{"id":52580,"date":"2018-05-29T10:06:42","date_gmt":"2018-05-29T13:06:42","guid":{"rendered":"http:\/\/caririemacao.com\/1\/?p=52580"},"modified":"2018-05-29T10:06:42","modified_gmt":"2018-05-29T13:06:42","slug":"cinco-mulheres-morrem-por-dia-no-brasil-por-questoes-relacionadas-a-gravidez-diz-oms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2018\/05\/29\/cinco-mulheres-morrem-por-dia-no-brasil-por-questoes-relacionadas-a-gravidez-diz-oms\/","title":{"rendered":"Cinco mulheres morrem por dia no Brasil por quest\u00f5es relacionadas \u00e0 gravidez, diz OMS"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-media content-media--normal  content-photo\" data-block-type=\"backstage-photo\" data-block-id=\"0\">\n<div class=\"content-media__container\">\n<div class=\"content-media__description-centered \">\n<p class=\"content-media__description\">Em 2016, 1.829 mulheres morreram no Brasil por causas relacionadas a ou agravadas por gravidez, parto ou o puerp\u00e9rio (per\u00edodo p\u00f3s-parto de 42 dias). Isso equivale a cinco mortes di\u00e1rias. No mundo, 830 mulheres morreram por dia por essas causas, apontam dados da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS).<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"wall\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"66\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Esse tipo de \u00f3bito preocupa tanto as autoridades de sa\u00fade que tem uma classifica\u00e7\u00e3o internacional espec\u00edfica: morte materna. Segundo dados do Indicadores de Desenvolvimento Global do Banco Mundial de 2016, para cada 100 mil nascidos, 69 mulheres morreram no parto ou no puerp\u00e9rio no Brasil. Em pa\u00edses desenvolvidos, a taxa \u00e9 de dez mortes por 100 mil beb\u00eas vivos, e no Jap\u00e3o s\u00e3o apenas seis mortes.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"42\" data-block-id=\"4\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A fim de chamar a aten\u00e7\u00e3o para a vulnerabilidade da sa\u00fade feminina no mundo, 28 de maio foi escolhido como Dia Internacional de Luta pela Sa\u00fade da Mulher. No Brasil, a data tamb\u00e9m representa o Dia Nacional pela Redu\u00e7\u00e3o da Morte Materna.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"2\" data-block-id=\"5\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<p><strong>Causas m\u00faltiplas<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"6\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Apesar de pouco debatido, o tema \u00e9 complexo. A mortalidade materna \u00e9 resultado de fatores biol\u00f3gicos, econ\u00f4micos, sociais e culturais, que n\u00e3o se referem a \u00f3bitos por causas acidentais, mas sim a causas que poderiam ser evit\u00e1veis ou tratadas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"36\" data-block-id=\"7\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;A mortalidade materna indica uma viola\u00e7\u00e3o do direito mais fundamental do ser humano, que \u00e9 o direito \u00e0 vida\u201d, defende pesquisadora do N\u00facleo de Estudos sobre Sa\u00fade e Etnia Negra da Universidade Federal Fluminense, Isabel Cruz.<\/p>\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Nada justifica, em pleno s\u00e9culo 21, a morte por um fen\u00f4meno fisiol\u00f3gico, que \u00e9 a gesta\u00e7\u00e3o e o parto, e cujas causas de risco de morte s\u00e3o amplamente conhecidas pela ci\u00eancia e podem ser prevenidas ou tratadas.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"84\" data-block-id=\"9\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No mundo, as principais causas da morte materna s\u00e3o complica\u00e7\u00f5es de sa\u00fade em decorr\u00eancia da AIDS; complica\u00e7\u00f5es do p\u00f3s-parto, como necrose da hip\u00f3fise, gl\u00e2ndula que regula a atividade de demais gl\u00e2ndulas; complica\u00e7\u00f5es no puerp\u00e9rio, como a osteomal\u00e1cia, uma doen\u00e7a que causa deformidades \u00f3sseas e fraturas cont\u00ednuas na mulher; infec\u00e7\u00f5es durante o parto, como o t\u00e9tano obst\u00e9trico; e transtornos mentais e comportamentais associados ao puerp\u00e9rio, que v\u00e3o desde a depress\u00e3o p\u00f3s-parto, transtorno do p\u00e2nico, a disfun\u00e7\u00f5es relacionadas \u00e0 perda exacerbada de apetite e do sono.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"18\" data-block-id=\"11\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No Brasil, as principais causas da morte materna s\u00e3o problemas agravados pela hipertens\u00e3o, diabetes e ocorr\u00eancia de hemorragias.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"4\" data-block-id=\"12\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<p><strong>Morte materna no Brasil<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"73\" data-block-id=\"13\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Com base no cruzamento dos dados dispon\u00edveis no DataSUS e na OMS, a DW-Brasil concluiu que o Brasil \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 20% das mortes maternas em todo o mundo. O pa\u00eds faz parte de uma lista da ONU de 75 pa\u00edses que se comprometeram a reduzir a mortalidade materna at\u00e9 2030. Em 2015, a ONU divulgou que o Brasil era o quinto pa\u00eds mais lento na busca da redu\u00e7\u00e3o dessas mortes.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"57\" data-block-id=\"14\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os dados preliminares de 2017 do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade mostram que houve uma pequena redu\u00e7\u00e3o nas mortes maternas no Brasil em 2017, mas elas ainda s\u00e3o frequentes e ocorrem em todos os estados nacionais: enquanto 65.481 mulheres morreram em idade f\u00e9rtil em todo o territ\u00f3rio em 2016, em 2017 houve 57.560 \u00f3bitos, sobretudo por hemorragias e hipertens\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"36\" data-block-id=\"15\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Segundo autoridades ouvidas pela reportagem, as causas de morte materna no Brasil est\u00e3o relacionadas com a qualidade e inefici\u00eancia dos servi\u00e7os do Sistema \u00danico de Sa\u00fade, SUS, como a aten\u00e7\u00e3o pr\u00e9-natal, ao parto e ao puerp\u00e9rio.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"57\" data-block-id=\"16\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Mulheres que dependem do SUS sofrem v\u00e1rios tipos de falta de aten\u00e7\u00e3o e viol\u00eancias. Uma delas \u00e9 a necessidade de ces\u00e1reas que n\u00e3o s\u00e3o realizadas porque o sistema, no momento daquele parto, j\u00e1 atingiu o limite permitido, por exemplo\u201d, explica a enfermeira obstetra Alaerte Leandro Martins, membro da Rede Feminista de Sa\u00fade, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"6\" data-block-id=\"17\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<p><strong>Para al\u00e9m de ra\u00e7a e classe<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"18\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A morte materna no Brasil, por\u00e9m, atinge a todas as mulheres, independente de ra\u00e7a e classe social, por causa das leis sobre aborto e da cultura de viol\u00eancia obstetr\u00edcia compartilhada tanto pelos sistemas privados de sa\u00fade como pelo SUS.<\/p>\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Por conta da cultura das ces\u00e1reas desnecess\u00e1rias e da falta de di\u00e1logo e resolu\u00e7\u00f5es sobre o aborto seguro, a morte materna \u00e9 realidade de todas as brasileiras, mesmo que as mais vulner\u00e1veis ainda sejam, como sempre, mulheres pobres e negras\u201d, afirma Martins.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"49\" data-block-id=\"21\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Em muitos servi\u00e7os privados, os partos s\u00e3o 100% pr\u00e9-agendados e somente de segunda a sexta-feira no hor\u00e1rio comercial. As mulheres que t\u00eam conv\u00eanio ou pagam parto particular acham que est\u00e3o mais protegidas, mas enquanto essa no\u00e7\u00e3o n\u00e3o mudar em toda a sa\u00fade, nem elas estar\u00e3o\u201d, completa a enfermeira obstetra.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"81\" data-block-id=\"22\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Para as que n\u00e3o podem pagar um servi\u00e7o particular de pr\u00e9-natal e parto, h\u00e1 ainda o problema da superlota\u00e7\u00e3o das maternidades p\u00fablicas e at\u00e9 falta delas em alguns munic\u00edpios do Norte e Nordeste. H\u00e1 cidades dos estados do Centro-Oeste em que n\u00e3o h\u00e1 registro de nascimentos nos \u00faltimos 20 anos, porque esses locais n\u00e3o disp\u00f5es de maternidades. Muitas passam toda a gesta\u00e7\u00e3o sem um atendimento pr\u00e9-natal e, na hora do parto, t\u00eam que viajar quil\u00f4metros para chegar a uma maternidade p\u00fablica.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"82\" data-block-id=\"23\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Outro fator da morte materna brasileira, segundo o DataSUS, \u00e9 o levantamento de dados oficiais no pa\u00eds, nem sempre confi\u00e1vel devido \u00e0 falta de compreens\u00e3o ou aten\u00e7\u00e3o ao tema pelos profissionais que preenchem as declara\u00e7\u00f5es de \u00f3bito (DO): cerca da metade das declara\u00e7\u00f5es dos \u00f3bitos maternos n\u00e3o \u00e9 registrada com a nomenclatura de morte materna. Isso afeta os estudos, uma vez que a metodologia utilizada pelo governo \u00e9, desde 1994, baseada nas informa\u00e7\u00f5es da DO preenchida por um m\u00e9dico ou autoridade capacitada.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"4\" data-block-id=\"24\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<p><strong>Comove, mas n\u00e3o mobiliza<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"25\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Por ser uma morte evit\u00e1vel e totalmente relacionada com a condi\u00e7\u00e3o de ser mulher, a morte em decorr\u00eancia da gesta\u00e7\u00e3o, parto ou p\u00f3s-parto \u00e9, para Alaerte Martins, responsabilidade do Estado, &#8220;pois \u00e9 ele que faz as pol\u00edticas p\u00fablicas\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"49\" data-block-id=\"26\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Para a enfermeira, a morte materna \u00e9 uma das principais viol\u00eancias contra a mulher no Brasil. &#8220;\u00c9 uma viol\u00eancia que de fato mata, que tira a vida de uma mulher pelo fato de ela ser mulher\u201d. E apesar de comover, \u00e9 uma morte que, segundo a profissional, n\u00e3o mobiliza.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"18\" data-block-id=\"28\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A pesquisadora Cruz destaca tamb\u00e9m a falta de apura\u00e7\u00e3o do Estado entre os casos de mortes j\u00e1 ocorridos.&#8221;S\u00f3 conseguiremos prevenir casos futuros de mortes maternas se houver apura\u00e7\u00e3o e responsabiliza\u00e7\u00e3o dos \u00f3bitos j\u00e1 ocorridos no Brasil\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"36\" data-block-id=\"30\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Cruz aponta que o pa\u00eds \u00e9 respons\u00e1vel por essas mortes de v\u00e1rias maneiras, ao formular pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas \u00e0 sa\u00fade feminina ignorando &#8220;evid\u00eancias cient\u00edficas sobre o tema e permitindo uma cultura machista nos sistemas de sa\u00fade\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div data-track-category=\"fim do conteudo\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"entrada completa viewport\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"21\" data-block-id=\"31\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Talvez seja a hora de come\u00e7armos a falar das mortes maternas como mais uma forma de feminic\u00eddio\u201d, completa a feminista Martins.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2016, 1.829 mulheres morreram no Brasil por causas relacionadas a ou agravadas por gravidez, parto ou o puerp\u00e9rio (per\u00edodo p\u00f3s-parto de 42 dias). 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