e7\u00f5es<\/li>\n<li>Tocantins:\u00a0a secretaria diz que as delegacias levam um tempo para informar os n\u00fameros e, por isso, os dados de janeiro e de fevereiro ainda n\u00e3o foram consolidados<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"14\">\n<div id=\"banner_materia2\" data-id=\"banner_materia2\" data-google-query-id=\"CPfk5pjMvNoCFcoZhgodCgoIIw\" data-cid=\"138230487614\" data-lid=\"4640556884\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/95377733\/tvg_G1\/Outros_2__container__\">P\u00e1gina especial<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"16\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Na\u00a0p\u00e1gina especial, \u00e9 poss\u00edvel navegar por cada um dos estados e encontrar dois v\u00eddeos: um com uma an\u00e1lise de um especialista indicado pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica e outro com um diagn\u00f3stico de um representante do governo.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"5\" data-block-id=\"17\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Ambos respondem a duas perguntas:<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"29\" data-block-id=\"18\">\n<ol>\n<li>Quem s\u00e3o os grupos\/pessoas que mais matam no estado, por que eles matam e como isso mudou ao longo da \u00faltima d\u00e9cada?<\/li>\n<li>O que fazer para mudar esse cen\u00e1rio?<\/li>\n<\/ol>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"32\" data-block-id=\"19\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Apenas 3 dos 27 governos estaduais n\u00e3o enviaram respostas \u00e0s quest\u00f5es em v\u00eddeo: Bahia, Cear\u00e1 e Rio de Janeiro. Juntos, eles respondem por mais de 1\/4 das mortes violentas no ano passado.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"6\" data-block-id=\"21\">\n<div>\n<p><strong>Quem mata e por quais motivos<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"58\" data-block-id=\"22\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u00c9 consenso entre a maioria dos especialistas ouvidos pelo\u00a0G1\u00a0que o perfil de quem mata \u00e9 parecido com o perfil de quem morre. Em geral, apontam, s\u00e3o homens negros de baixa renda, com baixa escolaridade, com at\u00e9 29 anos, e moradores da periferia \u2013 especialmente locais onde o Estado \u00e9 ausente e n\u00e3o atua com pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"50\" data-block-id=\"23\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os especialistas afirmam ainda que as mortes costumam ter alguma rela\u00e7\u00e3o com o tr\u00e1fico de drogas. Para eles, o aumento no n\u00famero de crimes violentos est\u00e1 ligado ao fortalecimento e \u00e0s brigas de fac\u00e7\u00f5es criminosas. As mortes tamb\u00e9m s\u00e3o facilitadas pela crescente oferta e circula\u00e7\u00e3o de armas de fogo, dizem.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"24\">Poucas mortes s\u00e3o esclarecidas. Na maioria dos casos, n\u00e3o h\u00e1 autor do crime identificado, denunciado ou condenado. Os especialistas afirmam que o governo precisa investir mais em preven\u00e7\u00e3o, intelig\u00eancia e investiga\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"43\" data-block-id=\"26\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O\u00a0G1\u00a0tamb\u00e9m consultou secret\u00e1rios da Seguran\u00e7a P\u00fablica ou pessoas indicadas pela pasta. A maioria tamb\u00e9m culpa o tr\u00e1fico de drogas e as organiza\u00e7\u00f5es criminosas pelo crescimento no n\u00famero de mortes. A impunidade \u00e9 bastante mencionada como um dos est\u00edmulos para mais viol\u00eancia.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"32\" data-block-id=\"27\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O delegado titular da DIH de Goi\u00e1s, Thiago Damasceno, diz que as fac\u00e7\u00f5es criminosas de S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro, que se estabeleceram no estado, s\u00e3o as principais respons\u00e1veis pelas mortes.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"27\" data-block-id=\"28\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No comando da Seguran\u00e7a P\u00fablica e Defesa Social do Rio Grande do Norte, a secret\u00e1ria Sheila Freitas acrescenta ainda que faltam recursos para investir em seguran\u00e7a p\u00fablica.<\/p>\n<\/div>\n<div data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"63\" data-block-id=\"29\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">\u201cA gente precisa urgentemente de um sistema \u00fanico de seguran\u00e7a p\u00fablica pelo qual sejam destinados valores para os estados nos mesmos moldes em que s\u00e3o destinados para a educa\u00e7\u00e3o e para a sa\u00fade. A gente precisa combater o crime maior que causa os homic\u00eddios. E, a meu ver, o crime maior que causa isso \u00e9 o tr\u00e1fico, \u00e9 a droga\u201d, diz Sheila Freitas.<\/p>\n<p><strong>CARIRI EM A\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><em>Com G1 \/Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o Internet<\/em><\/p>\n<p><strong>Leia mais not\u00edcias em\u00a0<\/strong><a href=\"http:\/\/www.caririemacao.com\/\"><strong>caririemacao.com<\/strong><\/a><strong>, siga nossa p\u00e1gina no\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/CaririEmAcao\/?ref=aymt_homepage_panel\"><strong>Facebook<\/strong><\/a>,<strong>\u00a0<\/strong><a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/cariri_em_acao\/?hl=pt-br\"><strong>Instagram<\/strong><\/a><strong>\u00a0e <\/strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCAptA0jQuYQy8vMhLt2m4qg\"><strong>Youtube<\/strong><\/a><strong>\u00a0e veja nossas mat\u00e9rias, v\u00eddeos e fotos. 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