{"id":61003,"date":"2018-08-11T16:11:41","date_gmt":"2018-08-11T19:11:41","guid":{"rendered":"http:\/\/caririemacao.com\/1\/?p=61003"},"modified":"2018-08-11T16:11:41","modified_gmt":"2018-08-11T19:11:41","slug":"crise-faz-crescer-diferenca-salarial-por-anos-de-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2018\/08\/11\/crise-faz-crescer-diferenca-salarial-por-anos-de-estudo\/","title":{"rendered":"Crise faz crescer diferen\u00e7a salarial por anos de estudo"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"78\" data-block-id=\"2\">\n<p class=\"content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Ter curso superior n\u00e3o \u00e9 garantia de emprego, mas coloca o trabalhador em vantagem salarial cada vez maior. Um trabalhador com ensino superior completo recebe, em m\u00e9dia, 5,7 vezes o rendimento de um brasileiro com at\u00e9 um ano de estudo. O aumento dessa disparidade \u00e9 mais um dos efeitos perversos provocados pela crise econ\u00f4mica: os brasileiros que foram para a escola por menos tempo t\u00eam sido os mais prejudicados pela piora no mercado de trabalho.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"71\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Atualmente, um trabalhador com ensino superior completo tem um rendimento m\u00e9dio de R$ 4.911,66, enquanto um brasileiro com at\u00e9 um ano de estudo ganha R$ 859,81. A diferen\u00e7a entre os rendimentos dos dois grupos, de 471%, \u00e9 maior do que foi no ano passado, de 443%. Mas j\u00e1 foi ainda pior: em 2012, os mais escolarizados ganhavam em m\u00e9dia quase 500% mais que os que tinham at\u00e9 1 ano de estudo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"4\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">E n\u00e3o piorou s\u00f3 para quem tem pouco estudo: para os brasileiros com ensino m\u00e9dio completo, o diferencial neste ano em rela\u00e7\u00e3o a quem tem o superior completo chegou a 169%. \u00c9 a diferen\u00e7a mais elevada desde 2012.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-media content-media--normal  content-photo\" data-block-type=\"backstage-photo\" data-block-id=\"5\">\n<div class=\"content-media__container\">\n<div class=\"content-media__image-centered\">\n<div class=\"progressive-img can-open-lightbox\" data-min-size=\"1008x1660\" data-min-size-url=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/4lRbhMzWYqfUW1FU9z55ntxVeHA=\/0x0:1600x2636\/1008x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2018\/o\/q\/VBH2mtTdOzqHwXgSQC4A\/diferenca-salarial-por-nivel-de-escolaridade-v4.png\" data-max-size=\"1600x2636\" data-max-size-url=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/7ijqjjtopA2DJFaCFm2j44SEqjE=\/0x0:1600x2636\/1600x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2018\/o\/q\/VBH2mtTdOzqHwXgSQC4A\/diferenca-salarial-por-nivel-de-escolaridade-v4.png\" data-media-index=\"1\">\n<div class=\"placeholder-container\"><\/div>\n<picture><img decoding=\"async\" class=\"image content-media__image progressive-loaded\" title=\"Arte\/Sal\u00e1rio (Foto: Alexandre Mauro\/G1)\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/UkjsCeqS2c4or831Ms8PjuJuj38=\/0x0:1600x2636\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2018\/o\/q\/VBH2mtTdOzqHwXgSQC4A\/diferenca-salarial-por-nivel-de-escolaridade-v4.png\" alt=\"Arte\/Sal\u00e1rio (Foto: Alexandre Mauro\/G1)\" data-src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/UkjsCeqS2c4or831Ms8PjuJuj38=\/0x0:1600x2636\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2018\/o\/q\/VBH2mtTdOzqHwXgSQC4A\/diferenca-salarial-por-nivel-de-escolaridade-v4.png\" \/><\/picture><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"content-media__description-centered \">\n<p class=\"content-media__description\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"6\" data-block-id=\"22\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Ocupa\u00e7\u00e3o despenca para os menos escolarizados<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"55\" data-block-id=\"23\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Com a recess\u00e3o e a lenta sa\u00edda da crise econ\u00f4mica, os trabalhadores com menos escolariza\u00e7\u00e3o foram os mais prejudicados pelo fechamento de postos de trabalho. No primeiro trimestre deste ano, a ocupa\u00e7\u00e3o para os trabalhadores sem instru\u00e7\u00e3o ou com menos de um ano de ensino recuou 19,9% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2017.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"26\" data-block-id=\"25\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Entre os brasileiros que conclu\u00edram o ensino m\u00e9dio, a ocupa\u00e7\u00e3o cresceu 2% neste ano e, para os trabalhadores com ensino superior, o avan\u00e7o foi de 5,3%.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"34\" data-block-id=\"26\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;Durante a crise de 2015 e 2016, houve uma perda forte de vagas nas pessoas com menor escolaridade. Elas acabaram sendo mais prejudicadas&#8221;, afirma a economista e s\u00f3cia da Tend\u00eancias Consultoria Integrada, Alessandra Ribeiro.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"56\" data-block-id=\"27\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Al\u00e9m de enfrentar um mercado de trabalho mais restrito ou que cresce num ritmo mais fraco, os trabalhadores menos escolarizados ainda viram a concorr\u00eancia aumentar. Nos \u00faltimos anos, os brasileiros est\u00e3o passando mais tempo na escola &#8211; em m\u00e9dia, 9,1 anos &#8211; e, portanto, hoje h\u00e1 mais trabalhadores com alguma qualifica\u00e7\u00e3o melhor para um mercado reduzido.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"33\" data-block-id=\"28\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">&#8220;O ensino m\u00e9dio se popularizou muito, ent\u00e3o a oferta de pessoas com esse n\u00edvel de escolaridade tem mais concorr\u00eancia para trabalho, enquanto a demanda diminuiu&#8221;, afirma o diretor da FGV Social, Marcelo Neri.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div data-track-category=\"fim do conteudo\" data-track-action=\"ultimo chunk conteudo\" data-track-noninteraction=\"false\" data-track-scroll=\"entrada completa viewport\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"56\" data-block-id=\"29\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Os dados da \u00faltima Pnad sobre educa\u00e7\u00e3o revelaram, por exemplo, que a quantidade de brasileiros com mais de 25 anos e que concluiu ensino m\u00e9dio era de 26,3%. A fatia de brasileiros com ensino superior \u00e9 de 15,3%, enquanto a quantidade de brasileiros sem instru\u00e7\u00e3o ou com menos de um ano de estudo ficou em 11,2%.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"content-media__container\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>G1\/Foto: G1\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Cariri Em A\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Leia mais not\u00edcias em\u00a0<a href=\"http:\/\/www.caririemacao.com\/\">caririemacao.com<\/a>, siga nossa p\u00e1gina no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/CaririEmAcao\/?ref=aymt_homepage_panel\">Facebook<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/cariri_em_acao\/?hl=pt-br\">Instagram<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCAptA0jQuYQy8vMhLt2m4qg\">Youtube<\/a>\u00a0e veja nossas mat\u00e9rias, v\u00eddeos e fotos. 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