{"id":69398,"date":"2018-10-22T16:22:38","date_gmt":"2018-10-22T19:22:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.caririemacao.com\/1\/?p=69398"},"modified":"2018-10-22T16:22:38","modified_gmt":"2018-10-22T19:22:38","slug":"diferenca-salarial-entre-homens-e-mulheres-diminuiu-de-2016-para-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/2018\/10\/22\/diferenca-salarial-entre-homens-e-mulheres-diminuiu-de-2016-para-2017\/","title":{"rendered":"Diferen\u00e7a salarial entre homens e mulheres diminuiu de 2016 para 2017"},"content":{"rendered":"<div class=\"noticiacorpo\">\n<p>A diferen\u00e7a salarial entre homens e mulheres vem diminuindo aos poucos nos \u00faltimos anos. Em 2017, o sal\u00e1rio m\u00e9dio real das mulheres cresceu mais do que o dos homens, chegando a R$ 2.708,71, uma eleva\u00e7\u00e3o de 2,6% em rela\u00e7\u00e3o a 2016, enquanto o rendimento masculino subiu 1,8%, alcan\u00e7ando R$ 3.181,87. O aumento da remunera\u00e7\u00e3o feminina \u00e9 maior do que o registrado para todos os trabalhadores, que teve alta de 2,1%, como mostram os dados da Rela\u00e7\u00e3o Anual de Informa\u00e7\u00f5es Sociais (Rais) do Minist\u00e9rio do Trabalho, divulgada hoje (22).<\/p>\n<p>Embora tenha havido crescimento maior para as mulheres, a remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia feminina em 2017 correspondia a 85,1% do sal\u00e1rio dos homens. Em 2016, o rendimento feminino correspondia a 84,4% do masculino e, em 2015, 83,43%.<\/p>\n<p>\u201cApesar da melhora registrada em 2017, ainda h\u00e1 muitos desafios que precisam ser enfrentados, sobretudo no que se refere ao acesso das mulheres a postos de trabalho mais bem remunerados e garantia de recebimento de sal\u00e1rios equivalentes pelo desempenho da mesma ocupa\u00e7\u00e3o\u201d, destaca o coordenador-geral de Cadastros, Identifica\u00e7\u00e3o Profissional e Estudos do Minist\u00e9rio do Trabalho, Felipe Pateo, em nota.<\/p>\n<p>Em 2017, houve crescimento real na remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia, que alcan\u00e7ou R$ 2.973,23. Em rela\u00e7\u00e3o a 2016, a remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia real cresceu R$ 61,64, equivalente a 2,1%.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\">\n<figure class=\"mejs-fotoh-wrapper\"><img decoding=\"async\" class=\"img-responsive full full\" title=\"Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"http:\/\/imagens.ebc.com.br\/HGpHLLPFEBEsqO4u0TRR3CWWBnw=\/754x0\/smart\/http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/muher1.jpg?itok=7G2mV9mn\" alt=\"Mulher no trabalho\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<div class=\"meta\">Diferen\u00e7a salarial entre homens e mulheres vem diminuindo aos poucos nos \u00faltimos anos &#8211; Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>No ano passado, houve crescimento no emprego tanto para homens quanto para mulheres. Os v\u00ednculos empregat\u00edcios ocupados por homens correspondiam a 25,9 milh\u00f5es de postos de trabalho, equivalente a 56,0% do estoque de empregos. Por sua vez, os empregos desempenhados por mulheres somavam 20,4 milh\u00f5es de v\u00ednculos, 44% dos v\u00ednculos empregat\u00edcios no ano. A participa\u00e7\u00e3o feminina no mercado de trabalho formal correspondia em 2017 a 78,6% do estoque de empregos ocupados por homens.<\/p>\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o com 2016, os homens registraram amplia\u00e7\u00e3o de 114,6 mil de empregos, equivalente \u00e0 expans\u00e3o de 0,4%. As mulheres aumentaram seu estoque de empregos em 106,7 mil postos de trabalho (0,5%).<\/p>\n<h2>Jovens<\/h2>\n<p>Ao analisar os dados por idade, no ano passado a faixa et\u00e1ria 30-39 anos apresentou a maior quantidade de v\u00ednculos empregat\u00edcios (14,4 milh\u00f5es de empregos, equivalente a 31% do estoque), seguida das faixas 40-49 anos (10,4 milh\u00f5es, 22,6% do total), 50-64 anos (7,7 milh\u00f5es, 16,7% do total), 25-29 anos (6,6 milh\u00f5es de v\u00ednculos, 14,2% do universo), 18-24 anos (6,2 milh\u00f5es de empregos, 13,5% do total), 65 anos ou mais (649,4 mil v\u00ednculos, 1,4% do estoque) e at\u00e9 17 anos (292,6 mil, 0,6% do total).<\/p>\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o a 2016, a faixa et\u00e1ria 40-49 anos registrou o maior crescimento, da ordem de 225,7 mil empregos (2,2%), seguido por 30 a 39 anos (141,3 mil, 1,0%), 50 a 64 anos (123,8 mil, +1,6%) e 65 anos ou mais (+50,5 mil, 8,4%). A redu\u00e7\u00e3o no estoque de empregos concentrou-se nos jovens: 25 a 29 anos (-154,7 mil, -2,3%), 18 a 24 anos (123,0 mil, -1,9%) e at\u00e9 17 anos (-42,1 mil, -12,6%).<\/p>\n<h2>Escolaridade<\/h2>\n<p>Em 2017, as faixas de escolaridade mais elevada registraram expans\u00e3o no estoque de empregos, ao passo que as faixas com escolaridade mais baixa apresentaram retra\u00e7\u00e3o em sua quantidade de v\u00ednculos empregat\u00edcios.<\/p>\n<p>A escolaridade de Ensino M\u00e9dio Completo apresentava o maior estoque de empregos (22,4 milh\u00f5es, 48,4%), seguido pelo Superior Completo (9,8 milh\u00f5es, 21,2%), Ensino Fundamental Incompleto (4,6 milh\u00f5es, 10,0%), Fundamental Completo (4,2 milh\u00f5es, 9,2%), Ensino M\u00e9dio Incompleto (2,9 milh\u00f5es, 6,4%), Ensino Superior Incompleto (1,8 milh\u00e3o, 3,8%), Mestrado (343,3 mil, 0,7%) e Doutorado (117,3 mil, 0,3%).<\/p>\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o com 2016, a expans\u00e3o do emprego concentrou-se no Ensino M\u00e9dio Completo (513,9 mil, 2,3%), Superior Completo (348,0 mil, 3,7%), Mestrado (36,5 mil, 11,9%) e no Doutorado (16,2 mil, 16,0%). A queda no estoque ocorreu principalmente na escolaridade at\u00e9 Ensino Fundamental Incompleto (-313,7 mil, -6,3%), seguido pelo Ensino Fundamental Completo (-231,9 mil, -5,2%), Ensino M\u00e9dio Incompleto (-142,2 mil, -4,6%) e Ensino Superior Incompleto (-5,5 mil, -0,3%).<\/p>\n<h2>Pretos e pardos<\/h2>\n<p>Em 2017, as modalidades de ra\u00e7a\/cor preta e parda registraram expans\u00e3o no estoque de empregos, ao passo que as modalidades branca, amarela e ind\u00edgena apresentaram redu\u00e7\u00e3o em sua quantidade de v\u00ednculos empregat\u00edcios. Mesmo assim, os brancos concentram a maior quantidade de v\u00ednculos empregat\u00edcios.<\/p>\n<p>De acordo com a Rais, o universo de empregados que autodeclararam sua ra\u00e7a ou cor atingiu 33,6 milh\u00f5es (72,5% do estoque). Os brancos chegaram a 19 milh\u00f5es, equivalente a 56,5% do estoque de empregos, seguido pelos empregados autodeclarados como pardos (12,3 milh\u00f5es, correspondente a 36,7%), pelos pretos (1,9 milh\u00e3o, 5,8%), amarelos (259,8 mil v\u00ednculos, 0,8%) e ind\u00edgenas (74,9 mil empregos, 0,2%).<\/p>\n<div>Em compara\u00e7\u00e3o a 2016, a ra\u00e7a\/etnia parda descreveu a maior expans\u00e3o no estoque de empregos (39,2 mil, 0,3%), seguida pela preta (35,9 mil, 1,9%). A queda no estoque de v\u00ednculos empregat\u00edcios atingiu principalmente os brancos (-494,8 mil, -2,5%), seguida pela ra\u00e7a\/cor amarela (-14,6 mil,<\/div>\n<div>-5,3%) e pela ra\u00e7a\/cor ind\u00edgena (-0,5 mil, -0,7%).<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"noticia_fonte\">Agencia Brasil<\/p>\n<p>Cariri em A\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Leia mais not\u00edcias em\u00a0<a href=\"http:\/\/www.caririemacao.com\/\">caririemacao.com<\/a>, siga nossa p\u00e1gina no\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/CaririEmAcao\/?ref=aymt_homepage_panel\">Facebook<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/cariri_em_acao\/?hl=pt-br\">Instagram<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCAptA0jQuYQy8vMhLt2m4qg\">Youtube<\/a>\u00a0e veja nossas mat\u00e9rias, v\u00eddeos e fotos. Voc\u00ea tamb\u00e9m pode enviar informa\u00e7\u00f5es \u00e0 Reda\u00e7\u00e3o do Portal Cariri em A\u00e7\u00e3o pelo WhatsApp (83) 9 9634.5791, (83) 9 9601-1162.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A diferen\u00e7a salarial entre homens e mulheres vem diminuindo aos poucos nos \u00faltimos anos. Em 2017, o sal\u00e1rio m\u00e9dio real das mulheres cresceu mais do que o dos homens, chegando a R$ 2.708,71, uma eleva\u00e7\u00e3o de 2,6% em rela\u00e7\u00e3o a 2016, enquanto o rendimento masculino subiu 1,8%, alcan\u00e7ando R$ 3.181,87. O aumento da remunera\u00e7\u00e3o feminina \u00e9 maior do que o registrado para todos os trabalhadores, que teve alta de 2,1%, como mostram os dados da Rela\u00e7\u00e3o Anual de Informa\u00e7\u00f5es Sociais (Rais) do Minist\u00e9rio do Trabalho, divulgada hoje (22). Embora tenha havido crescimento maior para as mulheres, a remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia feminina em 2017 correspondia a 85,1% do sal\u00e1rio dos homens. Em 2016, o rendimento feminino correspondia a 84,4% do masculino e, em 2015, 83,43%. \u201cApesar da melhora registrada em 2017, ainda h\u00e1 muitos desafios que precisam ser enfrentados, sobretudo no que se refere ao acesso das mulheres a postos de trabalho mais bem remunerados e garantia de recebimento de sal\u00e1rios equivalentes pelo desempenho da mesma ocupa\u00e7\u00e3o\u201d, destaca o coordenador-geral de Cadastros, Identifica\u00e7\u00e3o Profissional e Estudos do Minist\u00e9rio do Trabalho, Felipe Pateo, em nota. Em 2017, houve crescimento real na remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia, que alcan\u00e7ou R$ 2.973,23. Em rela\u00e7\u00e3o a 2016, a remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia real cresceu R$ 61,64, equivalente a 2,1%. Diferen\u00e7a salarial entre homens e mulheres vem diminuindo aos poucos nos \u00faltimos anos &#8211; Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil No ano passado, houve crescimento no emprego tanto para homens quanto para mulheres. Os v\u00ednculos empregat\u00edcios ocupados por homens correspondiam a 25,9 milh\u00f5es de postos de trabalho, equivalente a 56,0% do estoque de empregos. Por sua vez, os empregos desempenhados por mulheres somavam 20,4 milh\u00f5es de v\u00ednculos, 44% dos v\u00ednculos empregat\u00edcios no ano. A participa\u00e7\u00e3o feminina no mercado de trabalho formal correspondia em 2017 a 78,6% do estoque de empregos ocupados por homens. Em compara\u00e7\u00e3o com 2016, os homens registraram amplia\u00e7\u00e3o de 114,6 mil de empregos, equivalente \u00e0 expans\u00e3o de 0,4%. As mulheres aumentaram seu estoque de empregos em 106,7 mil postos de trabalho (0,5%). Jovens Ao analisar os dados por idade, no ano passado a faixa et\u00e1ria 30-39 anos apresentou a maior quantidade de v\u00ednculos empregat\u00edcios (14,4 milh\u00f5es de empregos, equivalente a 31% do estoque), seguida das faixas 40-49 anos (10,4 milh\u00f5es, 22,6% do total), 50-64 anos (7,7 milh\u00f5es, 16,7% do total), 25-29 anos (6,6 milh\u00f5es de v\u00ednculos, 14,2% do universo), 18-24 anos (6,2 milh\u00f5es de empregos, 13,5% do total), 65 anos ou mais (649,4 mil v\u00ednculos, 1,4% do estoque) e at\u00e9 17 anos (292,6 mil, 0,6% do total). Em compara\u00e7\u00e3o a 2016, a faixa et\u00e1ria 40-49 anos registrou o maior crescimento, da ordem de 225,7 mil empregos (2,2%), seguido por 30 a 39 anos (141,3 mil, 1,0%), 50 a 64 anos (123,8 mil, +1,6%) e 65 anos ou mais (+50,5 mil, 8,4%). A redu\u00e7\u00e3o no estoque de empregos concentrou-se nos jovens: 25 a 29 anos (-154,7 mil, -2,3%), 18 a 24 anos (123,0 mil, -1,9%) e at\u00e9 17 anos (-42,1 mil, -12,6%). Escolaridade Em 2017, as faixas de escolaridade mais elevada registraram expans\u00e3o no estoque de empregos, ao passo que as faixas com escolaridade mais baixa apresentaram retra\u00e7\u00e3o em sua quantidade de v\u00ednculos empregat\u00edcios. A escolaridade de Ensino M\u00e9dio Completo apresentava o maior estoque de empregos (22,4 milh\u00f5es, 48,4%), seguido pelo Superior Completo (9,8 milh\u00f5es, 21,2%), Ensino Fundamental Incompleto (4,6 milh\u00f5es, 10,0%), Fundamental Completo (4,2 milh\u00f5es, 9,2%), Ensino M\u00e9dio Incompleto (2,9 milh\u00f5es, 6,4%), Ensino Superior Incompleto (1,8 milh\u00e3o, 3,8%), Mestrado (343,3 mil, 0,7%) e Doutorado (117,3 mil, 0,3%). Em compara\u00e7\u00e3o com 2016, a expans\u00e3o do emprego concentrou-se no Ensino M\u00e9dio Completo (513,9 mil, 2,3%), Superior Completo (348,0 mil, 3,7%), Mestrado (36,5 mil, 11,9%) e no Doutorado (16,2 mil, 16,0%). A queda no estoque ocorreu principalmente na escolaridade at\u00e9 Ensino Fundamental Incompleto (-313,7 mil, -6,3%), seguido pelo Ensino Fundamental Completo (-231,9 mil, -5,2%), Ensino M\u00e9dio Incompleto (-142,2 mil, -4,6%) e Ensino Superior Incompleto (-5,5 mil, -0,3%). Pretos e pardos Em 2017, as modalidades de ra\u00e7a\/cor preta e parda registraram expans\u00e3o no estoque de empregos, ao passo que as modalidades branca, amarela e ind\u00edgena apresentaram redu\u00e7\u00e3o em sua quantidade de v\u00ednculos empregat\u00edcios. Mesmo assim, os brancos concentram a maior quantidade de v\u00ednculos empregat\u00edcios. De acordo com a Rais, o universo de empregados que autodeclararam sua ra\u00e7a ou cor atingiu 33,6 milh\u00f5es (72,5% do estoque). Os brancos chegaram a 19 milh\u00f5es, equivalente a 56,5% do estoque de empregos, seguido pelos empregados autodeclarados como pardos (12,3 milh\u00f5es, correspondente a 36,7%), pelos pretos (1,9 milh\u00e3o, 5,8%), amarelos (259,8 mil v\u00ednculos, 0,8%) e ind\u00edgenas (74,9 mil empregos, 0,2%). Em compara\u00e7\u00e3o a 2016, a ra\u00e7a\/etnia parda descreveu a maior expans\u00e3o no estoque de empregos (39,2 mil, 0,3%), seguida pela preta (35,9 mil, 1,9%). A queda no estoque de v\u00ednculos empregat\u00edcios atingiu principalmente os brancos (-494,8 mil, -2,5%), seguida pela ra\u00e7a\/cor amarela (-14,6 mil, -5,3%) e pela ra\u00e7a\/cor ind\u00edgena (-0,5 mil, -0,7%). Agencia Brasil Cariri em A\u00e7\u00e3o Leia mais not\u00edcias em\u00a0caririemacao.com, siga nossa p\u00e1gina no\u00a0Facebook,\u00a0Instagram\u00a0e\u00a0Youtube\u00a0e veja nossas mat\u00e9rias, v\u00eddeos e fotos. Voc\u00ea tamb\u00e9m pode enviar informa\u00e7\u00f5es \u00e0 Reda\u00e7\u00e3o do Portal Cariri em A\u00e7\u00e3o pelo WhatsApp (83) 9 9634.5791, (83) 9 9601-1162.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10809,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"sfsi_plus_gutenberg_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_show_text_before_share":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_type":"","sfsi_plus_gutenberg_icon_alignemt":"","sfsi_plus_gutenburg_max_per_row":"","footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-69398","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/69398","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=69398"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/69398\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":69399,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/69398\/revisions\/69399"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10809"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=69398"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=69398"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.caririemacao.com\/1\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=69398"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}