‘Deixou a família dilacerada’, diz primo de engenheiro morto após briga em festa de São João na Paraíba

A família do engenheiro civil Rubens Fernando da Costa Filho, de 29 anos, morto a tiros após uma briga em uma festa privada de São João na manhã do domingo (21), em Lagoa Seca, Agreste da Paraíba, afirmou estar “dilacerada” com o crime ocorrido. A vítima foi atingida por um disparo no coração após uma discussão com o suspeito.

O primo da vítima, Fábio Meireles, relatou à imprensa o impacto da morte na família e destacou o perfil de Rubens, descrito como trabalhador e sem conflitos anteriores. Ele também afirmou que a família pretende buscar responsabilização judicial pelo caso.

“A morte de Rubinho deixou a família dilacerada. Rubinho era uma pessoa do bem, jovem trabalhador, engenheiro civil. Ia fazer, agora em agosto, 30 anos. Não tinha contenda com ninguém, calmo, pacato. Embora a família esteja, neste momento, consternada, iremos tomar todas as medidas necessárias que a Justiça permite para que esse crime não fique impune”, disse o primo.

Rubens foi atingido por um disparo no coração durante uma briga após uma discussão motivada por ciúmes, segundo a Polícia Civil.

O suspeito do crime foi identificado como Cristian Dantas, empresário da região de Campina Grande, e preso em flagrante logo após a ocorrência.

Suspeito de matar homem em estacionamento de festa foi identificado como Cristian Dantas — Foto: Reprodução / TV Cabo Branco

Suspeito de matar homem em estacionamento de festa foi identificado como Cristian Dantas — Foto: Reprodução / TV Cabo Branco

Rubens foi socorrido por uma ambulância particular e levado ao Hospital de Trauma de Campina Grande, onde passou por procedimentos de emergência, mas não resistiu aos ferimentos.

Cristian Dantas também ficou ferido durante a briga, foi atendido no Hospital de Trauma e, em seguida, encaminhado à Central de Polícia, onde permanece preso e aguarda audiência de custódia.

O enterro de Rubens Fernando da Costa Filho deve acontecer na manhã desta segunda-feira (22), no cemitério de Guarabira.

A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação. A arma utilizada no crime foi apreendida.

 

G1