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Polícia Civil prende homem em Serra Branca acusado de estupro de vulnerável

A Polícia Civil da Paraíba cumpriu, na tarde desta quinta-feira (17), um mandado de prisão preventiva contra um homem identificado pelas iniciais S.R.M.V., investigado pela suposta prática de crime contra a dignidade sexual de pessoa vulnerável, no município de Serra Branca, no Cariri paraibano.

A prisão foi realizada pelo Grupo Tático Especial (GTE) de Monteiro, vinculado à 14ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, no âmbito de uma investigação conduzida pela Delegacia de Serra Branca.

A ordem judicial foi expedida pela 3ª Vara Regional do Juízo das Garantias, após solicitação da autoridade policial e manifestação favorável do Ministério Público.

De acordo com a Polícia Civil, o investigado prestava serviços na área de psicologia em unidades destinadas ao atendimento de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele já teria atuado profissionalmente em Monteiro e, atualmente, trabalhava em uma unidade localizada em Serra Branca.

A vítima, uma adolescente também diagnosticada com TEA, teria recebido atendimento profissional do investigado.

Em razão do segredo de justiça e da necessidade de preservar a identidade da vítima, detalhes sobre as circunstâncias do suposto crime não foram divulgados.

Polícia investiga possibilidade de outras vítimas

A prisão preventiva foi determinada pela Justiça com o objetivo de garantir a ordem pública e preservar o andamento das investigações.

Após ser localizado, o homem foi conduzido à unidade policial para a realização dos procedimentos legais e permaneceu à disposição da Justiça.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam e que também será apurada a possibilidade de existência de outras vítimas, considerando a atuação profissional do investigado no atendimento de crianças e adolescentes com TEA nos municípios de Monteiro e Serra Branca.

O caso tramita sob segredo de justiça. A identidade da adolescente e de seus familiares será preservada.

O investigado é considerado inocente até eventual condenação definitiva pela Justiça.

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